Como Guardar o Sábado

Se o Sábado é o Dia do Senhor, deve estar a pensar: Como vou guardar este dia? A resposta está na própria Bíblia, leia estes versos:

“E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia, de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.” Gén. 2:2,3

Deus havia completado a obra da criação no sexto dia. Tudo estava feito, os animais, as plantas, o homem e tudo mais. A santa Palavra diz então que Deus descansou no sétimo dia de toda a obra que havia feito.

Eu pergunto: Será que Deus se cansa? Será que precisava de um dia inteiro para recuperar a Sua energia? Precisava de férias?

É lógico que não.

Deus somente quis nos dar um exemplo de como deveria funcionar nossas semanas. Como deveríamos agir para descansarmos dos 6 dias de trabalho.

Não se esqueça:
“O Sábado foi feito por causado homem. Não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Deus quis mostrar ao homem que depois de seis dias de trabalho, a correr de um lado para o outro, deveria tirar tempo para descansar. Deve “separar um dia para o repouso e recuperação das suas energias.

O Sábado é o dia da semana no qual devemos deixar de lado todos os nossos problemas, as nossas dívidas, as nossas preocupações e utilizar este dia para descanso da mente e do corpo.

A Bíblia diz que Deus abençoou o Sábado. Diz também que Ele santificou este dia. Ora, santificar quer dizer separar, pôr de lado. Deus tornou o Sábado um dia de descanso.

“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Deus nos manda lembrar de santificar o Sábado (separar). E aconselha a que ninguém trabalhe neste dia. Nem você, nem seu cônjuge, nem seus filhos ou empregados. Deus pede que este seja um dia especial para a família em geral e explica porque:

Ele quer que nós nos lembremos sempre que somos criaturas Suas e que é Seu poder que nos mantém vivos. Ele sabia que o homem ficaria correndo de um lado para o outro preocupado com suas próprias coisas, e que teríamos muito pouco tempo para meditar sobre Ele e suas obras.

Por isto Ele estabeleceu este dia. Para que parássemos. Lembre-se que quando Deus fala em parar de trabalhar, Ele está falando não só do pai com seu trabalho diário, mais também da mãe com sua correria doméstica, dos filhos com seus estudos e de nosso empregados e funcionários que nos ajudam nas labutas do dia a dia. Todos devem parar e devem fazer deste dia um dia especial.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Is. 58:13-14

Aqui a forma de guardar o Sábado é melhor explicada.

Como posso parar de profanar Sábado?
Não falando as minhas próprias palavras. Não tendo conversas vãs neste dia. Não andando nos meus próprios caminhos. Não fazendo as coisas que são do meu interesse. Devo dedicar as atividades que beneficiem aos outros. Levar a palavra de Deus a outras pessoas. Visitar pessoas doentes ou necessitadas. Fazer ações que beneficiem a outros.

Devemos guardar o Sábado tendo na nossa mente que este dia, não nos pertence. Ele não é nosso. É um tempo reservado e santificado por Deus. Devemos neste dia abster-nos de fazer qualquer coisa que poderemos fazer em outros dias, outras horas. Devemos devolver estas horas para o Senhor em forma de agradecimento pela semana toda e oferecer-Lhe e ao nosso próximo a nossa atenção e serviços, sempre tendo em mente honrar o Criador.

Existem regras para guardar o Sábado?

Não existem regras para guardar o Sábado. Se fizermos isto estaremos correndo o risco de agirmos como os fariseus no tempo de Jesus que tornaram o Sábado um fardo.

Porém, como seguidores da Bíblia, nós procuramos guardar o Sábado da mesma forma como ele era guardado na antiguidade, especialmente guarda-lo como Jesus guardou.

Como Adventistas do Sétimo dia, nós desenvolvemos certos costumes, não regras para a guarda do Sábado. Isto nos tem ajudado a melhor dedicar este dia.
Veja algumas delas:
“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12

Jesus fazia o bem no Sábado e isto devemos fazer também.

Não só no Sábado, mais “especialmente” no Sábado. Faça visitas aos doentes e aos necessitados. Torne o seu Sábado um dia especial de ajuda aos outros.

“…De uma tarde a outra celebrareis o vosso Sábado.” Lev. 23:32

A convenção que o dia muda a meia-noite é recente. Até pouco tempo atrás, como a Bíblia ensina, o dia começava com a noite e terminava com o pôr-do-sol.
Vinte e quatro horas exatas, independente do horário de verão e outras invenções humanas. Portanto, nós que acreditamos no Sábado temos o costume bíblico de começar o dia no pôr-do-sol de Sexta-feira e termina-lo no pôr-do-sol de Sábado.

Fazendo isto, temos também vantagem extra. Quando o Sábado se inicia e se encerra estamos acordados e preparados para recebê-lo. É muito comum fazermos um culto doméstico com nossa família, cantando hinos, citando passagens bíblicas e orando pedindo que Deus abençoe este dia. Se o Sábado começar a meia noite, provavelmente estaríamos dormindo e não haveria como recebê-lo adequadamente. Outra vantagem é que, independente do lugar em que se esteja, com relógio ou não, sabemos quando começa e onde termina o Sábado.

“E, chegada a tarde, porquanto era dia de preparação, isto é, a véspera do Sábado,” Marcos 15:42

Os judeus chamam a Sexta-feira de dia da preparação, pois é neste dia que todos os preparativos para o Sábado são realizados. É na Sexta que se prepara a roupa a ser usada na igreja, as refeições que serão consumidas naquele dia, as ofertas e outras coisas. As lojas e comércios são fechadas mias cedo, para que os pais possam estar em casa no pôr-do-sol.

A um ar de ansiedade e expectativa, como os preparativos para uma grande festa, ou a chegada de um parente distante. Apesar de sempre presente, neste dia fazemos um convite especial para que Jesus venha habitar conosco nestas próximas 24 horas. Ele é o convidado especial.

Na Sexta-feira procuramos deixar a casa em ordem e deixamos a refeição principal do sábado já pronta. Porquê? Porque tanto a mulher como o homem tem direito e o dever de descansar neste dia. Nada de ficar horas na cozinha, limpando casa, cuidando da louça.

Este é um dia especial. É muito melhor gastar alguns poucos minutos esquentando uma refeição do que passar duas ou três horas preparando-a.

