TOUR VIRTUAL - CENTRO E.G.WHITE
A Grande Esperança e a Ruína Social

Leio na Imprensa local que o “Projeto A Grande Esperança” irá distribuir 170 milhões de livros em todo o mundo (42 milhões no Brasil e 800 mil em Mato Grosso do Sul). Diz o comunicado da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pela iniciativa, que a distribuição da obra escrita pela norte-americana Ellen Gold White, vem para fazer frente à situação que o mundo atualmente se encontra, onde tudo parece “caminhar para ruína social, moral, econômica”, oferecendo alento e dizendo que “com certeza tudo terminará bem se nos mantivermos firmes ao lado do nosso Salvador Jesus” (1).
É interessante notar como a humanidade nos momentos de crise sempre recorre a Deus em suas diversas denominações para depositar n’Ele suas esperanças. Desde os primórdios até os dias atuais, desde as confissões mais céticas até as mais fervorosas, o catecismo é o mesmo. É interessante notar também que a maioria das religiões não coloca no centro de suas preocupações e debates, de maneira crítica e holística, o contexto de desajuste que os homens vêm construindo e praticando no decorrer da história, contra si e o meio-ambiente, e que, nos momentos atuais, assume proporções assustadoras.
O que vemos na verdade é que cada vez mais há o distanciamento entre os ensinamentos divinos e a realidade. Não mais mensura-se a fidelidade ou infidelidade humana ao projeto de salvação oferecido por Deus através de seu filho Jesus Cristo, na nossa cultura, a partir das ações praticadas. Achamos que tudo acontece num plano superior, predefinido, fora do alcance do homem e onde não há como sua pequenez penetrar. E nem faz por onde. Esse pensamento popularizou-se, cumpre lembrar, após a Reforma protestante, que influenciou as ideias de tantos pensadores contemporâneos, como é o caso da profetisa e precursora do movimento Adventista sabatista, Ellen Gould White (1827-1915).
No curso de uma linha etéria e nefelibática, essa corrente de pensamento adentra com sabedoria o campo da metafísica e da alma humana: “discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: razão do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus”. Em que pese este seja o tema mais abordado pelos animadores da fé nos templos de tijolos ou virtuais que tomam de assalto nossa sala, sobretudo aos finais de semanas ou nas madrugadas, observa-se uma dicotomia gritantemente avassaladora.
Verifica-se um sistemático distanciamento entre os apelos do Espírito e as necessidades da Carne, tal qual nos fala a Epístola de Paulo aos Gálatas 5,13-26. Os desvios que a humanidade vem praticando e que tem resultado em desesperança e descrédito, pouco se fala ou se faz para transformar essa realidade – social, política e económica — de pecado e desajuste com os ditames da fé bíblica. O livro de Ellen White, restauracionista que é, busca fazer a sua parte: oferece aos cristãos pela via suave, um caminho, uma direção. Tudo no esforço de “mostrar a mão de Deus guiando os cristãos ao longo da história” (2). Algo como se houvesse um “conflito cósmico sendo travado na terra entre o bem (Deus) e o mal (Satanás)”, embate que acontece independentemente dos homens.
Isso, entretanto, soa tão distante e irreal que nos põe em dúvida se esse é o caminho mais acertado, homens de ciência que somos. Mas, para Ellen Gould Harmon, que é o nome verdadeiro da “irmã White”, não havia dúvida nas suas convicções de fé. Descrita como “uma das figuras mais vibrantes e fascinantes da história da religião americana” (3), tornou-se a autora feminina mais traduzida de não-ficção na história da literatura, bem como o mais traduzido autor de não-ficção americana de ambos os sexos. Escreveu mais de 5 mil artigos e 40 livros. Outros estudos seus tratam de teologia, evangelização, vida cristã, educação e saúde, tendo sido uma defensora do vegetarianismo. Promoveu também a criação de escolas e centros médicos.
O portal Vikipédia traz uma longa biografia da escritora dando destaque para as experiências visionárias, que começaram aos 17 anos e se prolongou durante o resto de sua vida em diversas ocasiões, sendo-lhe “revelado”, no seu entendimento, o poder de Deus. Sua vontade era que o mundo fosse “contagiado” pela mensagem do segundo advento de Cristo à Terra para buscar aqueles que servem ao único Deus. Isto precisa ser proclamado em cada igreja em nossa terra” –dizia. “Os cristãos precisam saber disso, e não colocar os homens onde Deus deveria estar, para que eles não sejam mais adoradores de ídolos, mas sim do Deus vivo. Existe idolatria nas nossas igrejas” denunciava.
Fátima e Mediugórie, no universo católico são exemplos de cristãos que tiveram visões e presenciaram aparições divinas semelhantes, revelando ao mundo um último apelo de conversão à Deus. Numa região convertida ao catolicismo e duramente perseguida pelo domínio turco entre 1478 e 1878, a mãe de Jesus em sua aparição a seis jovens croatas, revelou-lhes uma dezena de segredos sobre acontecimentos que sobrevirão, em breve, à humanidade. Após a realização do 10º segredo, segundo as videntes, “o poder de Satanás será destruído e um Novo Pentecostes marcará o início de um Novo Tempo” (4). O apelo à conversão interior, percebe-se, está muito presente quando os homens encontram-se em dificuldades extremas.
