As organizações religiosas garantem 40% dos tratamentos de saúde no mundo.
Centenas de adventistas do 7° dia vieram de 90 países até Genebra para avaliar as possibilidades de parceria com a Organização Mundial de Saúde. A cooperação suíça relativiza.
É um aliança estranha ou uma parceria de razão? O fato é que a Organização Mundial de Saúde (OMS), sediada em Genebra e dirigida por 193 Estados-membros, trabalha intensamente com organismos religiosos para implantar princípios de saúde pública nas regiões mais pobres do mundo. Se a finalidade da parceria parece evidente, algumas questões fundamentais ainda não foram respondidas.
Higiene de vida exemplar
Enquanto a OMS quer passar uma mensagem estritamente pragmática, certas igrejas não concebem a saúde sem Deus. Centenas de membros da Igreja Adventista do 7° Dia (umas das maiores comunidades protestantes fundada em meados do século 19 nos EUA) estiveram na semana passada em Genebra para avaliar com especialistas da OMS uma forma de colaboração.
"As organizações religiosas de todas as confissões assumem 40% dos cuidados médicos no mundo. Há vários anos elas estão incluídas em nossas estratégias de saúde", afirma Ted Karpf, responsável de parcerias na OMS.
"Nosso projeto com os Adventistas do 7° Dia funciona nessa perspectiva. Eles são 25 milhões de membros e possuem cinco mil hospitais, sobretudo nos países pobres. Com uma higiene de vida exemplar – sem álcool, sem café, sem carne – a mensagem deles sobre a saúde é muito coerente. Além
O quarteto Arautos do Rei, surgiu com o primeiro programa A Voz da Profecia – produzido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia desde 1943. O quarteto Arautos do Rei, cuja palavra arautos significa mensageiros, passou a fazer parte da proclamação do evangelho.
Em 1962, foi formado o quarteto Arautos do Rei brasileiro.
O grupo atua até os dias de hoje, mudando apenas os componentes, mantendo o mesmo nome. Com uma discografia riquíssima de 45 álbuns, o quarteto Arautos do Rei já viajou pelas três Américas, Ásia parte da África e Europa, e se tornou um marco na conversão de milhares de pessoas, bem como o quarteto oficial do Programa A Voz da Profecia, que hoje pode ser ouvido em mais de 1000 emissoras de rádio no Brasil, e está presente em mais de 36 países.
Desde 1962 até 2011, já fizeram parte do quarteto 42 cantores e 16 pianistas, compondo um total de 26 formações. Nessa trajetória. O quarteto se tornou muito conhecido na comunidade evangélica do Brasil.
Em comemoração a esta data, 50 anos de louvor e proclamação da volta de Jesus, a Rede Novo Tempo de Comunicação, juntamente com toda a Igreja Adventista do Sétimo Dia realizará um evento no Ibirapuera, onde os ex componentes estarão presentes para a dedicação desse ministério.
Ellen Gould White (Harmon, nome de solteira) nasceu em Gorham, Maine, EUA, no dia 26 de novembro de 1827. Ela faleceu no dia 16 de julho de 1915.
Uma Metodista de 17 anos de idade, foi uma força predominante na formação da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
A mais prolífica autora americana de todos os tempos, escreveu mais de 100.000 páginas, contendo 25.000.000 de palavras escritas à mão.
A "Irmã White", como é chamada afetuosamente até hoje, é talvez mais lembrada pelos seus trabalhos no campo de nutrição e saúde ao qual alguns pesquisadores e eruditos ainda se têm revelam perplexos quanto ao seu conhecimento de saúde, muito à frente do seu tempo.
92 anos atrás os adventistas do sétimo dia foram alertados de que uma tragédia ia ocorrer na cidade de Nova York, e que envolveria os deslumbrantes e magníficos edifícios, derrubando-os e trazendo-os ao chão enquanto bombeiros com seus equipamentos não conseguiam parar a tragédia!
Realmente, a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi alertada que a cidade de Nova York sofreria uma tragédia e muitas pessoas morreriam enquanto os bombeiros olhavam impotentes para uma tão espetacular tragédia, em que as máquinas se provavam incapazes de salvar o povo e os edifícios.
11 de Setembro de 2001 foi um evento horrível, somente uma profetisa religiosa viu e advertiu os homens de que isto ia acontecer com significativa clareza.
Ellen G. White foi uma das primeiras adventistas do sétimo dia e é reconhecida pelo mundo inteiro como uma profetisa. Ela é aceita e reconhecida na Igreja Adventista do Sétimo Dia como uma porta-
Uma das crenças fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia afirma: "Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência."
Que a doutrina adventista não se deriva de Ellen White é muito claro; a Bíblia é sua fonte inegável. Mas os críticos, por ignorância ou má fé, não economizam distorções a respeito do seu ministério e da maneira como a Igreja Adventista o vê. Com o objetivo de ajudar a esclarecer dúvidas a respeito da manifestação do dom profético na vida e obra da Sra. White, Ministério entrevistou o Dr. Juan Carlos Viera, diretor do Centro de Pesquisas Ellen White, localizado em Washington, Estados Unidos. Uruguaio de nascimento, o Dr. Viera serviu à Igreja na América do Sul, durante muitos anos, como pastor distrital, evangelista e administrador. Posteriormente, fez doutorado em missiologia, nos Estados Unidos.
