ESTÁ A IGREJA CATÓLICA CONTRA A DISTRIBUIÇÃO DO LIVRO “GRANDE CONFLITO”?

Catholic Church is taking SDA General Conference to court over the worldwide circulation of the book 'Great Controversy'. The church has launched this project-to circulate around the world, with some pictures
added about the work of the papacy, pagan worship, etc. The Catholic's
are not happy with it.6 out of the 9 supreme court judges in the US are Catholics!
We have to PRAY. Prophecy is being fulfilled. Send this to all SDA people you know. We are living in very interesting times! GOD Save His
people!

Resumindo a noticia acima: 
A Igreja Catáolica leva a Conferencia Geral dos Adventistas do Sétimo Dia a Tribunal pela circulação do livro “O Grande Conflito”. E isto por este livro trazer algumas fotografias sobre os papas, e afirmar que o culto desta igreja é fundamentado no culto pagão, isso entristece a Igreja Católica.

Tanto quanto se sabe esta notícia da Igreja Católica ter feito algumas démarches no sentido de proibir ou impedir a continuidade da distribuição do livro, tem algum fundamento, no entanto, e segundo o advogado da Igreja Adventista este rumor de uma acção legal e infundado.

A Igreja Adventista do Sétimo Dia tem um grande alcance a nível mundial, excedendo, com sucesso, todas as expectativas.

“A mensagem do Grande Conflito está a ser espalhada e, tocando e mudando a vida de muitas pessoas”, refere o líder da Conferência Geral.

O objetivo do Projeto “O Grande Conflito” e “Esperança para cada Lar”, é facultar aos milhões de pessoas no mundo uma cópia completa do livro “O Grande Conflito”, escrito pela co-fundadora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ellen G. White, ou uma versão resumida intitulada “A Grande Esperança”, aprovada pelo Estado Ellen G. White. O objetivo declarado é apelar os Adventistas de todo o mundo para ler ou distribuir, pessoalmente, cópias desses livros na comunidade em que estão inseridos. O plano inicial de distribuição de 50 milhões de cópias foi há muito ultrapassado pela notícia de que 175 milhões de cópias iriam ser impressas e distribuídas no final do ano 2013.

Este “Projeto está a receber o apoio mundial e o seu progresso é encorajador”, afirma Delbert Baker, o vice-presidente geral da Igreja Mundial“. "Tem-se desenvolvido melhor do que o previsto e estamos a receber um fluxo constante de testemunhos do impacto positivo que este Projeto está a realizar na vida das pessoas", salienta Baker. "Até à data, todas as divisões iniciaram os seus programas. As pessoas estão a distribuir, ativamente, o livro e os leitores estão a responder positivamente".

Com o volume original com cerca de 700 páginas, em Inglês, a brochura "A Grande Esperança" é impresso em linguagem actual, de modo a que todos os leitores a entendam. “No entanto”, refere Baker, “a essência da mensagem do livro mantém-se intacta.

"A versão abreviada possui uma boa amostragem do que se encontra na versão clássica. Para além disso, na brochura “A Grande Esperança ", convidamos os leitores para visitar um site onde poderá baixar a versão completa do livro clássico ou fazer inscrever-se para realizar estudos bíblicos online. Os leitores também são convidados a visitar as Igrejas Adventistas do Sétimo Dia da sua cidade, "para saber mais sobre a mensagem que o livro contém e sobre os Adventistas”, acrescentou.

No entanto, à medida que o projeto maciço se desenvolve, no entanto, circulam rumores de que as ações legais para impedir a distribuição do livro foram arquivadas. O Procurador Karnik Doukmetzian, Conselheiro Geral da Igreja Mundial, questionou a veracidade desses relatórios e acredita que sejam apenas rumores infundados.

“A Conferência Geral desconhece que quaisquer ações legais ou judiciais tenham ameaçado ou sido arquivadas em qualquer Tribunal. Quaisquer reivindicações deste tipo seriam frívolas e sem fundamento. A fonte de tais rumores é ainda desconhecida”, afirma Doukmetzian.