Ainda que as religiões pouco possam contribuir para mudar os contextos sociais, políticos e económicos da sociedade atual, sobre os alertas e verdades advindas da Sabedoria superior, vindas do Pai Celestial e destinadas a seus filhos amados, elas são mais do que necessárias, porque moldam o interior do homem. São sinais de esperança e estímulo para aqueles — revolucionários, como Francisco, Padre Pio, Tereza de Calcutá, Camilo Torres, entre outros –, que lutaram por transformações nas estruturas do seu tempo. Lutaram para que os homens do nosso tempo interfiram em defesa dos mais fracos em face do opressor. Serve também de alento à hierarquia das igrejas, missionários, pastores, padres, rabinos, bispos e diáconos, para que arrisquem mais suas vidas na proclamação dos valores do Evangelho da Justiça e da Solidariedade, prenúncio da vida Eterna, e ajudem a orientar o homem, em concretum, no curso de seus dias, até que Ele venha.
*Carlos Alberto dos Santos Dutrahttp://dutracarlito.com/artigos.html
fonte
ps: Publicado na íntegra
José Carlos Costa
CRESCENTES CONFLITOS RELIGIOSOS AFETAM A IGREJA ADVENTISTA NA NIGÉRIA
A Igreja Adventista do Sétimo Dia na Nigéria está a sofrer uma diminuição na frequência dos seus membros e alguns encerramentos de igrejas devido ao agravamento dos conflitos religiosos no país.
Uma escalada de ataques contra as igrejas cristãs por parte do grupo extremista Boko Haram, que começou no final do ano passado, tem fomentado a violência sectária entre grupos muçulmanos e cristãos, no nordeste da Nigéria.
Adicionalmente, o governo nacional eliminou recentemente os subsídios à energia, que duplicou o preço da gasolina e suscitou greves e manifestações em todo o país. As notícias avançam que os nigerianos vivem com medo dos distúrbios contínuos.
iStockPhoto/ANN Entretanto, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie solicitou aos líderes religiosos do seu país para se manifestarem contra a violência, segundo noticia o diário britânico 'The Guardian'.
"Os líderes cristãos devem continuar a pregar a paz e a união para que os cristãos não retaliem", disse Adichie em declarações ao jornal. "Os líderes muçulmanos devem vigorosa e repetidamente condenar a violência contra os cristãos e deixar claro que Boko Haram não representa o islamismo da Nigéria", salientou.
A Igreja Adventista no país tem dedicado os últimos dias ao jejum e à oração pela presente situação. A administração da Igreja local está a aconselhar os membros a trabalharem em pequenos grupos e a evitarem os grandes encontros religiosos públicos. As campanhas de evangelização ao ar livre foram adiadas devido ao recolher obrigatório e à frágil situação de segurança, referiram obreiros denominacionais.
De acordo com um relatório de Bindas Stephen Haruna, presidente da Associação Nordeste da Nigéria, a Igreja Adventista no país não perdeu membros nem sofreu danos materiais. No entanto, alguns membros viram as suas propriedades saqueadas ou queimadas.
"A situação no norte da Nigéria mostra como a falta de liberdade religiosa pode afetar a vida das igrejas, e por que razão devemos promover e defender firmemente esta liberdade essencial antes que seja tarde de mais", sublinhou John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial.
A frequência à igreja, no nordeste da Nigéria, caiu drasticamente, levando ao encerramento de igrejas em algumas regiões onde os membros são, na sua maioria, pessoas de negócios que regressaram às suas casas. Noutras igrejas, os pastores deixaram as suas congregações com receio de serem mortos.
A situação gerou uma onda de evangelismo em pequenos grupos, informaram os líderes da Igreja. Neste contexto, os oficiais da Igreja local estão a solicitar as orações e o apoio da família da Igreja mundial.
Fonte: Adventist News Network
NA HUNGRIA, EMENDA À LEI RELIGIOSA RECONHECE A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA
O difícil processo pelo qual a Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria tem passado tomou recentemente um novo rumo, quando os legisladores do país votaram a restauração do estatuto oficial da denominação.
No dia 27 de fevereiro, o Parlamento da Hungria fez emendas à controversa "Lei das Igrejas" a fim de expandir a lista de Igrejas oficialmente reconhecidas, passando de 14 para um total de 32. Entre os grupos religiosos adicionados pela lei estão a Igreja Metodista, a Igreja Pentecostal, a Igreja Copta Ortodoxa e o Conselho Islâmico Húngaro.
Fotografia de Arquivo da ANN Tamás Ócsai, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria, referiu que a votação pôs termo às incertezas que, durante meses, assolaram os líderes da Igreja e os seus membros. De acordo com a Lei das Igrejas, aprovada em julho do ano passado, 14 denominações mantiveram o seu estatuto legal tradicional, ao passo que cerca de 300 grupos religiosos minoritários, entre os quais a Igreja Adventista do Sétimo Dia, viram anulado o seu registo e foram convidadas a solicitar novamente o estatuto de Igreja. O governo húngaro explicou que a lei faz parte de um conjunto alargado de esforços que visam fortalecer a economia do país, e tem como objetivo impedir que falsos grupos religiosos reivindiquem direitos e privilégios concedidos a Igrejas.
"Os últimos seis meses têm sido um desafio", afirmou Ócsai, minutos depois do Parlamento ter votado a emenda. "Mas, durante todo este tempo, não estivemos sós. Temos sentido o apoio da nossa família eclesiástica espalhada pelo mundo que, juntamente connosco, esteve a orar para que o propósito de Deus viesse a prevalecer."
Bertil Wiklander, presidente da Divisão Trans-Europeia da Igreja Adventista, acolheu bem a notícia, dizendo que a decisão permite que a Igreja na Hungria encare o futuro com objetivos e energia renovados. "A Igreja Adventista do Sétimo Dia da Hungria tem uma longa tradição de serviço comunitário realizado pelas suas igrejas, pelos programas educativos e pelas iniciativas de saúde pública e bem-estar", acrescentou. "Estamos muito satisfeitos que o governo da Hungria tenha reconhecido este rico património, e que os bons ministérios da nossa Igreja para o bem da comunidade possam continuar."