A seguir, os principais trechos da entrevista, concedida por ocasião do concílio da Associação Ministerial, em Foz do Iguaçu, PR.
Ministério: Quais os questionamentos atualmente levantados sobre a autoridade bíblica?
Dr. Juan Carlos Viera: Movimentos que surgem nos ambientes evangélicos e católicos tratam de certas formas de hermenêutica, certos métodos, como por exemplo, o método histórico-crítico e outros métodos de investigação e interpretação das Sagradas Escrituras. Esses métodos colocam certas dúvidas sobre a autoridade da Bíblia. Como adventistas do sétimo dia, continuamos crendo que a Bíblia é a autoridade final da nossa doutrina, porque a aceitamos como sendo inspirada por Deus. Embora a mensagem bíblica nos tenha chegado através de mensageiros humanos, cremos que essa mensagem tem suficiente autoridade para que seja aceita. Essa posição é muito clara na Igreja
Provavelmente nenhum componente da fé cristã tem sido tão debatido nos dois últimos séculos como a natureza e a autoridade das Escrituras. Havendo perdido sua confiança na Bíblia, muitos cristãos modernos e pós-modernos não mais a consideram como a "única regra de fé e prática". Sua confiança básica está fundamentada em algum elemento humano específico, ao qual as Escrituras são acomodadas. Enquanto os assim chamados conservadores da extrema-direita tentam manter a Bíblia presa a suas tradições humanas (tradicionalistas), os liberais da extrema-esquerda procuram reler as Escrituras da perspectiva da razão humana (racionalistas), ou da experiência pessoal (existencialistas), ou da cultura moderna (culturalistas). Esses elementos são considerados não apenas como mais orientários do que os escritos inspirados, mas até mesmo como o padrão adequado a ser usado para "corrigir" o conteúdo da Bíblia.
Deus suscitou a Igreja Adventista do Sétimo Dia, em meio aos desafios "desses últimos dias" (II Tim. 3:1), para restaurar e enaltecer a autoridade de Sua Palavra.1 Lamentavelmente, porém, o cumprimento dessa missão tem sido seriamente debilitado, em alguns círculos, pela aceitação das mencionadas acomodações da Escritura. Isso significa que a identidade de nossa denominação está sendo desafiada hoje não apenas por forças externas, mas também por algumas vozes internas empenhadas em promover tais acomodações.
Embora os adventistas do sétimo dia tenham escrito extensivamente, durante os últimos 150 anos,
Adventismo do Sétimo Dia (tal como é conhecido hoje) tem as suas origens no início de 1800 quando o Sr. William Miller (1782-1849) de Low Hampton, Nova York. O Sr. Miller tinha-se convertido do deísmo ao cristianismo em 1816 e tornou-se Batista. Ele era um ávido leitor, dedicado à Palavra de Deus, e procurou conciliar aparentes dificuldades bíblicas levantadas pelos deístas. Ele baseou-se fortemente na concordância de Cruden nos seus estudos e desenvolveu um foco sobre o retorno iminente de Jesus. Ele começou a pregar com 50 anos de idade.
O tempo estava certo. América estava fervilhante com discussões sobre o retorno de Cristo. Como resultado, muitos milhares (chamado Milleritas) aceitaram a ideia de que Jesus voltaria no ano que cobre 1843-1844. Ele tinha chegado a essa data com base num estudo de Daniel 8:14 que diz: "E ele me disse:" Por 2.300 tardes e manhãs;. Então o santuário será restaurado corretamente "Ele interpretou as 2300 tardes e manhãs de ser anos e contou para a frente a partir de 457 aC, quando a ordem para reconstruir Jerusalém foi dado (Daniel 9:24-25) .1 Quando suas previsões iniciais falharam, ajustou as suas descobertas para concluir que Jesus voltaria em 21 de março de 1844 e, em seguida, mais tarde, em 22 de outubro de 1844. Após estes também falhou, Miller sair promover as suas ideias sobre o retorno de Jesus e os "mileritas" entraram na grande desilusão.
Na manhã seguinte ao "grande desapontamento" de 22 de outubro de 1844, o Sr. Hiram Edson alegou ter tido uma visão. Ele disse que viu Jesus em pé no altar do céu e concluiu que Miller estava certo sobre o tempo, mas errado sobre o local. Em outras palavras, o retorno de Jesus não foi para a terra, mas uma mudança do lugar santo para o lugar santíssimo no santuário celestial como é referenciado em Hb. 8:1-2.
O Sr. Joseph Bates (1792-1872), capitão de navio aposentado e um convertido aos "Milleritas", então começou a promover a ideia de Jesus entrando no santuário celestial. Ele publicou um panfleto que muito influenciou James (1821-1881) e Ellen White (1827-1915). São estes três que foram a força motriz do movimento SDA.
Vários relatórios afirmam que Ellen G. White (1827-1915) teve visões desde tenra idade. Tal foi o caso logo após o Grande Desapontamento. A Sra. White afirmou ter visto em uma visão de um caminho estreito, onde um anjo estava guiando adventistas. Visões subsequentes resultaram em interpretações dos três anjos em Apocalipse 14:6-11 como sendo 1843-1844 como a hora do juízo de Deus, a queda de Babilónia significava pelos adventistas, deixando várias igrejas, e admoestações contra a adoração de domingo.
• 1849 - Primeiro artigo, a Verdade Presente, foi impresso em Middletown, Connecticut
• 1850 - Primeira edição do Segundo Advento Review and Herald sábado, impresso em
Paris, Maine.