Baker observou que, embora muitas possam ter diferentes perspetivas sobre os vários aspectos do Programa de distribuição de livros e brochuras, a maior necessidade deste Projeto é que os membros distribuam a versão da escolha da Conferência Geral e orem pelo sucesso do mesmo.

Para mais informações acerca do “Projeto ‘O Grande Conflito’: Esperança para cada Lar”, pode obtê-lo através do site http://greatcontroversyproject.adventist.org/.

Relatado por Mark A. Kellner, editor de notícias da Revista Adventista(Adventist Review).
http://www.adventistreview.com/article/5515/archives/issue-2012-1519/29-cn-book-distribution-response-exceed-early-goals

Recebido do Departamento de Comunicações da União Portuguesa dos Adventistas do Sétimo Dia.

A Posição da Igreja Adventista quanto às Mudanças Climáticas

Os cientistas advertem que o gradual aquecimento da atmosfera como resultado da atividade humana trará sérias consequências ambientais. O clima irá se alterar, resultando em mais tempestades, mais inundações e mais secas.

A fim de manter a alteração climática dentro de limites suportáveis as emissões de gases de estufa, principalmente dióxido de carbono (CO2), precisam ser reduzidas significativamente.

Os países industrializados são a principal fonte dessas emissões, ao passo que as primeiras vítimas são os pequenos estados insulares e os países litorâneos não muito acima do nível do mar. A despeito dos riscos evidentes, os governos parecem lentos em agir.

Os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia em todo o mundo solicitam que os governos envolvidos tomem medidas necessárias para evitar o perigo. Os governos devem:
1. Cumprir o acordo assinado no Rio de Janeiro (Convenção de 1992 sobre Mudanças Climáticas), a fim de estabilizar as emissões de dióxido de carbono por volta do ano 2000 a níveis de 1990.

2. Estabelecer planos para maiores reduções das emissões de dióxido de carbono após o ano 2000.

3. Iniciar debates públicos mais eficazes sobre os riscos das mudanças climáticas.

Assinando esta declaração, os adventistas declaram sua defesa de um estilo de vida simples e saudável, em que as pessoas não entram na rotina do consumismo desenfreado e da produção de desperdícios. Eles pedem respeito à Natureza, moderação no uso dos recursos mundiais e reavaliação de nossas necessidades como indivíduos.

Esta declaração foi aprovada e votada pela Comissão Administrativa da Associação Geral, em 19 de dezembro de 1995.

Fonte: Declarações da Igreja

Nota: Esta declaração, assim como muitas outras sobre meio ambiente e outras questões fundamentais, reafirmam a preocupação da Igreja Adventista do Sétimo Dia com o bem-estar integral do ser humano e, desta forma, uma cobrança sistemática junto aos governantes de leis e mecanismos que garantam esta boa qualidade de vida com a devida proteção a todos os seres vivos. Isso, também, sinaliza a posição de vanguarda desta Igreja nestas questões; muito antes destes temas estarem na ordem do dia em termos de discussão mundial, a Igreja Adventista já os abordava – pregando e orientando os seus fiéis quanto ao devido respeito à Natureza como um dos “compêndios” que nos leva guia ao Criador.
Publicado em 14/03/2008 por Blog Sétimo Dia

A Posição da Igreja Adventista Quanto ao Cigarro

O cigarro é a maior causa evitável de morte no mundo. É um conceito ético universal de que a prevenção é melhor do que a cura. No que concerne ao fumo, muitos países defrontam-se com um paradoxo ético: conquanto muitas décadas de pesquisa tenham apresentado incontestável evidência dos danos causados à saúde pelo cigarro, a indústria do fumo ainda floresce, frequentemente com o apoio tácito ou aberto dos governos. A ética do fumar torna-se ainda mais séria pelas alarmantes revelações acerca dos óbitos e riscos à saúde causados pelo fumar indiretamente ou “de segunda mão”. Uma questão séria de ética internacional é a exportação de cigarros para os países em desenvolvimento, principalmente cigarros com mais elevados teores de elementos letais do que o admissível em qualquer outro lugar.