Wiklander também elogiou os líderes da Igreja na Hungria pela sua "abordagem equilibrada e persistente com que conduziram esta situação política e legal complexa".
"Hoje unimo-nos aos nossos irmãos da Hungria, dando graças a Deus por os ter conduzido ao longo de um período que foi tremendamente difícil?, acrescentou.
Raafat Kamal, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Divisão Trans-Europeia, referiu que a aprovação da emenda representa "um enorme alívio para todos aqueles que têm trabalhado incansavelmente para este resultado". Mas também salientou que a Lei das Igrejas tem suscitado uma preocupação considerável a nível internacional, desde que foi aprovada no ano passado, e que alguns analistas afirmam que politiza abertamente o panorama religioso na Hungria.
Em resposta às críticas, o governo húngaro enfatizou que até mesmo os grupos religiosos que não possuam o estatuto de Igreja podem continuar a congregar-se, adorar e evangelizar - direitos que são protegidos pela constituição da Hungria.
John Graz, o diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial, sublinhou que os Adventistas do Sétimo Dia na Hungria e em todo o mundo têm motivos para dar graças.
"A minha esperança", acrescentou, "é que o governo da Hungria continue a reavaliar a forma como lida com as minorias religiosas. A liberdade religiosa está mais segura quando os governos não fazem distinção legal entre as religiões e disponibiliza o mesmo tipo de proteção e privilégios a todas".
A Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria foi reconhecida oficialmente pelo governo em 1957 e tem atualmente mais de 100 congregações com 5 mil membros. Também gere o Seminário Teológico Adventista de Pecel, próximo de Budapeste, que conta com 66 alunos.
Fonte: Adventist News Network
A Grande Esperança: O que falta aos adeptos da teologia da prosperidade?
"A grande e maravilhosa obra da última mensagem angélica deve ser levada avante agora como nunca dantes. O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da Palavra em nossos livros e periódicos. Nossas publicações devem mostrar que o fim de todas as coisas está às portas". Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 61.
"É em grande parte por meio de nossas casas editoras que se há de efetuar a obra daquele outro anjo [Ap 18:1] que desce do céu com grande poder e, com sua glória, ilumina a Terra". Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 140.
Projecto Solidário doa farinha de milho aos alunos da Missão Adventista - Angola
Huambo - Um donativo composto por mil e 250 sacos de 25 quilogramas de farinha de milho foi entregue hoje, sexta-feira, ao internato afecto a escola do I e II ciclos do ensino secundário da Missão Adventista do Sétimo Dia, do sector do Bongo, no município do Longonjo, província do Huambo.
O donativo, um gesto do Projecto Solidário da empresa IN-Inocêncio Nanga Maya, visa suprimir as dificuldades alimentares dos 250 alunos internatos na instituição escolar.
Na ocasião, o pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Huambo, Daniel Kamenha, agradeceu o gesto, frisando que vai ajudar na melhoria da dieta alimentar no
internato que alberga alunos de ambos os sexos provenientes das províncias do Huambo, Bié, Moxico, Malanje, Luanda e Kuando Kubango.
Além deste donativo, o Projecto Solidário vai ainda, nos próximos Dias, instalar na Missão Adventista do Sétimo Dia do Bongo, 150 postos de iluminação pública e um gerador com a capacidade de 150 kaveas.
O Projecto Solidário procedeu, no dia 9 deste mês, a entrega de 120 toneladas de bens alimentares diversos, além de 120 cadeiras de rodas para mais de duas mil pessoas vulneráveis de 60 bairros da periferia da cidade do Huambo.
ADRA INTERNACIONAL: O IMPACTO NO MUNDO
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| ADRA Internacional: O Impacto no Mundo |
Como organização oficial de ajuda humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA) continua a atingir progressos consideráveis em resposta aos necessitados, desalojados e muitas vezes esquecidos, providenciando intervenções de emergência, ajudando-os a atingir todo o seu potencial.
Em 2011, a rede ADRA causou impacto na vida de cerca de 20 milhões de pessoas por todo o mundo. Através de projetos criativos de desenvolvimento, que fortaleceram a autossuficiência entre as comunidades afetadas pela pobreza, e da distribuição de alimentos e pastilhas de purificação de água no rescaldo das catástrofes, o trabalho da ADRA tem produzido, em todo o mundo, mudanças positivas na vida das pessoas.
A ADRA Internacional contribuiu financeiramente, desde janeiro de 2011 até à data, com mais de 4,8 milhões de dólares para mais de 100 iniciativas de emergência. Estas respostas apoiaram milhões de pessoas cujas vidas se encontravam ameaçadas por calamidades, como sejam o tsunami, que atingiu o Japão em março de 2011, ou a prolongada seca que se tem feito sentir no Corno de África.
Como parte do compromisso de longo prazo da ADRA Internacional na reconstrução do Haiti, a ADRA, em parceria com os voluntários Maranatha, estão a construir 100 escolas de uma única sala de aula na ilha. Este projeto, no valor de 1 milhão de dólares, surgiu como resposta a um pedido formulado pelo presidente do Haiti, Michel Martelly, para melhorar o acesso à educação.
Em novembro de 2011, a ADRA Internacional organizou uma cimeira sobre gestão de emergências para avaliar e melhorar o seu processo de coordenação e organização de planos de emergência. A cimeira identificou maneiras de implementar práticas que vão fortalecer e expandir a sua resposta aos desastres. Para referir apenas algumas, a Organização decidiu melhorar a sua capacidade de resposta através de voluntários com experiência em situações de emergência, garantindo à ADRA um aumento da sua capacidade para responder às emergências enquanto cumpre os padrões internacionais de igualdade e responsabilidade.