Normalmente no Sábado nós nos abstemos de diversas coisas que desviam nossa atenção deste dia especial e roubam nosso tempo para estudar a sua palavra e meditar sobre a sua criação. Por isto é costume não assistir televisão (programas não evangelísticos), escutar rádio ou ir a festas.

Fica difícil pensar em Jesus ouvindo no Jornal Nacional que o governo adoptou tal medida económica, que morreram 5 em um acidente de carro ou conversando com os amigos sobre o jogo de futebol.

O Sábado é especial. Eu pessoalmente passo a sexta à noite com a minha família, lendo, escutando música sacra ou vendo algum filme sobre Jesus. Um noite agradável em família.

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor!” Salmos 122:1

Jesus tinha o costume de ir à igreja aos Sábados. Então devemos imitá-l´O.

Devemos nos congregar, aprender mais sobre sua palavra, ensinar os novos na fé, enfim, nos reunirmos com nosso irmão e repartirmos com eles as bênçãos sabáticas.

Durante o Sábado, ensine os seus filhos sobre a razão deste dia. Passeie com eles pela natureza e ensine de que tudo foi feito por Deus.
Ensine a acreditar na criação.
Ensine a ser grato a Deus por tudo.
Ensine a amar o nosso Pai como Ele nos amou.

Não há regra para guardar o Sábado, há princípios. Deus Santificou e abençoou o Sábado.

O Sábado é para nosso refrigério, convívio familiar e louvor a Deus. Na dúvida, ore e pergunte a Jesus se Ele faria esta ou aquela coisa se estivesse no seu lugar.
Esta é a melhor regra a ser seguida.

Se deseja saber o endereço de uma igreja que guarda o Sábado perto de sua residência, PROCURE NESTE BLOG!
Peter P. Goldschmid, Sábado, o Selo de Deus, Capítulo 10.

O Poder da Veracidade

O lábio de verdade ficará para sempre, mas a língua mentirosa dura só um momento. Provérbios 12:19.

Há os que tão intimamente se relacionaram com a verdade que coisa alguma, nem mesmo o martírio e a morte os poderiam dela separar. Os que querem esquivar-se à verdade mediante o silêncio, temendo ofender a alguém, atestam uma mentira. Gracejar com a verdade, disfarçar, para agradar à opinião de alguém, significa o naufrágio da fé. Desprezemos a falsificação. Nunca, por uma palavra ou ato, ou pelo silêncio, atestemos uma mentira. …

Todos os que fazem afirmações inverídicas… servem àquele que foi mentiroso desde o princípio. Estejamos alerta contra a falsidade que manifesta-se naquele que a pratica. Digo a todos: Fazei da verdade vossa proteção. Sede fiéis a vossa fé. Ponde de lado toda a prevaricação e exagero. Não façais nunca uma declaração falsa. Por amor de vossa própria vida, e da de outros, sede verdadeiros em vossas palavras. Nunca faleis nem pratiqueis uma falsidade. A verdade, unicamente, suporta a repetição. A firme adesão à verdade é necessária à formação do caráter cristão. “Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça.” Efésios 6:14.

Aquele que profere mentiras vende o caráter em mercado barato. Suas falsidades podem parecer úteis em emergência. Poderá ele prosperar no comércio porque ganha pela falsidade aquilo que não poderia ganhar pela sinceridade no trato. Mas chegará afinal ao ponto em que não poderá confiar em ninguém. Mentiroso ele mesmo, não tem confiança na palavra dos outros.

Não há absolutamente outra salvaguarda contra o mal senão a verdade. Nenhum homem em cujo coração não habite a verdade, pode ficar firme pelo direito. Só há um poder capaz de nos tornar e manter firmes: é o poder de Deus, comunicado a nós pela graça de Cristo.

Unida a Cristo, a natureza humana torna-se verdadeira e pura. Cristo supre a eficácia, e o homem torna-se um poder para o bem. … A veracidade e a integridade são atributos de Deus, e quem possui essas qualidades possui um poder invencível.

Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 182.

Projeto Reavivados por Sua Palavra


Uma viagem de descobrimento através da Bíblia

Os adventistas do sétimo dia, que somam mais de 17 milhões em todo o mundo, querem ressaltar a importância da leitura diária da Bíblia Sagrada nos lares. A leitura da Bíblia faz parte da comunhão diária com Deus, por isso o projeto Reavivados por Sua palavra: uma viagem de descobrimento através da Bíblia incentiva a todos que leiam, todos os dias, um capítulo da Bíblia Sagrada em todo o planeta.

O plano começa no dia 17 de abril de 2012 e vai terminar em 2015, quando os adventistas realizam sua assembleia mundial na cidade de San Antonio, nos Estados Unidos. Prepare-se para essa experiência de reavivamento espiritual. São 1.189 capítulos de inspiração divina para sua vida!

Já É Hora Despertar do Sono

“Deus fala. Ele nos ordena que fiquemos à parte e tenhamos comunhão com Ele”
Escrevendo aos cristãos romanos, o apóstolo Paulo advertiu: “Digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (Rm 13:11, 12).

Ao longo dos anos, tenho descoberto que Deus está constantemente tentando me despertar, sempre que eu começo a dormir espiritualmente. Creio que isso também é verdadeiro para todos os cristãos e para a igreja como um todo.

Até julho do ano passado, Janet e eu desfrutávamos nosso ministério liderando a Associação Central da Califórnia. Porém, durante a assembleia mundial da Igreja, realizada em Atlanta, fui chamado para me unir à equipe da Associação Ministerial. Depois de um intenso processo de busca ao Senhor em oração, aceitamos o convite que, de fato, representou um chamado ao despertamento em nossa vida e nosso ministério. Mas essa não foi a primeira experiência nesse assunto.

Primeiro despertamento
Cresci no lar de um pastor e uma professora adventistas. Meus pais amavam servir ao Senhor, mas eu aparentemente não conhecia Jesus nem tinha certeza da salvação, quando era adolescente. Enquanto eles cumpriam seu ministério, eu preferia ficar em casa vendo televisão. Minhas ações eram rebeldes e destrutivas. Fui expulso de três colégios adventistas, me envolvi com drogas e queria ser completamente livre de qualquer coisa que se relacionasse com igreja ou religião. Na juventude, frequentei uma faculdade pública, onde me juntei a outros rebeldes e fazíamos tudo o que queríamos.