Por mais de um século, a Igreja Adventista tem advertido os seus jovens e o público em geral quanto à natureza viciante e destruidora da saúde que é própria do cigarro. Os cigarros constituem um risco mundial à saúde por causa da combinação do hábito associado à ganância económica da indústria do fumo e de outros segmentos do mercado.

Os adventistas crêem que a ética da prevenção requer planos públicos de ação que reduzam o fumo, tais como:

1. Proibição uniforme de toda propaganda de cigarro.

2. Leis protegendo as crianças e os jovens que são alvo da indústria do fumo.

3. Leis mais estritas proibindo fumar em lugares públicos.

4. Uso mais agressivo e sistemático da média a fim de educar os jovens quanto aos riscos do cigarro.


5. Impostos substancialmente mais altos sobre cigarros.

6. Regulamentos exigindo que a indústria do fumo pague pelos custos do cuidado da saúde associados ao uso dos seus produtos. Iniciativas como estas salvariam milhões de vidas por ano.

Esta declaração foi aprovada e votada pela Comissão Administrativa da Associação Geral para ser divulgada pelo gabinete do então presidente Robert S. Folkenberg durante o Concílio Anual em São José, Costa Rica, de 1 a 10 de outubro de 1996.

A Posição da Igreja Adventista Sobre o Racismo

Um dos males mais odiosos dos nossos dias e o racismo, a crença ou prática que vê ou trata certos grupos étnicos como inferiores e, portanto, objetos de dominação, discriminação e segregação.

Embora o pecado do racismo seja um fenómeno antiquíssimo baseado na ignorância, no medo, na alienação e no falso orgulho, algumas das suas mais hediondas manifestações têm ocorrido em nosso tempo O racismo e os preconceitos irracionais operam num círculo vicioso.

O racismo está entre os piores dos arraigados preconceitos que caracterizam seres humanos pecaminosos. Suas consequências são geralmente devastadoras, porque o racismo facilmente torna-se permanentemente institucionalizado e legalizado. Em suas manifestações extremas, ele pode levar à perseguição sistemática e mesmo ao genocídio.

A Igreja Adventista condena todas as formas de racismo, inclusive a atuação política do apartheid, com sua segregação forçada e discriminação legalizada.

Os adventistas querem ser fiéis ao ministério reconciliador designado à igreja cristã. Como uma comunidade mundial de fé, a Igreja Adventista deseja testemunhar e exibir em suas próprias fileiras a unidade e o amor que transcendem as diferenças raciais e sobrepujam a alienação do passado entre os povos.

As Escrituras ensinam claramente que todas as pessoas foram criadas à imagem de Deus, que “de um só fez toda a geração dos homens, para habitar sobre toda a face da Terra” (Atos 17:26). A discriminação racial é uma ofensa contra seres humanos iguais, que foram criados à imagem de Deus. Em Cristo, “não há judeu nem grego”(Gál. 3:28). Portanto, o racismo é realmente uma heresia e em essência uma forma de idolatria, pois limita a paternidade de Deus, negando a irmandade de toda a espécie humana e exaltando a superioridade racial de alguém.

A norma para os adventistas está reconhecida na Crença Fundamental no 13 da Igreja, “Unidade no Corpo de Cristo”, baseada na Bíblia. Ali é salientado: “Em Cristo somos uma nova criação; distinções de raça, cultura e nacionalidade, e diferenças entre altos e baixos, ricos e pobres, homens e mulheres, não devem ser motivo de dissensões entre nós. Todos somos iguais em Cristo, o qual por um só Espírito nos uniu numa comunhão com Ele e uns com os outros; devemos servir e ser servidos sem parcialidade ou restrição.”

Qualquer outra abordagem destrói o âmago do evangelho cristão.

Esta declaração foi apresentada por Neal C. Wilson, então presidente da Associação Geral, após consulta com os 16 vice-presidentes mundiais da Igreja Adventista, em 27 de junho de 1985, durante a assembleia da Associação Geral realizada em Nova Orleans, Louisiana.