Num esforço para que a sua resposta às necessidades humanitárias globais continue a ser relevante, a ADRA Internacional está a criar uma estrutura que permita uma presença em países do Médio Oriente. As oportunidades para ajudar as pessoas desta região desafiante do mundo são muitas, especialmente durante este tempo de crise política e económica. Através desta iniciativa, a ADRA está a reforçar o seu compromisso de exercer uma presença ativa nesta parte do mundo.
A ADRA Internacional continua empenhada em levar a cabo a sua missão de compaixão pelos milhões de pessoas que são atingidos pela pobreza, fome, doenças, injustiças sociais e catástrofes naturais.
Para mais informações sobre a ADRA, aceda ao site www.adra.org.pt.
Igreja Adventista realiza mais de 250 baptismos
Huambo - Pelo menos 258 baptismos de comunhão com Deus foram realizados neste domingo, pela Igreja Adventista do 7º dia nas províncias de Benguela, Bié, Huambo, Kwanza Sul e Kuando Kubango, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Mulher, assinalado a 8 deste mês.
A informação foi prestada hoje, segunda-feira, à Angop, nesta cidade, pelo presidente da associação centro da Igreja Adventista do 7º dia, pastor Daniel Cameia, para quem o reencontro dos fiéis com Deus resultou de uma campanha de evangelização efectuada nas comunidades pelo ministério de mulheres, afecto à denominação religiosa.
Disse que o baptismo é um símbolo de grande importância na vida de todos os seres humanos feitos a imagem e semelhança de Deus.
Explicou que a confiança, fidelidade mútua e amor são os principais pressupostos da ligação com Deus, que passam necessariamente pelo baptismo.
"É imperioso seguirmos o exemplo de Jesus Cristo, que mesmo não cometendo pecado na face terra aceitou ser baptizado por João Baptista e mostrar para humanidade a sua verdadeira importância", salientou.
Museu adventista de arqueologia ganha novos artefatos históricos
Engenheiro Coelho, SP...[ASN] O maior museu de arqueologia bíblica da América do Sul, localizado no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho, recebeu novos artefatos históricos. O material, doado pelo empresário Milton Afonso, será mostrado em exposição com lançamento no sábado, 17, às 16h30, na igreja do Unasp.
A arqueologia tem diversas ramificações. Existe a arqueologia histórica, sociológica, bíblica, entre outras. O professor de arqueologia bíblica Rodrigo Silva salienta que nessa nova doação, artefatos de suma importância foram agregados ao museu. “Temos nessa nova doação mais de 1,6 mil moedas antigas, entre elas, brasileiras, do oriente médio, romanas e moedas gregas. Nós temos praticamente todas as moedas mencionadas ou relacionadas à história da bíblia. Temos moedas de todos os imperadores”, destaca Silva.
Com as doações, o museu tem as primeiras moedas evidenciadas no mundo, que foram cunhadas na Lídia, por volta do século 7 a.C. Entre os acervos, encontram-se braceletes de bronze que eram feitos por europeus e utilizados para troca de escravos africanos na época da escravatura. Moedas exóticas, pedra de funda (usadas por romanos em guerras), manuscritos bíblicos medievais do século 12, uma bíblia de 1618 com assinatura da família Panfili, durante o papado de Inocêncio 10, entre outros materiais históricos.
Rodrigo Silva convida a comunidade para participar do evento. “Teremos muita coisa interessante nessa exposição”, conclui Silva. O Museu de Arqueologia Bíblica Paulo Bork está localizado no prédio do Centro de Comunicação do Unasp, em Engenheiro Coelho (SP). Bork, que deu nome ao museu, é um arqueólogo brasileiro que hoje vive nos Estados Unidos.
ASN - PORTUGUÊS
http://www.portaladventista.org/portal/asn---portugu/6435-museu-adventista-de-arqueologia-ganha-novos-artefatos-historicos
VIVA O REAVIVAMENTO!
7 passos práticos para se envolver com o Reavivamento
■ 1 Passe tempo com Deus na primeira hora do dia.
■ A base do reavivamento e da reforma estar ligada aos seguintes elementos: oração, estudo e meditação da Bíblia, louvor e testemunho. Para responder a essa necessidade a IASD tem um movimento permanente chamado Seminário de Enriquecimento Espiritual, (SEE). Cujo objetivo é desenvolver, consolidar e retroalimentar o hábito de buscar a Deus na primeira hora de cada manhã. O Reavivamento e a reforma virão como resultado de uma busca sincera e habitual do poder vivificante e transformador do batismo diário do Espírito Santo.
■ 2 Ore por Reavivamento.
O objetivo é envolver todos os adventistas do mundo numa gigantesca corrente de oração pelo derramamento do poder e da presença do Espírito Santo. Saiba mais sobre 777
■ 3 Faça um plano de leitura da Palavra de Deus.
■ É através do estudo diário da Bíblia que Deus arranca o coração do homem deste mundo para o fixar no próprio Céu.
■ 4 Faça o Culto Familiar.
O culto familiar não é o mesmo que a comunhão individual e nem deve substituí-la, mas é uma renovação diária do pacto da família de servir a Deus acima de todas as outras coisas.
Saiba mais lendo artigos na categoria Família
■ 5 Testemunhe através do projeto “A Grande Esperança”
■ O testemunho pessoal confirma o reavivamento. Não há como estar ligado a Videira e não produzir frutos, além disso fomos comissionados por Deus. (João 15:5 e Marcos 16:15) O livro “A Grande Esperança”, será o livro missionário por dois anos, e por conter parte do livro O Grande Conflito, traz uma mensagem também reformadora.
Clique e acesse o livro on-line e envie aos amigos!