Mas Deus tinha planejado um despertamento. Meus pais compreenderam que eu travava uma grande luta e pediam a todos quantos podiam que orassem pelo filho perdido. Num sábado à noite, depois de um dia inteiro experimentando droga, minha namorada e eu conversávamos sobre o quanto odiávamos as pessoas e porque não éramos felizes. Durante a conversa, num lance de lucidez, compreendemos que as únicas pessoas que se importavam conosco eram os cristãos adventistas.

Nossos pais enviaram um pastor (ex-alcoólatra) para conversar connosco. Batemos a porta em sua face, mas ele deixou o cartão de visita, dizendo: “Vocês precisarão de mim algum dia e, quando isso acontecer, podem chamar-me.” Naquela noite, lembramo-nos de tudo o que tínhamos aprendido na infância e concluímos que a única alegria real era o amor. Decidimos dar uma chance a Jesus. Que maravilhoso despertamento experimentamos!

Seis meses depois de experimentar o amor e a aceitação de um grupo de irmãos em uma pequena igreja, matriculei-me no curso teológico da Universidade Andrews e, durante o período de estudos, procurei envolver-me no trabalho em favor de outros. Naquela Universidade, o Senhor me despertou para o poder da oração, a alegria da certeza da salvação, a força do ministério de pequenos grupos e outras atividades evangelísticas.

Segundo despertamento
Outro despertamento aconteceu no sudeste de Illinois, em meu primeiro distrito pastoral, composto por duas igrejas e um grupo. Na época, incentivado pelos líderes da Associação, plantei uma nova igreja. Jovem e animado, envolvido com pregação, visitação de membros, estudos bíblicos, escola, e tantas programações quantas me fosse possível assistir, algumas vezes, cheguei a cochilar ao volante. Tempos depois, fui chamado para outra Associação. Aquelas igrejas cresceram e o grupo se tornou igreja organizada. Mas, compreendi que eu não pastoreava de acordo com o modelo bíblico, ou seja, eu não treinava nem discipulava os membros.

Então, resolvi seguir o princípio do “sacerdócio de todos os crentes”, treinando e equipando a irmandade para o trabalho missionário. Compreender e ensinar sobre os dons espirituais representou grande despertamento para minha igreja e meu ministério. Quando fui designado pela Associação para treinar os irmãos em vários ministérios, alegremente aceitei. Durante cinco anos, Deus continuou abrindo meus olhos para novos aprendizados e orientações.

Terceiro despertamento
Na Pensilvânia, fui agraciado com um dos maiores chamados de Cristo ao despertamento. Ali trabalhei como secretário ministerial e diretor de Ministério Pessoal, secretário e presidente da Associação. Minha esposa e eu sabíamos que as pessoas estavam orando por nós, porque em todos os lugares elas nos falavam sobre isso. Certa ocasião, numa reunião campal, os irmãos foram incentivados a orar, no início do dia, para que os líderes recebessem o batismo do Espírito Santo.

Sem compreender plenamente o poder da oração intercessora, demorei algum tempo até me engajar no programa. Inicialmente, Janet sentiu a alegria do Espírito Santo no coração. Mas eu resistia, imaginando que, como presidente da Associação, eu era um líder muito espiritual e talvez não precisasse ser espiritualmente ajudado por outras pessoas. A realidade foi que, com o passar dos meses, a nova experiência de oração e amor que Janet vivia com o Senhor me incomodava e fazia-me sentir culpado.

Foi durante um encontro de oração que Deus, finalmente, captou minha atenção. Janet estava respondendo ao chamado do Espírito Santo e crescendo na nova experiência. Observando-a, certa manhã, lembrei-me de uma senhora que lhe havia causado mágoa. Silenciosamente perguntei a Deus: “Se ela está crescendo espiritualmente, por que ainda está magoada com aquela mulher?” Na manhã seguinte, veio a resposta: Impressionada por Deus, Janet chamou a mulher e, com palavras de graça que lhe foram dadas pelo Senhor, lhe ofereceu perdão. Quando vi e compreendi o que Deus tinha feito, meus muros de resistência caíram como os de Jericó. Aprendi a gastar mais tempo em oração. E Deus tem-nos mostrado novas e maravilhosas formas de adorar e orar, à medida que nos tornamos mais íntimos dEle e nEle nos alegramos.

A seguinte declaração de Ellen G.White tem-me dirigido em alguns dos mais produtivos e significativos tempos na minha jornada cristã e pastoral: “Em meio a essa corrida louca, Deus fala. Ele nos ordena que fiquemos à parte e tenhamos comunhão com Ele. ‘Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus.’

“Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus… Com passos precipitados apertam-se ao atravessar o grupo dos que têm a adorável presença de Cristo, detendo-se possivelmente um momento no recinto sagrado, mas não para esperar conselho… E com seus fardos eles voltam a seus trabalhos. Esses trabalhadores nunca poderão alcançar maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual” (Educação, p. 260, 261).

Se desejamos reavivamento e reforma, devemos investir tempo com Jesus e permitir que Ele habite em nós. Reavivamento e reforma de nossas igrejas tem início com nossa ligação com Cristo Jesus. Como em Atos 6, quando focalizarmos a oração e o ministério da Palavra, a igreja
florescerá.

Despertamento hoje
Certamente, desejamos disponibilizar treinamento nas áreas do ministério e desenvolver recursos para os pastores. Entretanto, nossa prioridade máxima é a ligação com Jesus.

Individualmente e em equipe, estamos tomando tempo para orar, pedindo que Deus nos dirija. Sabemos que essa experiência de oração e comunhão produzirá pastores e líderes com tanto poder como nunca imaginamos nem sonhamos. Há também o “Projeto 777”, que nos incentiva a orar sete dias por semana, às sete horas (da manhã ou da tarde), para que o Espírito Santo nos capacite, bem como nossos líderes, familiares e igrejas. Participe desse projeto, junte-se aos milhares de pastores que, em todo o mundo, estão comprometidos com a vida de oração. Lembre-se da promessa de Jesus: “Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre
a Terra, concordarem a respeito de qualquer coisa, que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por Meu Pai, que está nos céus” (Mt 18:19).

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15:58).

Jerry N. Page – Secretário ministerial da Associação Geral da IASD. Publicado na Revista Ministério

A Posição da Igreja Adventista sobre a Comercialização de Jóias?