EX-PRESIDENTE DA IGREJA ADVENTISTA MUNDIAL RECEBE CONDECORAÇÃO

Fotografia de Arquivo da ANN, de Robert East
A Noruega, o país natal de Jan Paulsen, ex-presidente da Igreja Adventista mundial, reconheceu o veterano administrador da Igreja pelo seu "serviço para o bem da humanidade".

Paulsen foi recentemente agraciado com o título de Comandante da Real Ordem de Mérito Norueguesa, uma das mais altas honras civis do país. O Palácio Real da Noruega afirmou em comunicado que o rei Harald V condecorou Paulsen pelo seu "meritório? trabalho humanitário.

Paulsen referiu que esta distinção honrosa o apanhou de surpresa. "Alegra-me que o prémio surja como corolário de um reconhecimento do 'serviço para o bem da humanidade', pois é disso que se trata a vida de serviço cristão", sublinhou.

Paulsen receberá a insígnia da ordem numa cerimónia de apresentação programada para este ano, disseram representantes do governo.

A Real Ordem de Mérito Norueguesa foi criada pelo rei Olav V em 1985 e é atribuída a cidadãos noruegueses e estrangeiros como uma recompensa pelo "serviço excelente em prol da Noruega".

"É uma grande honra para a Igreja Adventista do Sétimo Dia na Noruega que o trabalho à escala mundial do Dr. Paulsen seja reconhecido desta forma", afirmou Reidar Kvinge, presidente da Igreja Adventista na Noruega.

Paulsen exerceu o cargo de presidente da Igreja Adventista mundial de 1999 a 2010. Iniciou o seu trabalho ministerial em 1953, na Noruega, e ocupou posteriormente funções educativas e de liderança no Gana e na Nigéria. De 1976 a 1980, Paulsen desempenhou o cargo de diretor da Universidade de Newbold, uma instituição adventista na Inglaterra, que aloja a principal faculdade de teologia da Divisão Trans-Europeia. Durante doze anos, Paulsen liderou essa Divisão, cuja sede se encontra em St. Albans, Inglaterra.

Ao longo da sua carreira, Paulsen deu prioridade ao avanço do ensino superior em África e teve um papel determinante na coordenação da resposta humanitária da Igreja Adventista à pandemia da SIDA.

Fonte: Adventist News Network

PASTOR EDWIN LUDESCHER FALECEU AOS 84 ANOS


O pastor austríaco Edwin Ludescher aguarda a ressurreição depois de um ministério de mais de 60 anos.

Na passada segunda-feira 11 de Junho de 2012, aos 84 anos, faleceu Edwin Ludescher, pastor da Igreja Adventista, após doença prolongada.

O ministério do Pr. Ludescher teve início em 1948 como pastor de jovens na Áustria e em 1950 foi chamado para ser reitor do Seminário Teológico de Collonges, França. Mais tarde, em 1975, foi eleito presidente da Divisão Euro-Africana onde liderou com grande sabedoria até 1994.

O Pr. Edwin Ludescher e a sua esposa tiveram dois filhos, Jurgen e Gerd.

O ex-tesoureiro da Divisão Euro-Africana, Erich Amelung lamentou a perda de uma pessoa que arriscou a sua vida pela causa de Deus. "A sua confiança na liderança de Deus e a crença no retorno iminente de Jesus Cristo continuará a ser um grande marco para todos nós ".

O ex-presidente da divisão, Ulrich Frikart também não esqueceu "um grande homem, no mais nobre sentido da palavra, pois marcou as vidas de milhares de pessoas na Europa e em África. Por meio dos seus talentos administrativos, o seu amor e visão para a igreja e especialmente sua profunda fé e equilibrada, Edwin Ludescher deixa vestígios duradouros. Mesmo nos momentos de intenso sofrimento no final da sua vida, a sua força e o seu compromisso com o Senhor, fizeram dele um homem firme."
Bruno Vertallier, atual presidente da divisão euro-africana destaca que "Edwin Ludescher inspirou muitas pessoas, como pastor, missionário e presidente. A Igreja honra este homem de Deus ".