Missionários brasileiros ao Oriente Médio e Mongólia
ASN - PORTUGUÊS
Brasília, DF...[ASN] Na manhã desta sexta-feira, 02 de março, a administração da Igreja Adventista em oito países da América do Sul organizou um culto especial de consagração e envio de cinco pastores brasileiros que vão atuar como missionários em países como Mongólia, Chipre, Egito, Iémen e Sudão.
Conheça os pastores missionários:

Pastor Samir Domingues Costa, sua esposa Islana Ferreira Costa e suas duas filhas pequenas aceitaram o chamado para irem para Nicósia, capital e principal cidade da ilha de Chipre. Paranaense, de Londrina, 31 anos de idade, quatro de ministério, estava a apenas três meses no Colégio Adventista de São Luís, no Maranhão, quando aceitou o desafio missionário.
Brasília, DF...[ASN] Na manhã desta sexta-feira, 02 de março, a administração da Igreja Adventista em oito países da América do Sul organizou um culto especial de consagração e envio de cinco pastores brasileiros que vão atuar como missionários em países como Mongólia, Chipre, Egito, Iémen e Sudão.
Nas palavras de envio e dedicação dos pastores Elbert Kunh, Matson Santana, Tomaz de Jesus, Samir Costa e Giovan Moteiro, o pastor Erton Köhler, presidente geral da igreja adventista na América do Sul, ressaltou a importância de missionários pioneiros em terras distantes para abreviar a volta de Jesus. “Um dia, missionários também desbravaram o nosso país e agora é hora de retribuirmos”, disse.
Baseado no texto bíblico de Josué 1:9 que diz: “Não to mandei eu? Esforça-te, e tem bom ânimo; não temas, nem te espantes; porque o SENHOR teu Deus é contigo, por onde quer que andares”, o pastor Köhler certificou que a igreja adventista na América do Sul estará em constante oração durante a estadia dos pastores no campo missionário. “Que vocês sejam fortes e corajosos diante dos grandes desafios que vocês vão enfrentar em nome de Deus”.
Durante a programação, os pastores missionários tiveram a oportunidade de apresentar um panorama de cada país onde vão atuar ainda neste semestre. O pastor Homer Trecartin, presidente da união responsável pela administração adventista no Oriente Médio, acompanhou toda a programação via skype e externou a alegria de receber os missionários.
Conheça os pastores missionários:
Pastor Elbert Kuhn e sua esposa Cleidi, vão retornar para a Mongólia. De 2003 a 2009 trabalharam naquele país como os primeiros departamentais da história da Missão local. O pastor Elbert é gaúcho, tem 42 anos de idade, 16 de ministério. Ele deixa a função de diretor associado ministerial da Divisão Sul-Americana e Cleidi, natural de Porto Alegre desde 1995 no ministério adventista deixa a função de assistente do departamento de Serviço Voluntário Adventista.

Pastor Giovan Monteiro e sua esposa Cláudia Monteiro, acompanhados dos três filhos pequenos seguem para Cartum, no Sudão. Natural de Minas Gerais, com 14 anos de ministério e 46 de idade, formado também em Direito, o pastor Giovan estava trabalhando no distrito de Floresta, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, quando aceitou o desafio de ser missionário em terras distantes.
Pastor Matson Santana, sua esposa Luana Regina de Almeida Santana e seu casal de filhos estão prontos para servir no Cairo, no Egito. O pastor Matson é natural aqui de Brasília, tem 37 anos de idade, 14 de ministério, e atuou em setores específicos junto aos indígenas, surdos e judeus. Inclusive sua última função foi coordenar o Ministério Nativo com índios da região centro-oeste do Brasil.)
Pastor Samir Domingues Costa, sua esposa Islana Ferreira Costa e suas duas filhas pequenas aceitaram o chamado para irem para Nicósia, capital e principal cidade da ilha de Chipre. Paranaense, de Londrina, 31 anos de idade, quatro de ministério, estava a apenas três meses no Colégio Adventista de São Luís, no Maranhão, quando aceitou o desafio missionário.
Pastor Tomaz A. J é casado com Evelyn Priscila de Jesus, é paulista, tem 29 anos de idade e três de ministério. Ele vai trocar o distrito pastoral de Bernardino de Campos, em São Paulo, pela cidade de Sana, no Iémen. Fluentes no inglês o pastor Tomaz e sua esposa pretendem aprender o árabe, para facilitar o trabalho e o contato com a população. [Equipe ASN, Mani Maria]
FALECIMENTO DO PR. PEDRO BRITO RIBEIRO
Faleceu no passado dia 13 de Fevereiro, com a idade de 102 anos, o pastor Pedro Brito Ribeiro, antigo presidente da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia.Nascido a 4 de Junho de 1909 em Portalegre, numa família de 7 irmãos de confissão Presbiteriana, teve, além duma educação cristã, um exemplo de fé e missão na pessoa do seu pai, que era colportor da Sociedade Bíblica e que difundia Bíblias no território português. Esse trabalho, que comportava muitas vezes risco de perseguição e intolerância, era assumido com amor e dedicação pelo pai, o que fez nascer no Pedro o mesmo amor pela Palavra de Deus. Na sua adolescência, e trabalhando no comércio, Pedro percorria as ruas de Portalegre cantando o hino "O Som do Evangelho: Santa paz e perdão."
A mensagem Adventista chegou à cidade de Portalegre através duma série de conferências proferidas na década de 20 do século passado pelo pastor Paul Meyer. Pedro Brito Ribeiro aceitou então a mensagem do Advento com mais duas das suas irmãs. Em 1926, com 17 anos de idade, iniciou-se juntamente com a sua irmã Isabel no trabalho da Colportagem, e um ano mais tarde seguiu para o seminário Adventista em Collonges-sous-Salève, França onde, durante 4 anos, estudou teologia. Foi ali que, em 1928, foi batizado pelo pastor Alfred Vaucher na cascata do Salève. Os seus estudos foram custeados graças ao trabalho de colportagem que desenvolveu em Portugal e em Espanha.