A posição adventista sobre a comercialização de jóias fundamenta-se em dois princípios básicos: o primeiro é o compromisso adventista com a recomendação bíblica de abstenção do uso de jóias. O Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia (revisto em 2005), pág. 177, declara que “nas Escrituras é ensinado com clareza que o uso de jóias é contrário à vontade divina. ‘Não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso’, é a admoestação do apóstolo Paulo (I Tim. 2:9). O uso de ornamentos de jóias é um esforço para atrair a atenção, em desacordo com o esquecimento de si mesmo que o cristão deve manifestar”.

Angel M. Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral, trata com muita propriedade este assunto no seu livro O Uso de Jóias na Bíblia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002).

Richard M. Davidson, diretor do Departamento de Antigo Testamento da Universidade Andrews, reconhece que houve ocasiões na história bíblica em que o povo de Deus sucumbiu ao uso de jóias. Mas, em períodos de especial consagração, Deus pediu que o Seu povo se desfizesse das jóias e adornos como um símbolo exterior de dedicação interior da vida a Ele. Foi assim, por exemplo, na dedicação de Jacob e a sua família em Betel (Gén. 35:1-4); na reconsagração dos israelitas após a idolátrica adoração do bezerro de ouro, no deserto do Sinai (Êxo. 33:5 e 6); e também na recomendação às mulheres cristãs no período do Novo Testamento (I Tim. 2:9 e 10; I Ped. 3:3-5). Já no livro do Apocalipse aparece um marcante contraste entre a grande meretriz “vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas” (Apoc. 17:4; cf. 2 Reis 9:30), de um lado, e a mulher pura “vestida do sol” (Apoc. 12:1) e a grande multidão dos glorificados “vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (Apoc. 7:9), do outro. Consequentemente, os adventistas entendem ser seu dever abster-se das jóias.

Um segundo princípio básico que fundamenta a posição adventista sobre a comercialização de jóias é que não devemos produzir e/ou comercializar aquilo que não usamos por estar em desacordo com os ensinos bíblicos. Por exemplo, nunca deveríamos produzir e/ou vender drogas e bebidas alcoólicas que nós mesmos não devemos consumir. Da mesma forma, não devemos fabricar ou comercializar jóias e ornamentos dos quais somos aconselhados a nos abster. É certo que Ellen White aconselha que “aqueles que têm braceletes e usam ouro e adornos, fariam melhor se tirassem esses ídolos de sua pessoa e os vendessem, mesmo que fosse por muito menos do que deram por eles” (citado em O Uso de Jóias na Bíblia, pág. 150). Mas esse conselho é que a pessoa se desfaça das suas jóias, sem nenhuma conotação de comercialização de jóias.

Existem, porém, aqueles que argumentam que essa é uma questão meramente cultural, e a única forma de subsistência disponível para eles. Mas o argumento cultural é desfeito, em grande parte, pelo simples fato de a abstinência de jóias ser enfatizada tanto no Antigo como no Novo Testamento, bem como no Espírito de Profecia (ver “Declarações de E. G. White Sobre Jóias e Adorno Pessoal”, em O Uso de Jóias na Bíblia, págs. 148-154). Como esses escritos foram produzidos em diferentes contextos culturais, mas são unânimes em recomendar a abstinência do uso de jóias, entendemos que tal abstinência é um princípio universal que transcende às diferentes culturas.

Por sua vez, a argumentação de que a comercialização de jóias é a única forma de subsistência para algumas famílias acaba refletindo a teoria existencialista de que “os fins justificam os meios”. Como adventistas do sétimo dia, devemos reconhecer que nem todas as atividades comerciais são condizentes com a fé que professamos. O exercício da religião exige, por vezes, renúncia e sacrifício. Portanto, recomendamos que, como cristãos adventistas, não produzamos nem comercializemos tudo aquilo que também não devemos consumir ou usar, incluindo a questão de jóias.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm publicado na Revista do Ancião (abril – junho de 2007).

Esperança nas grandes cidades através da internet

Em 2013 o projeto de evangelismo nas grandes cidades da Igreja Adventista do Sétimo Dia também vai contar com a força da Internet.

A Administração da IASD na América do Sul, em parceria com a Rede Novo Tempo de Comunicação lançaram hoje, em Hong Kong no fórum mundial de Internet, o desafio: alcançar 100 milhões de pessoas nas grandes cidades pela Internet!

Para isso, contaremos com a ajuda do nosso super time de evangelistas na web. Se você ainda não faz parte deste time, curta nossa página no Facebook CLICANDO AQUI e aceite este desafio com a gente! Siga nosso perfil no Twitter também e fique por dentro de todas as novidades em tempo real: @evangelismoweb
Vamos fazer diferença na Internet? Com o Espírito Santo, 100 milhões de pessoas é muito pouco!

De Maçom a Adventista (Testemunho)

A Fé dos Homens

As diversas confissões religiosas existentes em Portugal!

Um espaço dedicado às diferentes religiões reconhecidas em Portugal e instituídas através de uma Igreja própria.
Uma produção da responsabilidade da Artémis, Logomedia e Neva, este programa diário integra as participações de Aliança Evangélica Portuguesa, Igreja Ortodoxa, Igreja Adventista do 7º Dia, Comunidade Islâmica de Lisboa, Comunidade Bahai de Portugal, Igreja Vetero-Católica, Igreja Católica Ortodoxa, Igreja Católica Romana, Comunidade Hindu de Portugal, entre outras.

ADRA NORTE REALIZA I EDIÇÃO DA CAMINHADA SOLIDÁRIA

A Coordenação Regional Norte da ADRA (Associação para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência) realizou, no passado Domingo, dia 13 de maio, a I Edição da Caminhada Solidária com o objetivo de angariar fundos para apoiar a Associação Protetora da Criança (APC) de Valadares.

A iniciativa foi apadrinhada pela ex-atleta olímpica Aurora Cunha e pelo apresentador da RTP, Hélder Reis, que divulgou o evento no programa Praça da Alegria.

A caminhada teve forte adesão em termos de participantes e contou com a presença de cerca de mil pessoas que fizeram um percurso de 7, 5 Km entre Miramar e Espinho, começando com um aquecimento patrocinado pela Academia FFitness. À chegada, todos os participantes tiveram direito a um rastreio de saúde gratuito, efetuado por voluntários do Projeto AGIR, numa parceria com a Delegação ADRA de Canelas.