O funeral está agendado para sexta-feira 29 de junho de 2012, às 14:00, na Igreja Adventista de Berna, na Suíça.

Aos filhos e respectivas famílias bem como a todos os amigos, queremos, nesta hora de pesar, enviar as nossas sinceras condolências relembrando a promessa que a Bíblia nos dá de que, "se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele". [1 Tessalonicenses 4:14]

ADRA - ANGOLA

ADRA comemorou em 2010, o vigésimo ano da sua criação. Foi um longo percurso, desde que um grupo de cidadãos se uniu, motivados pela necessidade de uma maior participação da sociedade civil na vida pública, económica, social e cultural do país. Foi uma iniciativa de pessoas estimuladas a contribuir para que as comunidades rurais tenham cada vez, maior protagonismo no processo de desenvolvimento integral e sustentável.
Ao longo desses anos a ADRA passou por ciclos e momentos próprios de vida de uma organização que inclui forças e fragilidades, altos e baixos. Contudo, tem sabido adaptar-se de modo a atender às novas demandas internas e externas e a aprender com os seus próprios erros.
ADRA está segura que a sua razão de ser, permanece válida. Trata-se de uma organização que procura contribuir para o desenvolvimento rural democrático e sustentável, social e ambientalmente justo, e para o processo de reconciliação nacional e a paz em Angola.

Como Guardar o Sábado

Se o Sábado é o Dia do Senhor, deve estar a pensar: Como vou guardar este dia? A resposta está na própria Bíblia, leia estes versos:

“E havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia, de toda a sua obra que tinha feito. E abençoou Deus o dia sétimo e o Santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.” Gén. 2:2,3

Deus havia completado a obra da criação no sexto dia. Tudo estava feito, os animais, as plantas, o homem e tudo mais. A santa Palavra diz então que Deus descansou no sétimo dia de toda a obra que havia feito.

Eu pergunto: Será que Deus se cansa? Será que precisava de um dia inteiro para recuperar a Sua energia? Precisava de férias?

É lógico que não.

Deus somente quis nos dar um exemplo de como deveria funcionar nossas semanas. Como deveríamos agir para descansarmos dos 6 dias de trabalho.

Não se esqueça:
“O Sábado foi feito por causado homem. Não o homem por causa do Sábado.” Marcos 2:27

Deus quis mostrar ao homem que depois de seis dias de trabalho, a correr de um lado para o outro, deveria tirar tempo para descansar. Deve “separar um dia para o repouso e recuperação das suas energias.

O Sábado é o dia da semana no qual devemos deixar de lado todos os nossos problemas, as nossas dívidas, as nossas preocupações e utilizar este dia para descanso da mente e do corpo.

A Bíblia diz que Deus abençoou o Sábado. Diz também que Ele santificou este dia. Ora, santificar quer dizer separar, pôr de lado. Deus tornou o Sábado um dia de descanso.

“Lembra-te do dia do Sábado para o santificar. Seis dias trabalharás e farás toda a tua obra. Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, teu Deus; não farás nele nenhum trabalho, nem tu, nem o teu filho, nem a tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o forasteiro das tuas portas para dentro; porque, em seis dias, fez o Senhor os céus a terra, o mar e tudo o que neles há, e, no sétimo dia, descansou; por isso, o Senhor abençoou o dia de Sábado e o santificou”. Êxodo 20: 8-11

Deus nos manda lembrar de santificar o Sábado (separar). E aconselha a que ninguém trabalhe neste dia. Nem você, nem seu cônjuge, nem seus filhos ou empregados. Deus pede que este seja um dia especial para a família em geral e explica porque:

Ele quer que nós nos lembremos sempre que somos criaturas Suas e que é Seu poder que nos mantém vivos. Ele sabia que o homem ficaria correndo de um lado para o outro preocupado com suas próprias coisas, e que teríamos muito pouco tempo para meditar sobre Ele e suas obras.