Concluídos os seus estudos, regressou ao nosso país em 1932 e, após alguns meses na colportagem, começou a exercer o ministério pastoral. Em 1934 foi nomeado secretário-tesoureiro da então Missão Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia que, um ano mais tarde passou para Conferência dos Adventistas do Sétimo Dia e depois União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia, tendo desempenhado essa função até 1943.
No mesmo ano de 1934 contraíu matrimónio com a jovem Irene da Nave Polónio (com então 17 anos de idade).
Apesar das suas funções administrativas, o pastor Pedro Brito Ribeiro, acompanhou sempre a obra das publicações, primeiro com a Sociedade Filantrópica Internacional, depois com a Sociedade Filantrópica Adventista e mais tarde, em 1941 com a Publicadora Atlântico, da qual foi o primeiro gerente. Colaborou ainda no trabalho de evangelização em várias igrejas na área de Lisboa.
Em 1943, em plena segunda guerra mundial, assumiu a direção da Missão da Madeira onde permaneceu até 1949. Consagrado ao ministério pastoral em 1946, voltou a assumir, a partir de 1949, o cargo de Secretário-Tesoureiro da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia por mais 14 anos, continuando ligado ao trabalho evangelistico, o que lhe permitiu iniciar as igrejas de Alvalade, Odivelas e Cova da Piedade. Foi ainda presidente interino da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia, sendo nesse período o único executivo da mesma.
Em 1963, seguiu para África onde foi presidente da União de Moçambique durante 7 anos. Regressou a Portugal por motivos de saúde, onde pastoreou duas igrejas: a igreja de Odivelas (durante 7 anos) e a igreja de Lisboa General Roçadas (durante 4 anos). Em 1983, voltou a sentir o apelo de África e durante dois anos foi pastor da igreja portuguesa de Joanesburgo, na África do Sul.
Mais uma vez regressou a Portugal, onde, além de ter pastoreado a igreja de Torres Vedras durante dois anos, esteve também ligado ao projecto do Colégio de Pêro Negro que não teve continuidade por empecilhos legais.
A sua esposa, que o acompanhara durante 67 anos, faleceu em 2001, e o pastor Pedro Brito Ribeiro prosseguiu a sua merecida reforma, nunca deixando de escrever enquanto pôde alguns artigos para a revista Sinais dos Tempos e Revista Adventista.
A sua vida de dedicação ao ministério em várias áreas da Igreja constitui um exemplo e motivação daquilo que cada um de nós pode fazer pelo Mestre, ao sentir que, quando ?o amor de Cristo nos contrange?, não existem limitações que nos impeçam de realizar o ministério que de antemão Deus preparou para cada um.
O serviço fúnebre teve lugar na igreja de Lisboa Central e foram oradores os pastores Jorge Machado, ministerial da União, Rúben de Abreu, secretário da mesma, e Eduardo Teixeira, presidente.
Os amigos e familiares presentes cantaram alguns cânticos que o pastor Ribeiro apreciava.
Ao filho, Dr. Samuel Ribeiro, à nora, irmã Vitalina Ribeiro, aos netos e bisnetos e demais familiares apresentamos os nossos sinceros votos de ânimo e forças no Senhor, para enfrentar estes momentos dolorosos. Desejamos que a bem-aventurada esperança que enchia o coração do Pastor Brito Ribeiro encha também o coração desses queridos familiares.
Certamente que o pastor Pedro Brito Ribeiro ouvirá na manhã da ressurreição as palavras de Jesus: ?Bem está servo bom e fiel, sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te constituirei.?
Fonte: Departamento de Comunicação da UPASD
OMS também passa por Deus para chegar aos pobres
Centenas de adventistas do 7° dia vieram de 90 países até Genebra para avaliar as possibilidades de parceria com a Organização Mundial de Saúde. A cooperação suíça relativiza.
É um aliança estranha ou uma parceria de razão? O fato é que a Organização Mundial de Saúde (OMS), sediada em Genebra e dirigida por 193 Estados-membros, trabalha intensamente com organismos religiosos para implantar princípios de saúde pública nas regiões mais pobres do mundo. Se a finalidade da parceria parece evidente, algumas questões fundamentais ainda não foram respondidas.
Higiene de vida exemplar
Enquanto a OMS quer passar uma mensagem estritamente pragmática, certas igrejas não concebem a saúde sem Deus. Centenas de membros da Igreja Adventista do 7° Dia (umas das maiores comunidades protestantes fundada em meados do século 19 nos EUA) estiveram na semana passada em Genebra para avaliar com especialistas da OMS uma forma de colaboração.
"As organizações religiosas de todas as confissões assumem 40% dos cuidados médicos no mundo. Há vários anos elas estão incluídas em nossas estratégias de saúde", afirma Ted Karpf, responsável de parcerias na OMS.
"Nosso projeto com os Adventistas do 7° Dia funciona nessa perspectiva. Eles são 25 milhões de membros e possuem cinco mil hospitais, sobretudo nos países pobres. Com uma higiene de vida exemplar – sem álcool, sem café, sem carne – a mensagem deles sobre a saúde é muito coerente. Além
Arautos do Rei comemoração 50 anos de louvor, realizando um evento no Ibirapuera
O quarteto Arautos do Rei, surgiu com o primeiro programa A Voz da Profecia – produzido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia desde 1943. O quarteto Arautos do Rei, cuja palavra arautos significa mensageiros, passou a fazer parte da proclamação do evangelho.