O valor angariado nesta iniciativa solidária ultrapassou os 2.700 euros e reverterá totalmente a favor da APC. Esta instituição de cariz social, fundada em 1953, alberga 30 crianças desfavorecidas. A sua ação centra-se na intervenção especializada com crianças e jovens em situação de perigo imediato, proporcionando-lhes um ambiente que se assemelhe a um Modelo Familiar e possibilitando-lhes a sua reintegração na sociedade. A APC de Valadares encontra-se neste momento com um projeto ambicioso, com um custo estimado em 200 mil euros, para construir um Jardim Infantil que venha a dar melhores condições às crianças que acolhem.

João Martins, diretor executivo da ADRA Portugal, referiu que ?é magnífico ver como tanta gente, num domingo de manhã, se quis juntar a nós com o objetivo de apoiar uma causa social tão nobre?. ?Certamente que os bons momentos que aqui foram passados ficarão na memória de todos os participantes?, acrescentou.

A Coordenação Regional Norte da ADRA tem desenvolvido várias ações de apoio aos mais desfavorecidos da região e organizado eventos de divulgação e angariação de fundos que servem para sustentar os seus projetos e os de outras organizações.

ADRA PROMOVE A DIVULGAÇÃO DE PRESENTES DE ESPERANÇA

A ADRA Portugal está a promover, este ano, a divulgação de alguns materiais que preparou para serem vendidos como Presentes de Esperança. Estes têm o duplo objectivo de, por um lado, promoverem a Instituição e, por outro, serem um meio para a angariação de fundos que possibilite manter o apoio às actividades levadas a cabo no país.

Os Presentes de Esperança reflectem uma imagem positiva e transmitirão, certamente, alegria a quem os receber.

Todos têm implícita a alusão às acções que a ADRA realiza no alívio do sofrimento daqueles com quem trabalha.

A organização humanitária preparou um catálogo que contém as possibilidades de compra e os preços de cada artigo.

Se desejar adquirir algum destes produtos, entre em contacto com a ADRA através do correio electrónico info@adra.org.pt ou pelo telefone 213580535.

Ajude a ADRA a “Mudar o Mundo, Uma Vida de Cada Vez!”

CONGRESSO MUNDIAL DE LIBERDADE RELIGIOSA ABRE COM APELO PARA EVITAR A ORIENTAÇÃO DA SOCIEDADE SECULAR

 Fotografia de Ansel Oliver/ANN
Ao dirigir a palavra a cerca de 900 delegados e convidados no Sétimo Congresso Mundial da Associação Internacional para a Liberdade Religiosa (IRLA), que se realizou na República Dominicana, Denton Lotz, um notável pastor batista e presidente da IRLA (na sigla em inglês), resumiu o objetivo deste evento de três dias: "Hoje, estamos aqui reunidos porque acreditamos que a liberdade religiosa é fundamental para todos os direitos humanos".

Este ponto de vista, infelizmente, não é partilhado em muitas partes do mundo, algo que, segundo Lotz, torna estas sessões ainda mais importantes.
"Compete-nos trabalhar em conjunto para que vivamos em harmonia e concórdia", referiu Lotz a uma plateia constituída por líderes cristãos, muçulmanos, judeus e de outras comunidades. "Não necessitamos de guerras religiosas".

Fotografia de Ansel Oliver/ANN 

A violência contra os cristãos continua a ser um problema evidente, de acordo com um vídeo apresentado na sessão de abertura, que exibiu as sentenças de morte pronunciadas (mas que ainda não foram levadas a cabo) contra cristãos no Paquistão e Irão, sob acusação de "blasfémia", e os assassínios dos paquistaneses Salman Tasser, governador da província de Punjab, e Shahbaz Bhatti, ministro das Minorias Religiosas. Foi igualmente referida a extrema repressão religiosa observada na Coreia do Norte.

Embora o tema central do congresso,"Secularismo e Liberdade Religiosa - Conflito ou Parceria", possa parecer muito distante dos territórios onde a perseguição é ativa, Lotz apresentou uma visão diferente: "A maioria das pessoas no mundo sofre com a falta de liberdade religiosa. Setenta por cento do mundo vive em locais de repressão religiosa", salientou.

 Dirigindo-se a uma audiência composta, entre outros, por adventistas do sétimo dia, menonitas, católicos, batistas, mórmones e cientologistas, John Graz, o secretário-geral da IRLA, afirmou que o congresso mundial é um evento multifacetado: "Este congresso é sobre a liberdade religiosa, mas não é um evento religioso", comentou Graz. "Estamos todos aqui reunidos. Representamos diferentes confissões, religiões e Igrejas. Somos diferentes, mas respeitamo-nos mutuamente".

Sob o tema "Secularismo e Liberdade Religiosa - Conflito ou Parceria", oradores e delegados procuraram avaliar os desafios de um mundo que se mostra cada vez mais hostil à diversidade de expressão religiosa no âmbito público. Embora defenda a separação entre Igreja e Estado, Lotz fez um apelo para que a religião evite seguir a orientação de uma sociedade secular.

"Quando a religião se torna secular, creio que o maior desafio para a liberdade religiosa é consentir que o secularismo defina aquilo em que uma religião deve acreditar", disse Lotz aos delegados. "Quando permitimos que a secularização da nossa fé transcenda o transcendente, ela perde o seu significado", acrescentou.

Segundo Lotz, "A religião morre quando não está centrada em Deus, mas unicamente na autonomia humana. A religião prospera quando se concentra em Deus".

Num comunicado lido aos delegados, o presidente do país, Leonel Fernandez Reyna, deu "as mais cordiais boas-vindas à República Dominicana, uma terra de liberdade. A República Dominicana é um lugar de liberdade para cristãos, muçulmanos, judeus e pessoas de outras religiões".

Fonte: Adventist News Network



A Grande Esperança e a Ruína Social


Leio na Imprensa local que o “Projeto A Grande Esperança” irá distribuir 170 milhões de livros em todo o mundo (42 milhões no Brasil e 800 mil em Mato Grosso do Sul). Diz o comunicado da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pela iniciativa, que a distribuição da obra escrita pela norte-americana Ellen Gold White, vem para fazer frente à situação que o mundo atualmente se encontra, onde tudo parece “caminhar para ruína social, moral, econômica”, oferecendo alento e dizendo que “com certeza tudo terminará bem se nos mantivermos firmes ao lado do nosso Salvador Jesus” (1).