• 1860 - Nome da Adventista do Sétimo Dia adotado pela Igreja.
• 1863 - Primeira Conferência Geral e formação da IASD em 21 de maio de 1863.
• 1871 – A primeira universidade aberta que se tornou Andrews University.
• 1871 - JN Andrews enviado para a Suíça como um missionário.
• 1885 - O trabalho missionário começou na Austrália.
• 1915 - Ellen G. White morre em 16 de julho, em Santa Helena, CA.
• 1941 - Abertura do Seminário Teológico em Takoma Park.
• 1942 - A Voz da Profecia programa de rádio começa a transmitir costa a costa.
• 1950 - Fé para programa de TV Hoje começa.
• 1955 – A associação SDA atinge 1 milhão.
• 1986 - A adesão SDA atinge 5 milhões.2
Hoje, a IASD é a igreja mais abrangente no panorama evangélico com esforços de missão em todo o mundo, numerosas publicações, e muitas instalações educacionais. Mais de 18 milhões de membros no mundo inteiro e cresce rapidamente com o evangelismo pessoal, de Rádio, TV, programas de Internet e Satélite, um dos meios mais eficientes continua a ser as campanhas de evangelização local e as publicações. 3
1. Martin, Walter, Reino das Seitas, Minneapolis: Bethany House Publishers, 1977.
2. Mayer, FE, entidades religiosas nos Estados Unidos, 4 ª ed, São Luís:. Concordia Publishing House, 1961, p. 439.
3. Jordan, Anne Deveraux, Os Adventistas do Sétimo Dia: Uma História, New York: Livros Hipocrene, 1988.
Decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública da comarca de Porto Velho determina que o Estado reintegre policial militar excluído da corporação por decisão administrativa. A ação ordinária foi proposta pelo soldado PM para anular a Portaria n. 190/DP-3 e reintegrá-lo ao cargo. A decisão não tem efeitos retroativos e ainda é passível de nova análise pelo Judiciário.
O soldado Alexandre Roque Souza de Lima prestou concurso público para PM em 2005 e foi aprovado nas primeiras fases. Convocado para realizar avaliação psicológica no dia 21 de janeiro de 2006 (sábado), ele ingressou na Justiça com mandado de segurança para que pudesse realizar a prova no dia seguinte, pois era membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia. Ele obteve liminar (decisão inicial) favorável e fez a prova em dia diverso ao previsto pela organização do concurso. No entanto, a decisão que o autorizou a fazer a avaliação em dia diferente foi reformada em grau de reexame necessário, que é uma obrigatoriedade de novo julgamento em casos em que a decisão judicial pode acarretar efeitos financeiros à Administração Pública.
Antes da decisão que o autoriza a realizar a prova em dia diferente ser mudada, o policial já havia sido convocado a participar do curso de formação, nomeado e empossado no cargo em 08 de janeiro de 2007. Cerca de sete meses depois, por meio da Portaria n. 189/DP- 3 de 03 de agosto de 2007, o Comando da PM decidiu excluí-lo da Corporação.
O Estado afirmou em sua defesa que a contratação de policial se firmou precariamente. Por isso requereu a improcedência do pedido. Mas, para a juíza Silvana Maria de Freitas, titular da 2ª Vara da Fazenda Pública, quando a sentença foi reformada o policial já havia realizado a prova, obtendo aprovação e seguindo normalmente as fases seguintes do concurso. Após a posse ele desenvolveu regularmente as atividades de policial militar, inclusive cumprindo plantões no sábado.
O TJRO já apreciou caso semelhante e decidiu que "a mera modificação de sentença, de caráter satisfativo, por exaurir-se no próprio ato e cuja ordem se limitava a mudar o dia de realização de exame psicológico a candidato adventista não tem repercussão no resultado do teste, tampouco em sua aprovação, sobremodo se o ato legítimo de nomeação e posse no cargo se consumou" (Apelação Cível, N. 10000120070199867, Rel. Des. Eliseu Fernandes,DJ. 18/02/2009).
Para a juíza, a situação deste policial é idêntica, pois o candidato conseguiu aprovação em todas as fases do certame, independente de qualquer decisão judicial. Por isso a magistrada declarou nulo o ato administrativo, materializado por meio da Portaria n. 189/DP-3 de 03 de agosto de 2007, que o excluiu da Corporação da Polícia Militar do Estado de Rondônia. Em consequência, determinou sua reintegração, com efeito a partir desta decisão, não ficando assegurado qualquer privilégio em relação à sua religião. O Estado foi condenado também ao pagamento dos honorários advocatícios no valor de 1 mil reais. A sentença está sujeita ao reexame necessário.
NA REGIÃO NORTE DO BRASIL UMA COMUNIDADE INDÍGENA FOI EVANGELIZADA E NA IGREJA DA TRIBO TEM ATÉ TV NOVO TEMPO. COM IMAGENS DE PAULO RIOS A REPORTAGEM É DE FRANCIELE MOTA. PARA VER OUTRAS REPORTAGENS ACESSE: WWW.YOUTUBE.COM/CINEGRAFISTAPAULO
“Necessita-se um reavivamento no estudo da Bíblia em todo o mundo. Cumpre chamar-se a atenção, não para as afirmações dos homens, mas para a Palavra de Deus. À medida que se fizer isto, realizar-se-á poderosa obra. Quando Deus declarou que Sua Palavra não voltaria para Ele vazia, queria dizer tudo quanto disse. O evangelho deve ser pregado a todas as nações. A Bíblia deve ser aberta perante o povo. O conhecimento de Deus é a mais alta educação, e encherá a Terra com suas maravilhosas verdades, como as águas cobrem o mar.” Manuscrito 139, 1898.