Em 1962, foi formado o quarteto Arautos do Rei brasileiro.
http://www.novotempo.org.br/lojavirtual/
Em 1962, foi formado o quarteto Arautos do Rei brasileiro.
O grupo atua até os dias de hoje, mudando apenas os componentes, mantendo o mesmo nome. Com uma discografia riquíssima de 45 álbuns, o quarteto Arautos do Rei já viajou pelas três Américas, Ásia parte da África e Europa, e se tornou um marco na conversão de milhares de pessoas, bem como o quarteto oficial do Programa A Voz da Profecia, que hoje pode ser ouvido em mais de 1000 emissoras de rádio no Brasil, e está presente em mais de 36 países.
Desde 1962 até 2011, já fizeram parte do quarteto 42 cantores e 16 pianistas, compondo um total de 26 formações. Nessa trajetória. O quarteto se tornou muito conhecido na comunidade evangélica do Brasil.
Em comemoração a esta data, 50 anos de louvor e proclamação da volta de Jesus, a Rede Novo Tempo de Comunicação, juntamente com toda a Igreja Adventista do Sétimo Dia realizará um evento no Ibirapuera, onde os ex componentes estarão presentes para a dedicação desse ministério.
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"Pois o Testemunho de Jesus é o Espírito de profecia" Apoc. 19:10
Ellen Gould White (Harmon, nome de solteira) nasceu em Gorham, Maine, EUA, no dia 26 de novembro de 1827. Ela faleceu no dia 16 de julho de 1915.
Uma Metodista de 17 anos de idade, foi uma força predominante na formação da Igreja Adventista do Sétimo Dia.
A mais prolífica autora americana de todos os tempos, escreveu mais de 100.000 páginas, contendo 25.000.000 de palavras escritas à mão.
A "Irmã White", como é chamada afetuosamente até hoje, é talvez mais lembrada pelos seus trabalhos no campo de nutrição e saúde ao qual alguns pesquisadores e eruditos ainda se têm revelam perplexos quanto ao seu conhecimento de saúde, muito à frente do seu tempo.
92 anos atrás os adventistas do sétimo dia foram alertados de que uma tragédia ia ocorrer na cidade de Nova York, e que envolveria os deslumbrantes e magníficos edifícios, derrubando-os e trazendo-os ao chão enquanto bombeiros com seus equipamentos não conseguiam parar a tragédia!
Realmente, a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi alertada que a cidade de Nova York sofreria uma tragédia e muitas pessoas morreriam enquanto os bombeiros olhavam impotentes para uma tão espetacular tragédia, em que as máquinas se provavam incapazes de salvar o povo e os edifícios.
11 de Setembro de 2001 foi um evento horrível, somente uma profetisa religiosa viu e advertiu os homens de que isto ia acontecer com significativa clareza.
Ellen G. White foi uma das primeiras adventistas do sétimo dia e é reconhecida pelo mundo inteiro como uma profetisa. Ela é aceita e reconhecida na Igreja Adventista do Sétimo Dia como uma porta-
Crede em Seus Profetas
Uma das crenças fundamentais da Igreja Adventista do Sétimo Dia afirma: "Um dos dons do Espírito Santo é a profecia. Esse dom é uma característica da Igreja remanescente e foi manifestado no ministério de Ellen G. White. Como a mensageira do Senhor, seus escritos são uma contínua e autorizada fonte de verdade e proporcionam conforto, orientação, instrução e correção à igreja. Eles também tornam claro que a Bíblia é a norma pela qual deve ser provado todo ensino e experiência."
Que a doutrina adventista não se deriva de Ellen White é muito claro; a Bíblia é sua fonte inegável. Mas os críticos, por ignorância ou má fé, não economizam distorções a respeito do seu ministério e da maneira como a Igreja Adventista o vê. Com o objetivo de ajudar a esclarecer dúvidas a respeito da manifestação do dom profético na vida e obra da Sra. White, Ministério entrevistou o Dr. Juan Carlos Viera, diretor do Centro de Pesquisas Ellen White, localizado em Washington, Estados Unidos. Uruguaio de nascimento, o Dr. Viera serviu à Igreja na América do Sul, durante muitos anos, como pastor distrital, evangelista e administrador. Posteriormente, fez doutorado em missiologia, nos Estados Unidos.
A seguir, os principais trechos da entrevista, concedida por ocasião do concílio da Associação Ministerial, em Foz do Iguaçu, PR.
Ministério: Quais os questionamentos atualmente levantados sobre a autoridade bíblica?
Dr. Juan Carlos Viera: Movimentos que surgem nos ambientes evangélicos e católicos tratam de certas formas de hermenêutica, certos métodos, como por exemplo, o método histórico-crítico e outros métodos de investigação e interpretação das Sagradas Escrituras. Esses métodos colocam certas dúvidas sobre a autoridade da Bíblia. Como adventistas do sétimo dia, continuamos crendo que a Bíblia é a autoridade final da nossa doutrina, porque a aceitamos como sendo inspirada por Deus. Embora a mensagem bíblica nos tenha chegado através de mensageiros humanos, cremos que essa mensagem tem suficiente autoridade para que seja aceita. Essa posição é muito clara na Igreja
O Adventismo e a Inspiração
Provavelmente nenhum componente da fé cristã tem sido tão debatido nos dois últimos séculos como a natureza e a autoridade das Escrituras. Havendo perdido sua confiança na Bíblia, muitos cristãos modernos e pós-modernos não mais a consideram como a "única regra de fé e prática". Sua confiança básica está fundamentada em algum elemento humano específico, ao qual as Escrituras são acomodadas. Enquanto os assim chamados conservadores da extrema-direita tentam manter a Bíblia presa a suas tradições humanas (tradicionalistas), os liberais da extrema-esquerda procuram reler as Escrituras da perspectiva da razão humana (racionalistas), ou da experiência pessoal (existencialistas), ou da cultura moderna (culturalistas). Esses elementos são considerados não apenas como mais orientários do que os escritos inspirados, mas até mesmo como o padrão adequado a ser usado para "corrigir" o conteúdo da Bíblia.