É interessante notar como a humanidade nos momentos de crise sempre recorre a Deus em suas diversas denominações para depositar n’Ele suas esperanças. Desde os primórdios até os dias atuais, desde as confissões mais céticas até as mais fervorosas, o catecismo é o mesmo. É interessante notar também que a maioria das religiões não coloca no centro de suas preocupações e debates, de maneira crítica e holística, o contexto de desajuste que os homens vêm construindo e praticando no decorrer da história, contra si e o meio-ambiente, e que, nos momentos atuais, assume proporções assustadoras.

O que vemos na verdade é que cada vez mais há o distanciamento entre os ensinamentos divinos e a realidade. Não mais mensura-se a fidelidade ou infidelidade humana ao projeto de salvação oferecido por Deus através de seu filho Jesus Cristo, na nossa cultura, a partir das ações praticadas. Achamos que tudo acontece num plano superior, predefinido, fora do alcance do homem e onde não há como sua pequenez penetrar. E nem faz por onde. Esse pensamento popularizou-se, cumpre lembrar, após a Reforma protestante, que influenciou as ideias de tantos pensadores contemporâneos, como é o caso da profetisa e precursora do movimento Adventista sabatista, Ellen Gould White (1827-1915).

No curso de uma linha etéria e nefelibática, essa corrente de pensamento adentra com sabedoria o campo da metafísica e da alma humana: “discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: razão do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus”. Em que pese este seja o tema mais abordado pelos animadores da fé nos templos de tijolos ou virtuais que tomam de assalto nossa sala, sobretudo aos finais de semanas ou nas madrugadas, observa-se uma dicotomia gritantemente avassaladora.
Verifica-se um sistemático distanciamento entre os apelos do Espírito e as necessidades da Carne, tal qual nos fala a Epístola de Paulo aos Gálatas 5,13-26. Os desvios que a humanidade vem praticando e que tem resultado em desesperança e descrédito, pouco se fala ou se faz para transformar essa realidade – social, política e económica — de pecado e desajuste com os ditames da fé bíblica. O livro de Ellen White, restauracionista que é, busca fazer a sua parte: oferece aos cristãos pela via suave, um caminho, uma direção. Tudo no esforço de “mostrar a mão de Deus guiando os cristãos ao longo da história” (2). Algo como se houvesse um “conflito cósmico sendo travado na terra entre o bem (Deus) e o mal (Satanás)”, embate que acontece independentemente dos homens.

Isso, entretanto, soa tão distante e irreal que nos põe em dúvida se esse é o caminho mais acertado, homens de ciência que somos. Mas, para Ellen Gould Harmon, que é o nome verdadeiro da “irmã White”, não havia dúvida nas suas convicções de fé. Descrita como “uma das figuras mais vibrantes e fascinantes da história da religião americana” (3), tornou-se a autora feminina mais traduzida de não-ficção na história da literatura, bem como o mais traduzido autor de não-ficção americana de ambos os sexos. Escreveu mais de 5 mil artigos e 40 livros. Outros estudos seus tratam de teologia, evangelização, vida cristã, educação e saúde, tendo sido uma defensora do vegetarianismo. Promoveu também a criação de escolas e centros médicos.
O portal Vikipédia traz uma longa biografia da escritora dando destaque para as experiências visionárias, que começaram aos 17 anos e se prolongou durante o resto de sua vida em diversas ocasiões, sendo-lhe “revelado”, no seu entendimento, o poder de Deus. Sua vontade era que o mundo fosse “contagiado” pela mensagem do segundo advento de Cristo à Terra para buscar aqueles que servem ao único Deus. Isto precisa ser proclamado em cada igreja em nossa terra” –dizia. “Os cristãos precisam saber disso, e não colocar os homens onde Deus deveria estar, para que eles não sejam mais adoradores de ídolos, mas sim do Deus vivo. Existe idolatria nas nossas igrejas” denunciava.

Fátima e Mediugórie, no universo católico são exemplos de cristãos que tiveram visões e presenciaram aparições divinas semelhantes, revelando ao mundo um último apelo de conversão à Deus. Numa região convertida ao catolicismo e duramente perseguida pelo domínio turco entre 1478 e 1878, a mãe de Jesus em sua aparição a seis jovens croatas, revelou-lhes uma dezena de segredos sobre acontecimentos que sobrevirão, em breve, à humanidade. Após a realização do 10º segredo, segundo as videntes, “o poder de Satanás será destruído e um Novo Pentecostes marcará o início de um Novo Tempo” (4). O apelo à conversão interior, percebe-se, está muito presente quando os homens encontram-se em dificuldades extremas.

Ainda que as religiões pouco possam contribuir para mudar os contextos sociais, políticos e económicos da sociedade atual, sobre os alertas e verdades advindas da Sabedoria superior, vindas do Pai Celestial e destinadas a seus filhos amados, elas são mais do que necessárias, porque moldam o interior do homem. São sinais de esperança e estímulo para aqueles — revolucionários, como Francisco, Padre Pio, Tereza de Calcutá, Camilo Torres, entre outros –, que lutaram por transformações nas estruturas do seu tempo. Lutaram para que os homens do nosso tempo interfiram em defesa dos mais fracos em face do opressor. Serve também de alento à hierarquia das igrejas, missionários, pastores, padres, rabinos, bispos e diáconos, para que arrisquem mais suas vidas na proclamação dos valores do Evangelho da Justiça e da Solidariedade, prenúncio da vida Eterna, e ajudem a orientar o homem, em concretum, no curso de seus dias, até que Ele venha.
*Carlos Alberto dos Santos Dutra
http://dutracarlito.com/artigos.html
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ps: Publicado na íntegra
José Carlos Costa

CRESCENTES CONFLITOS RELIGIOSOS AFETAM A IGREJA ADVENTISTA NA NIGÉRIA

A Igreja Adventista do Sétimo Dia na Nigéria está a sofrer uma diminuição na frequência dos seus membros e alguns encerramentos de igrejas devido ao agravamento dos conflitos religiosos no país.