1. O significado de reavivamento espiritual: Dar nova vida, entusiasmo e alegria à alma espiritualmente desfalecida, fria e sem disposição para as coisas de Deus. Reavivamento é dar vida àquilo que esteve vivo e agora está morto. Reavivamento significa reacender a chama que está apagada, é voltar a apaixonar-se intensamente por Deus.
2. A necessidade de reavivamento espiritual: Quando a vida espiritual está decaindo, quando a pessoa não tem mais ânimo para orar, disposição para ler a Bíblia e atitudes para testemunhar precisa reavivar-se imediatamente.
3. O texto usado para apresentar a atmosfera para o reavivamento espiritual: O Salmo 126 fala da vida espiritual do povo de Deus que tinha sido liberto do cativeiro babilónico. Sendo que eles foram libertos pelo poder de Deus da escravidão, exortados a orar pela restauração da vida e induzidos a confiar nas promessas de Deus utilizamos as aplicações deste salmo para a nossa vida espiritual.
INTERESSE NA GENUÍNA CONVERSÃO É O PRIMEIRO PASSO PARA O REAVIVAMENTO – Salmo 126:1-3
1. Lembrar a experiência da conversão e testemunhá-la aos outros (O povo de Deus demonstrou publicamente a libertação realizada por Deus).
2. Lembrar com cânticos alegres a libertação do cativeiro do pecado (O povo de Deus transbordando de alegria influenciou até os povos por onde passavam).
Texto Bíblico: Dêem graças ao Senhor pela sua benignidade, e pelas suas maravilhas para com os filhos dos homens! Ofereçam sacrifícios de louvor, e relatem as suas obras com regozijo! (Salmo 107:21 e 22)
“Exultai! Exultai! Vinde todos louvar
A Jesus, Salvador, a Jesus Redentor.
A Deus demos Glória, porquanto do céu
Seu Filho bendito por nós todos deu! ”
Há palavras de louvor mais conhecidas ou mais amadas do que estas em nossas igrejas? Dar glória a Deus deve ser o maior desejo de cada crente e de cada igreja. Como diz Hebreus 2. 12: ”Anunciarei o teu nome a meus irmãos, cantar-te-ei louvores no meio da congregação”. Devemos estar sempre prontos a louvá-lo por ter-nos enviado o nosso Salvador. Devemos sempre ser aptos a reconhecer a mão de Deus, que nos abençoa em tudo que procuramos fazer para ele em nossas igrejas. Johann Sebastian Bach teve toda a razão quando declarou: ”O alvo e razão de existência para toda a música deve ser nada menos que a glória de Deus”. Glorifiquemos a Deus com este maravilhoso hino de louvor.
A prolífica poetisa Fanny Crosby escreveu este hino. Difere da maior parte dos seus hinos por expressar o louvor mais objetivo, e não o típico testemunho ou a experiência pessoal característico da sua época.
Fanny Crosby nasceu no condado de Putnam, Estado de Nova Iorque, em 24 de março de 1820. Seus pais, fazendeiros pobres, eram puritanos dedicados, descendentes dos fundadores da Colônia da Baia de Massachusetts e membros da igreja presbiteriana. Por causa de um tratamento errado duma inflamação dos seus olhos, Fanny ficou praticamente cega com seis semanas de idade, podendo perceber somente uma luz brilhante. Em novembro daquele ano seu pai, John Crosby, morreu. Por necessidade, sua mãe. Mercy, foi trabalhar numa fazenda vizinha, deixando Fanny aos bons cuidados da sua avó, Eunice. Para outra pessoa, ser cega poderia ser o fim, mas não para Fanny. Sua avó decidiu ser seus olhos. Dedicando-se de corpo e alma ao bem da sua neta, ensinou-a muitas coisas que fariam dela uma menina independente e alegre. Dela Fanny aprendeu a arte da descrição: dos pássaros, do pôr do sol, cujas cores ela podia às vezes perceber vagamente, e das flores.
Fanny aprendeu a amar e decorar a Palavra, a orar, a se unir com os crentes na Igreja e cantar, o que Fanny amava demais, decorando os Salmos com grande rapidez. Ainda criança, Fanny, quando desanimada pela cegueira, perguntou a Deus se, mesmo cega, poderia ser uma filha dele. Testemunhou, mais tarde, que ouviu a voz de Deus dizendo a ela; “não se desanime, menina. Um dia você será muito feliz e operosa mesmo na cegueira”.
A tradução literal duma poesia escrita por ela aos oito anos mostra sua personalidade:
Então pode chorar e soluçar porque sou cega
Oh, que menina contente sou eu,
Apesar de não poder ver,
Pois decidida estou que
Neste mundo alegre serei!
Quantas bênçãos recebo eu
Então pode chorar e soluçar porque sou cega
Porque isso não farei!
Este poema foi profético, pois Fanny Crosby seria, em toda a sua vida, caracterizada pela alegria.