Deus suscitou a Igreja Adventista do Sétimo Dia, em meio aos desafios "desses últimos dias" (II Tim. 3:1), para restaurar e enaltecer a autoridade de Sua Palavra.1 Lamentavelmente, porém, o cumprimento dessa missão tem sido seriamente debilitado, em alguns círculos, pela aceitação das mencionadas acomodações da Escritura. Isso significa que a identidade de nossa denominação está sendo desafiada hoje não apenas por forças externas, mas também por algumas vozes internas empenhadas em promover tais acomodações.
Embora os adventistas do sétimo dia tenham escrito extensivamente, durante os últimos 150 anos,
A História da Igreja Adventista do Sétimo Dia
por Matt Slick
Adventismo do Sétimo Dia (tal como é conhecido hoje) tem as suas origens no início de 1800 quando o Sr. William Miller (1782-1849) de Low Hampton, Nova York. O Sr. Miller tinha-se convertido do deísmo ao cristianismo em 1816 e tornou-se Batista. Ele era um ávido leitor, dedicado à Palavra de Deus, e procurou conciliar aparentes dificuldades bíblicas levantadas pelos deístas. Ele baseou-se fortemente na concordância de Cruden nos seus estudos e desenvolveu um foco sobre o retorno iminente de Jesus. Ele começou a pregar com 50 anos de idade.
O tempo estava certo. América estava fervilhante com discussões sobre o retorno de Cristo. Como resultado, muitos milhares (chamado Milleritas) aceitaram a ideia de que Jesus voltaria no ano que cobre 1843-1844. Ele tinha chegado a essa data com base num estudo de Daniel 8:14 que diz: "E ele me disse:" Por 2.300 tardes e manhãs;. Então o santuário será restaurado corretamente "Ele interpretou as 2300 tardes e manhãs de ser anos e contou para a frente a partir de 457 aC, quando a ordem para reconstruir Jerusalém foi dado (Daniel 9:24-25) .1 Quando suas previsões iniciais falharam, ajustou as suas descobertas para concluir que Jesus voltaria em 21 de março de 1844 e, em seguida, mais tarde, em 22 de outubro de 1844. Após estes também falhou, Miller sair promover as suas ideias sobre o retorno de Jesus e os "mileritas" entraram na grande desilusão.
Na manhã seguinte ao "grande desapontamento" de 22 de outubro de 1844, o Sr. Hiram Edson alegou ter tido uma visão. Ele disse que viu Jesus em pé no altar do céu e concluiu que Miller estava certo sobre o tempo, mas errado sobre o local. Em outras palavras, o retorno de Jesus não foi para a terra, mas uma mudança do lugar santo para o lugar santíssimo no santuário celestial como é referenciado em Hb. 8:1-2.
O Sr. Joseph Bates (1792-1872), capitão de navio aposentado e um convertido aos "Milleritas", então começou a promover a ideia de Jesus entrando no santuário celestial. Ele publicou um panfleto que muito influenciou James (1821-1881) e Ellen White (1827-1915). São estes três que foram a força motriz do movimento SDA.
Vários relatórios afirmam que Ellen G. White (1827-1915) teve visões desde tenra idade. Tal foi o caso logo após o Grande Desapontamento. A Sra. White afirmou ter visto em uma visão de um caminho estreito, onde um anjo estava guiando adventistas. Visões subsequentes resultaram em interpretações dos três anjos em Apocalipse 14:6-11 como sendo 1843-1844 como a hora do juízo de Deus, a queda de Babilónia significava pelos adventistas, deixando várias igrejas, e admoestações contra a adoração de domingo.
• 1849 - Primeiro artigo, a Verdade Presente, foi impresso em Middletown, Connecticut
• 1850 - Primeira edição do Segundo Advento Review and Herald sábado, impresso em
Paris, Maine.
• 1860 - Nome da Adventista do Sétimo Dia adotado pela Igreja.
• 1863 - Primeira Conferência Geral e formação da IASD em 21 de maio de 1863.
• 1871 – A primeira universidade aberta que se tornou Andrews University.
• 1871 - JN Andrews enviado para a Suíça como um missionário.
• 1885 - O trabalho missionário começou na Austrália.
• 1915 - Ellen G. White morre em 16 de julho, em Santa Helena, CA.
• 1941 - Abertura do Seminário Teológico em Takoma Park.
• 1942 - A Voz da Profecia programa de rádio começa a transmitir costa a costa.
• 1950 - Fé para programa de TV Hoje começa.
• 1955 – A associação SDA atinge 1 milhão.
• 1986 - A adesão SDA atinge 5 milhões.2
Hoje, a IASD é a igreja mais abrangente no panorama evangélico com esforços de missão em todo o mundo, numerosas publicações, e muitas instalações educacionais. Mais de 18 milhões de membros no mundo inteiro e cresce rapidamente com o evangelismo pessoal, de Rádio, TV, programas de Internet e Satélite, um dos meios mais eficientes continua a ser as campanhas de evangelização local e as publicações. 3
1. Martin, Walter, Reino das Seitas, Minneapolis: Bethany House Publishers, 1977.
2. Mayer, FE, entidades religiosas nos Estados Unidos, 4 ª ed, São Luís:. Concordia Publishing House, 1961, p. 439.
3. Jordan, Anne Deveraux, Os Adventistas do Sétimo Dia: Uma História, New York: Livros Hipocrene, 1988.
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