Uma escalada de ataques contra as igrejas cristãs por parte do grupo extremista Boko Haram, que começou no final do ano passado, tem fomentado a violência sectária entre grupos muçulmanos e cristãos, no nordeste da Nigéria.

Adicionalmente, o governo nacional eliminou recentemente os subsídios à energia, que duplicou o preço da gasolina e suscitou greves e manifestações em todo o país. As notícias avançam que os nigerianos vivem com medo dos distúrbios contínuos.

iStockPhoto/ANN Entretanto, a escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie solicitou aos líderes religiosos do seu país para se manifestarem contra a violência, segundo noticia o diário britânico 'The Guardian'.

"Os líderes cristãos devem continuar a pregar a paz e a união para que os cristãos não retaliem", disse Adichie em declarações ao jornal. "Os líderes muçulmanos devem vigorosa e repetidamente condenar a violência contra os cristãos e deixar claro que Boko Haram não representa o islamismo da Nigéria", salientou.

A Igreja Adventista no país tem dedicado os últimos dias ao jejum e à oração pela presente situação. A administração da Igreja local está a aconselhar os membros a trabalharem em pequenos grupos e a evitarem os grandes encontros religiosos públicos. As campanhas de evangelização ao ar livre foram adiadas devido ao recolher obrigatório e à frágil situação de segurança, referiram obreiros denominacionais.
De acordo com um relatório de Bindas Stephen Haruna, presidente da Associação Nordeste da Nigéria, a Igreja Adventista no país não perdeu membros nem sofreu danos materiais. No entanto, alguns membros viram as suas propriedades saqueadas ou queimadas.

"A situação no norte da Nigéria mostra como a falta de liberdade religiosa pode afetar a vida das igrejas, e por que razão devemos promover e defender firmemente esta liberdade essencial antes que seja tarde de mais", sublinhou John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial.

A frequência à igreja, no nordeste da Nigéria, caiu drasticamente, levando ao encerramento de igrejas em algumas regiões onde os membros são, na sua maioria, pessoas de negócios que regressaram às suas casas. Noutras igrejas, os pastores deixaram as suas congregações com receio de serem mortos.

A situação gerou uma onda de evangelismo em pequenos grupos, informaram os líderes da Igreja. Neste contexto, os oficiais da Igreja local estão a solicitar as orações e o apoio da família da Igreja mundial.

Fonte: Adventist News Network

NA HUNGRIA, EMENDA À LEI RELIGIOSA RECONHECE A IGREJA ADVENTISTA DO SÉTIMO DIA

O difícil processo pelo qual a Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria tem passado tomou recentemente um novo rumo, quando os legisladores do país votaram a restauração do estatuto oficial da denominação.

No dia 27 de fevereiro, o Parlamento da Hungria fez emendas à controversa "Lei das Igrejas" a fim de expandir a lista de Igrejas oficialmente reconhecidas, passando de 14 para um total de 32. Entre os grupos religiosos adicionados pela lei estão a Igreja Metodista, a Igreja Pentecostal, a Igreja Copta Ortodoxa e o Conselho Islâmico Húngaro.

Fotografia de Arquivo da ANN Tamás Ócsai, presidente da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria, referiu que a votação pôs termo às incertezas que, durante meses, assolaram os líderes da Igreja e os seus membros. De acordo com a Lei das Igrejas, aprovada em julho do ano passado, 14 denominações mantiveram o seu estatuto legal tradicional, ao passo que cerca de 300 grupos religiosos minoritários, entre os quais a Igreja Adventista do Sétimo Dia, viram anulado o seu registo e foram convidadas a solicitar novamente o estatuto de Igreja. O governo húngaro explicou que a lei faz parte de um conjunto alargado de esforços que visam fortalecer a economia do país, e tem como objetivo impedir que falsos grupos religiosos reivindiquem direitos e privilégios concedidos a Igrejas.

"Os últimos seis meses têm sido um desafio", afirmou Ócsai, minutos depois do Parlamento ter votado a emenda. "Mas, durante todo este tempo, não estivemos sós. Temos sentido o apoio da nossa família eclesiástica espalhada pelo mundo que, juntamente connosco, esteve a orar para que o propósito de Deus viesse a prevalecer."

Bertil Wiklander, presidente da Divisão Trans-Europeia da Igreja Adventista, acolheu bem a notícia, dizendo que a decisão permite que a Igreja na Hungria encare o futuro com objetivos e energia renovados. "A Igreja Adventista do Sétimo Dia da Hungria tem uma longa tradição de serviço comunitário realizado pelas suas igrejas, pelos programas educativos e pelas iniciativas de saúde pública e bem-estar", acrescentou. "Estamos muito satisfeitos que o governo da Hungria tenha reconhecido este rico património, e que os bons ministérios da nossa Igreja para o bem da comunidade possam continuar."

Wiklander também elogiou os líderes da Igreja na Hungria pela sua "abordagem equilibrada e persistente com que conduziram esta situação política e legal complexa".

"Hoje unimo-nos aos nossos irmãos da Hungria, dando graças a Deus por os ter conduzido ao longo de um período que foi tremendamente difícil?, acrescentou.

Raafat Kamal, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Divisão Trans-Europeia, referiu que a aprovação da emenda representa "um enorme alívio para todos aqueles que têm trabalhado incansavelmente para este resultado". Mas também salientou que a Lei das Igrejas tem suscitado uma preocupação considerável a nível internacional, desde que foi aprovada no ano passado, e que alguns analistas afirmam que politiza abertamente o panorama religioso na Hungria.

Em resposta às críticas, o governo húngaro enfatizou que até mesmo os grupos religiosos que não possuam o estatuto de Igreja podem continuar a congregar-se, adorar e evangelizar - direitos que são protegidos pela constituição da Hungria.

John Graz, o diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa da Igreja Adventista mundial, sublinhou que os Adventistas do Sétimo Dia na Hungria e em todo o mundo têm motivos para dar graças.

"A minha esperança", acrescentou, "é que o governo da Hungria continue a reavaliar a forma como lida com as minorias religiosas. A liberdade religiosa está mais segura quando os governos não fazem distinção legal entre as religiões e disponibiliza o mesmo tipo de proteção e privilégios a todas".

A Igreja Adventista do Sétimo Dia na Hungria foi reconhecida oficialmente pelo governo em 1957 e tem atualmente mais de 100 congregações com 5 mil membros. Também gere o Seminário Teológico Adventista de Pecel, próximo de Budapeste, que conta com 66 alunos.