Com a idade de 15 anos, Fanny entrou no Instituto Para Cegos, em Nova Iorque , com excelente aproveitamento. Continuou no seu hábito de escrever poesia, muitas vezes solicitada a suprir a letra para músicas que lhe eram entregues. Além de tocar violão, que aprendera quando criança, tornou-se cantora concertista, pianista talentosa e proficiente e aprendeu o órgão e a harpa. Ao se formar, tornou-se professora da instituição.
Em 1850, depois de passar alguns meses considerando se ela era realmente salva, num camp meeting ao som do hino Por Meus Pecados Padeceu de Watts, Fanny recebeu a certeza de sua salvação. ”Minha alma inundou-se com a luz celestial”, testificaria depois. Levantou-se exclamou: "Aleluia! Aleluia!" Entregando sua vida totalmente a Cristo, ela disse: ”Pela primeira vez entendi que estava procurando segurar o mundo em uma mão e o Senhor na outra”.
Fanny começou a suprir letras para canções e cantatas do destacado compositor George F. Root. Obtiveram muito sucesso. Mas o compositor que usou a vida de Fanny foi Willian B. Bradbury. Procurando quem escrevesse letras para seus hinos e ouvindo da capacidade de Fanny, procurou-a. “Fanny”, disse ele, “dou graças a Deus que nós nos encontramos, porque acho que você pode escrever hinos”. A seu pedido, Fanny escreveu um hino e lho deu. Bradbury estava entusiasmado, e ali começou uma parceria que continuaria até a morte dele. “Parecia que a grande obra da minha vida começara”, escreveu a poetisa que continuaria a escrever, dando ao mundo mais de 9.000 hinos!
Aos 38 anos, Fanny casou-se com Alexander Van Alstyne, músico cego, conhecido como um dos melhores organistas em Nova Iorque. Homem bonito, jovial e muito apreciado, empregou-se em várias igrejas como organista e ensinava órgão para sustentar a família. Tiveram um filhinho, mas esse morreu na infância.
Poucos souberam sobre ele: ”Van” compôs melodias para alguns dos textos de Fanny, mas não perduraram. Um hinário que os dois prepararam não foi aceito pela editora, porque, disseram, não queriam um hinário somente de duas pessoas.
Nos anos que seguiram, Fanny continuaria a escrever letras para hinos dos mais conhecidos hinistas. Chegou a usar 204 pseudônimos! Nunca fez questão de remuneração adequada. Morava em lares muito simples, vivia modestamente e dava muito do que recebia aos outros. Não se gabava na sua fama. Conheceu mais de um Presidente do seu País. Foi a primeira mulher a falar diante do Senado dos Estados Unidos. Pregava nos púlpitos de grandes igrejas e fez conferências em muitos lugares. À sua própria maneira, tornou-se um dos evangelistas mais proficientes da sua época. Amava o trabalho das missões como o Exército de Salvação, Associação de Moços Cristãos, e a famosa Bowery, que trabalhavam com os alcoólatras e necessitados. Cooperava nestes trabalhos, dando muito de si.
Embora fosse mulher muito pequenina, parecia ter energia ilimitada. Mulher de oração, nunca escrevia um hino sem ter orado, pedindo a direção de Deus. Gostava das horas da noite para comunhão com seu Senhor. Possuindo uma memória extraordinária, conhecia muitos livros da Bíblia de cor. Nunca gostou de usar o Braile, e decorava seus textos, ditando até quarenta deles de uma só vez à pessoa que consentisse em escrevê-los. Compôs músicas de grande beleza, mas se recusou a publicá-las. Publicou cinco volumes de poesias. Escreveu o libretto de um oratório.
Uma vez, questionada como podia escrever tantos hinos, Fanny comentou:
“Que alguns dos meus hinos foram ditados pelo Espírito Santo, não tenho nenhuma dúvida; e que outros foram o resultado de profunda meditação, sei que é verdade; mas que o poeta tenha o direito de reclamar mérito especial para ele mesmo é certamente presunção. Sinto que há um poço de inspiração do qual podemos tirar os tragos efervescentes que são tão essenciais à boa poesia. (. . . ) Às vezes o hino vem a mim por estrofes, e precisa somente ser escrito, mas nunca peço que uma porção de um poema seja escrita até que o poema todo seja completo. Então geralmente preciso podar e revisar muito. Algumas poesias é verdade, vêm completas, mas a maioria, não. (. . . ) Nunca começo um hino sem primeiro pedir meu bom Senhor para ser minha inspiração no trabalho que estou a começar.”
Fanny Crosby, que ministrou e continua a ministrar ao mundo todo com suas mensagens que “tocam o coração”, poucos dias antes da sua morte, numa visita de obreiros, falou estas palavras muito significativas:
“Creio que a maior bênção que o Criador me proporcionou foi quando permitiu que a minha visão externa fosse fechada. Consagrou-me para a obra para a qual me fez. Nunca conheci o que é enxergar, e por isso não posso compreender a minha perda. Mas tive sonhos maravilhosos. Tenho visto os mais lindos olhos, os mais belos rostos e as paisagens mais singulares. A perda da minha visão não foi perda nenhuma para mim.”
Fanny faleceu em Bridgeport, Estado de Connecticut em 12 de fevereiro de 1915. A pedra da sua sepultura é simples. Como pedira; tinha simplesmente as palavras Aunt Fanny – She Did What She Could. (Tia Fanny - Ela fez o que pôde). Em 1955, um grande monumento foi erigido sobre o seu túmulo homenageando esta serva de Deus e incluindo a primeira estrofe de Que segurança! Sou de Jesus!
O compositor publicador William Howard Doane, um dos parceiros mais bem sucedidos de Fanny, musicou esta letra e publicou o hino na sua coletânea Brightest and Best (O Mais Brilhante e o Melhor) em 1875. O ilustre hinólogo W. J. Reynolds acha estranho que o hino não fosse incluído logo nas seis coletâneas de Gospel Hymns publicadas por Bliss e Sankey nos Estados Unidos, porque Sankey o introduziu nas suas campanhas evangelísticas com Moody na Inglaterra em 1873-1874 e incluiu-o nas suas coletâneas publicadas naquele país, os Sacred Songs and Solos (Cânticos e Solos Sacros - coletânea que continua a ser publicada até hoje), Por isso, o hino não foi bem conhecido nos Estados Unidos até que a equipe de Billy Graham o trouxesse das suas campanhas na Inglaterra em 1954. Assim, este hino favorito dos crentes brasileiros foi redescoberto na América do Norte, tornou-se muito amado e aparece em muitos hinários mais recentes.
O nome da melodia, TO GOD BE THE GLORY, corresponde ao título original do hino, bem traduzido para o português, "A Deus Demos Glória."
Este hino foi primorosamente traduzido pelo Pastor Joseph Jones em 1887 e entrou nos hinários evangélicos mais antigos no Brasil.
Joseph Jones (1848-1927) nasceu em Portugal, filho de ingleses. Em 1857, aos 23 anos, converteu-se através do testemunho de membros duma família batista. Foi batizado em Londres. Retornou a Portugal e, onde iniciou atividades evangelísticas. Apesar da perseguição, Jones abriu uma Casa de Oração no subúrbio de Bonsucesso, na Ilha Mastro, perto do local onde mais tarde seria construído o tabernáculo batista.
Bibliografia: Jackson, Samuel Trevena. Fanny Crosby’s Story of Ninety-four Years, New York, Revell, 1915, p. 33, em: Ruffin, Bernard, Fanny Crosby, Philadelphia, PA, United Church Press, 1976, p. 28.
Enquanto para os católicos o domingo é o dia de descanso semanal, os adventistas do sétimo dia preferem descansar ao sábado.
E foi com base neste último argumento que uma procuradora do Ministério Público, que professa a crença dos adventistas, pediu dispensa de fazer turnos ao sábado. Porém, o Conselho Superior do Ministério Público negou-lhe tal pretensão, uma decisão confirmada pelo Supremo Tribunal Administrativo.
Invocando a Lei da Liberdade Religiosa, a magistrada do Ministério Público explicou que "a observância do sábado (crença 20) como dia de descanso, adoração (o culto principal ocorre ao sábado) e ministério, deve começar a partir do pôr do sol de sexta feira até ao pôr do sol de sábado". E que os adventistas, para respeitar o dia de descanso, "devem abster-se de todo o trabalho secular". Segundo a doutrina desta igreja, o sábado "é mais do que descansar de um trabalho, implica a restauração completa, a renovação de energias, a recriação total do ser humano em todos os seus aspetos, inclusive o aspeto espiritual".
Nossos movimentos de evangelismo integrado estão consolidando a unidade, destacando nossa identidade de portadores de esperança, integrando todas as áreas da igreja no cumprimento da missão e levando-a a ousar mais pelo poder do Espírito Santo.
Cada um dos projetos realizados tem três características básicas: simplicidade, relevância e ousadia. Mas, para que possam continuar a se fortalecerem, precisamos da união de todos. Não podemos dividir forças, estratégias nem prioridades. Devemos multiplicar criatividade, gerando ações de apoio. Quando isso acontece, o projeto deixa de ser geral e passa a ser pessoal, potencializando seus resultados.
Você pode ter planos diferentes do grande movimento da igreja, mas, se agir solitário, vai acabar se enfraquecendo como a brasa longe da fogueira. Boas iniciativas, porém isoladas e independentes, acabam não se tornando relevantes, impactantes nem abrangentes. Têm pouco efeito. Precisamos dar as mãos e unir forças para realizar grandes coisas para Deus e esperar grandes coisas dEle. Precisamos avançar juntos. Precisamos nos unir na Terra para podermos chegar juntos ao Céu.
A esperança da vinda de Cristo é o motivo de todos os nossos projetos de evangelismo integrado. Por isso, esta edição de Ministério amplia, fortalece, reafirma e alimenta a mensagem da vinda de Jesus. Enquanto se multiplicam as “profecias” de catástrofes para o fim do mundo em 2012, pelo poder do Espírito Santo, vamos proclamar a esperança, trabalhando juntos em seis frentes de ação:
Reavivamento e reforma. Nosso desafio é levar cada membro da igreja a buscar a Deus na primeira hora do dia, clamando pelo batismo do Espírito Santo. Vamos fazer isso através do Seminário de Enriquecimento Espiritual e Jornada Espiritual. No dia 10 de março, envolveremos a igreja em um programa de jejum e oração. Nesse dia, o sermão será pregado via satélite, pelo pastor Ted Wilson, presidente mundial da igreja.