Fonte: Adventist News Network

A Grande Esperança: O que falta aos adeptos da teologia da prosperidade?

"A grande e maravilhosa obra da última mensagem angélica deve ser levada avante agora como nunca dantes. O mundo deve receber a luz da verdade por meio do ministério evangelizador da Palavra em nossos livros e periódicos. Nossas publicações devem mostrar que o fim de todas as coisas está às portas". Testemunhos para a Igreja, v. 9, p. 61.

"É em grande parte por meio de nossas casas editoras que se há de efetuar a obra daquele outro anjo [Ap 18:1] que desce do céu com grande poder e, com sua glória, ilumina a Terra". Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 140.

Projecto Solidário doa farinha de milho aos alunos da Missão Adventista - Angola

Huambo - Um donativo composto por mil e 250 sacos de 25 quilogramas de farinha de milho foi entregue hoje, sexta-feira, ao internato afecto a escola do I e II ciclos do ensino secundário da Missão Adventista do Sétimo Dia, do sector do Bongo, no município do Longonjo, província do Huambo.

O donativo, um gesto do Projecto Solidário da empresa IN-Inocêncio Nanga Maya, visa suprimir as dificuldades alimentares dos 250 alunos internatos na instituição escolar.

Na ocasião, o pastor da Igreja Adventista do Sétimo Dia no Huambo, Daniel Kamenha, agradeceu o gesto, frisando que vai ajudar na melhoria da dieta alimentar no
internato que alberga alunos de ambos os sexos provenientes das províncias do Huambo, Bié, Moxico, Malanje, Luanda e Kuando Kubango.

Além deste donativo, o Projecto Solidário vai ainda, nos próximos Dias, instalar na Missão Adventista do Sétimo Dia do Bongo, 150 postos de iluminação pública e um gerador com a capacidade de 150 kaveas.

O Projecto Solidário procedeu, no dia 9 deste mês, a entrega de 120 toneladas de bens alimentares diversos, além de 120 cadeiras de rodas para mais de duas mil pessoas vulneráveis de 60 bairros da periferia da cidade do Huambo.

ADRA INTERNACIONAL: O IMPACTO NO MUNDO

ADRA Internacional: O Impacto no Mundo
Como organização oficial de ajuda humanitária da Igreja Adventista do Sétimo Dia, a Associação Adventista para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência (ADRA) continua a atingir progressos consideráveis em resposta aos necessitados, desalojados e muitas vezes esquecidos, providenciando intervenções de emergência, ajudando-os a atingir todo o seu potencial.

Em 2011, a rede ADRA causou impacto na vida de cerca de 20 milhões de pessoas por todo o mundo. Através de projetos criativos de desenvolvimento, que fortaleceram a autossuficiência entre as comunidades afetadas pela pobreza, e da distribuição de alimentos e pastilhas de purificação de água no rescaldo das catástrofes, o trabalho da ADRA tem produzido, em todo o mundo, mudanças positivas na vida das pessoas.
A ADRA Internacional contribuiu financeiramente, desde janeiro de 2011 até à data, com mais de 4,8 milhões de dólares para mais de 100 iniciativas de emergência. Estas respostas apoiaram milhões de pessoas cujas vidas se encontravam ameaçadas por calamidades, como sejam o tsunami, que atingiu o Japão em março de 2011, ou a prolongada seca que se tem feito sentir no Corno de África.
Como parte do compromisso de longo prazo da ADRA Internacional na reconstrução do Haiti, a ADRA, em parceria com os voluntários Maranatha, estão a construir 100 escolas de uma única sala de aula na ilha. Este projeto, no valor de 1 milhão de dólares, surgiu como resposta a um pedido formulado pelo presidente do Haiti, Michel Martelly, para melhorar o acesso à educação.
Em novembro de 2011, a ADRA Internacional organizou uma cimeira sobre gestão de emergências para avaliar e melhorar o seu processo de coordenação e organização de planos de emergência. A cimeira identificou maneiras de implementar práticas que vão fortalecer e expandir a sua resposta aos desastres. Para referir apenas algumas, a Organização decidiu melhorar a sua capacidade de resposta através de voluntários com experiência em situações de emergência, garantindo à ADRA um aumento da sua capacidade para responder às emergências enquanto cumpre os padrões internacionais de igualdade e responsabilidade.
Num esforço para que a sua resposta às necessidades humanitárias globais continue a ser relevante, a ADRA Internacional está a criar uma estrutura que permita uma presença em países do Médio Oriente. As oportunidades para ajudar as pessoas desta região desafiante do mundo são muitas, especialmente durante este tempo de crise política e económica. Através desta iniciativa, a ADRA está a reforçar o seu compromisso de exercer uma presença ativa nesta parte do mundo.

A ADRA Internacional continua empenhada em levar a cabo a sua missão de compaixão pelos milhões de pessoas que são atingidos pela pobreza, fome, doenças, injustiças sociais e catástrofes naturais.

Para mais informações sobre a ADRA, aceda ao site www.adra.org.pt.

Igreja Adventista realiza mais de 250 baptismos

Huambo - Pelo menos 258 baptismos de comunhão com Deus foram realizados neste domingo, pela Igreja Adventista do 7º dia nas províncias de Benguela, Bié, Huambo, Kwanza Sul e Kuando Kubango, no âmbito das celebrações do Dia Internacional da Mulher, assinalado a 8 deste mês.
A informação foi prestada hoje, segunda-feira, à Angop, nesta cidade, pelo presidente da associação centro da Igreja Adventista do 7º dia, pastor Daniel Cameia, para quem o reencontro dos fiéis com Deus resultou de uma campanha de evangelização efectuada nas comunidades pelo ministério de mulheres, afecto à denominação religiosa.
Disse que o baptismo é um símbolo de grande importância na vida de todos os seres humanos feitos a imagem e semelhança de Deus.
Explicou que a confiança, fidelidade mútua e amor são os principais pressupostos da ligação com Deus, que passam necessariamente pelo baptismo.
"É imperioso seguirmos o exemplo de Jesus Cristo, que mesmo não cometendo pecado na face terra aceitou ser baptizado por João Baptista e mostrar para humanidade a sua verdadeira importância", salientou.