Impacto Esperança. A meta é distribuir pelo menos 25 milhões de livros A Grande Esperança, no dia 24 de março. Vamos entregar um livro em cada casa de nosso território, seguindo o mapa, a fim de que ninguém fique de fora. No fim do dia, reúna a igreja para uma cerimónia de celebração e apresentação de testemunhos. Devemos unir a esse trabalho a distribuição do livro O Grande Conflito, que é a obra completa e estará disponível a preços acessíveis. Trabalharemos também através da internet. Queremos distribuir dez milhões de livros online. Acesse os sites www.esperanca.com.br e www.esperanzaweb. com, para obter mais informações. Também no dia 24 de março, será realizado o conhecido projeto “Vidas por Vidas”, envolvendo jovens no serviço à comunidade, por meio da doação de sangue e medula óssea.
Amigos da esperança. Cada membro da igreja deve ser motivado a convidar um amigo para uma
programação especial na igreja, no dia 31 de março. Esse programa acontecerá uma semana após o “Impacto esperança”. Todas as campanhas precisam estar ligadas, a fim de que haja continuidade e uma colheita especial.
Semana Santa. Será realizada nos dias 1 a 8 de abril, começando preferencialmente nos lares e encerrando-se no fim de semana (sexta-feira a domingo) na igreja. A continuidade desse movimento precisa acontecer através dos pequenos grupos, classes bíblicas e duplas missionárias.
Evangelismo via satélite. Esse será o fecho do programa, com a participação do pastor Alejandro Bullón, nos dias 3 a 10 de novembro (a partir de Lima, Peru) e 17 a 24 de novembro (a partir de São Paulo).
Plantio de novas igrejas. Cada distrito pastoral deve estar comprometido com o plantio de uma igreja durante o ano. Participe da cada passo desse movimento. Sob o poder do Espírito Santo, vamos entregar um livro em cada casa, ajudando assim a apressar o dia de irmos para nossa verdadeira casa.
Aproveite a leitura desta revista (faça aqui o download)para fortalecer sua esperança, aprofundar seu conhecimento e pregação; mas, especialmente, para reafirmar o compromisso de avançarmos todos juntos no cumprimento da missão. Será maravilhoso se pudermos ver Cristo voltando em nossa geração!
Oslo, Noruega...[ASN] galardoada com o Prémio Nobel da Paz deste ano, Leymah Gbowee deu a Agência Adventista de Desenvolvimento e Recursos Assistenciais - ADRA Noruega e a ADRA Libéria, novas perspectivas sobre a perda dos seus trabalhadores na Libéria em 2003. Leynah tinha-se encontrado com Kare Lund e os trabalhadores da ADRA no mesmo dia em que eles foram mortos. Naquela noite, quando ela chegou a Monróvia, ela ouviu a notícia de que os trabalhadores da ADRA estavam desaparecidos.
A ADRA Noruega tem uma história especial com a Libéria e com o movimento de paz, o qual, está por trás destas mulheres Liberianas que, neste fim de semana, foram premiadas com o Prêmio Nobel da Paz. A ADRA está presente na Libéria por décadas. Durante a Guerra civil no início da década de 2000, a ADRA Noruega e a ADRA Libéria trabalharam juntas em uma operação de emergência para Liberianos que haviam retornado para casa depois de um tempo como refugiados na Costa do Marfim. Durante uma viagem para monitorar o progresso do projeto, o diretor da ADRA Noruega Kare Lund, o diretor da ADRA Libéria e o motorista que estava com eles, foram mortos por “soldados do governo”. Os detalhes sobre este incidente continuam sem ser esclarecidos, mas é sabido, que estes soldados sem disciplina,
O Dr. H. Gunkel, da Igreja Luterana, em “Zum religionsgesch. Verstaendnis des N.T.”, diz:
“A admissão do domingo pelos cristãos primitivos é… um sintoma muito importante de que a igreja primitiva foi diretamente influenciada por um sentimento que não se originou no evangelho, nem no Antigo Testamento, mas em um sistema religioso desconhecido para ela.” — P. 76. Grifos acrescentados.
George Sverdrup, numa entrevista para o jornal luterano “A New Day”:
“Como não foi possível produzir um só lugar nas Sagradas Escrituras que testifique que o Senhor mesmo ou os apóstolos ordenaram uma transferência do sábado para o domingo, então não era fácil responder à pergunta: ‘Quem transferiu o sábado e quem tem autoridade de fazê-lo?’”
Carlstadt, um dos primeiros reformadores e amigo íntimo de Lutero, tentou trazer a reforma do sábado do sétimo dia naquela época:
“Carlstadt defendeu a divina autoridade do sábado do Velho Testamento.” — Dr. Barnes Sears, “Life of Luther” (Vida de Lutero), p. 147.
E Martinho Lutero, em seu “Agaist the Celestial Prophets”, declara:
“Em verdade, se Carlstadt escrevesse mais acerca do sábado, o domingo logo teria que lhe ceder o lugar, e o sábado ser santificado.” — Citado em “Life of Martin Luther in Pictures”, p. 147.
O ensino oficial da Igreja Luterana, em seu “Confisson de Foi d’Augsburg” (Confissão de Fé de Augsburgo), assim declara:
“A observância do Dia do Senhor (domingo) não assenta em nenhum mandamento de Deus, mas sim na autoridade da Igreja. (…)
“Eles (os Católicos) alegam que o sábado foi mudado para o domingo, o dia do Senhor, contrariamente o Decálogo; como é evidente, não existe exemplo algum de maior jactância do que a mudança do sábado. Grande, dizem eles, é o poder e autoridade da Igreja (Católica), visto haver omitido um preceito do decálogo, alterando os mesmos.” — Em “Augsburg Confession of Faith”, art. XXVIII. Ver Philip Schaff, “The Creeds of Christendom” (ed. 4), vol. 3, p. 63 e 64, tradução da parte 2, art. 7, “Do Poder Eclesiástico”, da Confissão de Fé de Augsburgo. (O artigo 28 da Confissão é o art. 7 da parte 2). Citado em “Cox’s Sabbath Manual”, p. 287. Grifos acrescentados.
O Dr. Philip Schaff, teólogo e historiador eclesiástico, declara sobre a “Confissão de Augsburg”:
“A Confissão de Augsburgo foi a primeira e a mais famosa das confissões de fé evangélica. Ela expressou clara e totalmente, de forma sistemática, os principais artigos de fé pelos quais se batiam Lutero e seus companheiros havia já treze anos, desde o protesto levantado contra o tráfico das indulgências. Pelos seus méritos intrínsecos e suas origens históricas, ela tomou-se o principal padrão doutrinário da Igreja Luterana. (…) Excluindo-se o prefácio e o epílogo, a Confissão consiste de duas partes, uma positiva e dogmática, outra negativa e um tanto polêmica, ou melhor, apologética. A primeira refere-se principalmente a doutrinas, a segunda a cerimônias e instituições. A primeira parte apresenta em vinte e um artigos… as doutrinas defendidas pelos evangélicos luteranos. A segunda parte rejeita em sete artigos os abusos de Roma que foram considerados mais objetáveis e que foram realmente corrigidos pelas igrejas luteranas.” — Em “History of the Christian Church”, vol. 7, p. 707–713. Philip Schaff foi presidente da comissão revisora da Bíblia em Inglês e editor da versão americana da Enciclopédia de J. Herzog. (J. N. Andrews e L. R. Corandi, “The History of the Sabbath”. p. 836).
9) Como poderíamos resumir todo o ensinamento luterano que vimos até agora?
A — A universal e eterna lei de Deus é sistematizada e expressa para o homem na forma dos Dez Mandamentos, também universais e eternos, que prosseguem válidos e vigentes como norma de conduta cristã. Tal fato sempre foi oficialmente reconhecido por doutíssimas autoridades em Teologia do presente e do passado, pertencentes às mais diferentes denominações, e é o que tradicionalmente constituiu o pensamento geral de toda a cristandade.
B — A lei divina nas Escrituras se apresenta com preceitos morais, cerimoniais, civis, etc., sendo que a parcela cerimonial, por ser prefigurativa do sacrifício de Cristo, findou na cruz, mas os mandamentos de caráter moral prosseguem válidos e vigentes para os cristãos.
C — Dentro do Decálogo há o quarto mandamento estabelecendo que um dia inteiro entre sete de descanso deve ser santificado a Deus, princípio este que fora instituído na fundação do mundo para benefício do homem no Éden e deve ser mantido pelos cristãos hoje.
D — Jesus não transgrediu o quarto mandamento, muito pelo contrário, Ele pretendia reformar sua observância de acordo com a essência do princípios sabático e em nenhum lugar da Bíblia consta a informação de que o sábado foi substituído do sétimo dia para o primeiro da semana.
10) O que deve fazer o cristão, numa demonstração prática de sabedoria e amor a Deus?
“Se Me amardes, guardareis os Meus mandamentos. (…) Aquele que tem os Meus mandamentos e os guarda esse é o que Me ama; e aquele que Me ama será amado de Meu Pai, e Eu o amarei, e Me manifestarei a ele.” (Jo.14:15,21)
11) Diante de tudo o que foi apresentado, qual deve ser a posição de cada ovelha do rebanho da Igreja Luterana?
A Bíblia Viva registra Tiago 4:17 da seguinte maneira:
“Lembrem-se também de que, saber o que deve ser feito e não fazer, é pecado.”
12) Como cristão sincero, nascido de novo pelo sangue de Cristo, qual vai ser a sua resposta ao Senhor Jesus?
A escolha é totalmente sua!
“Aqui está a perseverança dos santos, daqueles que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus.” (Ap.14:12)
Brasília, DF ... [ASN] Na última Comissão Diretiva Plenária da liderança sul-americana adventista foi votado um documento intitulado Observância do Sábado. O material, aprovado pelos delegados presentes, ressalta o descanso conforme a Bíblia Sagrada e aponta o entendimento da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito de aspectos práticos sobre a guarda do dia. Segundo o pastor Alberto Timm, responsável pela organização do documento, foram sintetizados 21 pontos a respeito do assunto. Timm é autor do livro O Sábado na Bíblia, uma pesquisa interessante referente aos aspectos históricos e teológicos do sábado com uma linguagem acessível.
O documento, na íntegra, após revisões teológicas e gramaticais, foi divulgado nessa semana e ficou assim:
2011 - OBSERVÂNCIA DO SÁBADO
A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gn 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em um canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam esse dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).
A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.
Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado se fundamenta em uma vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).
Crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo de Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam nossa comunhão com Deus nesse dia.
Preparação para o sábado. Antes do pôr do sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada; as roupas, lavadas e passadas; os alimentos, devidamente providenciados (cf. Êx 16:22-30); e os membros da família, já prontos.