Por isto Ele estabeleceu este dia. Para que parássemos. Lembre-se que quando Deus fala em parar de trabalhar, Ele está falando não só do pai com seu trabalho diário, mais também da mãe com sua correria doméstica, dos filhos com seus estudos e de nosso empregados e funcionários que nos ajudam nas labutas do dia a dia. Todos devem parar e devem fazer deste dia um dia especial.

“Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no meu santo dia; se chamares ao Sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor. Eu te farei cavalgar sobre os altos da terra e te sustentarei com a herança de Jacó, teu pai, porque a boca do Senhor o disse.” Is. 58:13-14

Aqui a forma de guardar o Sábado é melhor explicada.

Como posso parar de profanar Sábado?
Não falando as minhas próprias palavras. Não tendo conversas vãs neste dia. Não andando nos meus próprios caminhos. Não fazendo as coisas que são do meu interesse. Devo dedicar as atividades que beneficiem aos outros. Levar a palavra de Deus a outras pessoas. Visitar pessoas doentes ou necessitadas. Fazer ações que beneficiem a outros.

Devemos guardar o Sábado tendo na nossa mente que este dia, não nos pertence. Ele não é nosso. É um tempo reservado e santificado por Deus. Devemos neste dia abster-nos de fazer qualquer coisa que poderemos fazer em outros dias, outras horas. Devemos devolver estas horas para o Senhor em forma de agradecimento pela semana toda e oferecer-Lhe e ao nosso próximo a nossa atenção e serviços, sempre tendo em mente honrar o Criador.

Existem regras para guardar o Sábado?

Não existem regras para guardar o Sábado. Se fizermos isto estaremos correndo o risco de agirmos como os fariseus no tempo de Jesus que tornaram o Sábado um fardo.

Porém, como seguidores da Bíblia, nós procuramos guardar o Sábado da mesma forma como ele era guardado na antiguidade, especialmente guarda-lo como Jesus guardou.

Como Adventistas do Sétimo dia, nós desenvolvemos certos costumes, não regras para a guarda do Sábado. Isto nos tem ajudado a melhor dedicar este dia.
Veja algumas delas:
“Ora, quanto mais vale um homem que uma ovelha? Logo, é licito, nos sábados, fazer o bem.” Mateus 12:12

Jesus fazia o bem no Sábado e isto devemos fazer também.

Não só no Sábado, mais “especialmente” no Sábado. Faça visitas aos doentes e aos necessitados. Torne o seu Sábado um dia especial de ajuda aos outros.

“…De uma tarde a outra celebrareis o vosso Sábado.” Lev. 23:32

A convenção que o dia muda a meia-noite é recente. Até pouco tempo atrás, como a Bíblia ensina, o dia começava com a noite e terminava com o pôr-do-sol.
Vinte e quatro horas exatas, independente do horário de verão e outras invenções humanas. Portanto, nós que acreditamos no Sábado temos o costume bíblico de começar o dia no pôr-do-sol de Sexta-feira e termina-lo no pôr-do-sol de Sábado.

Fazendo isto, temos também vantagem extra. Quando o Sábado se inicia e se encerra estamos acordados e preparados para recebê-lo. É muito comum fazermos um culto doméstico com nossa família, cantando hinos, citando passagens bíblicas e orando pedindo que Deus abençoe este dia. Se o Sábado começar a meia noite, provavelmente estaríamos dormindo e não haveria como recebê-lo adequadamente. Outra vantagem é que, independente do lugar em que se esteja, com relógio ou não, sabemos quando começa e onde termina o Sábado.

“E, chegada a tarde, porquanto era dia de preparação, isto é, a véspera do Sábado,” Marcos 15:42

Os judeus chamam a Sexta-feira de dia da preparação, pois é neste dia que todos os preparativos para o Sábado são realizados. É na Sexta que se prepara a roupa a ser usada na igreja, as refeições que serão consumidas naquele dia, as ofertas e outras coisas. As lojas e comércios são fechadas mias cedo, para que os pais possam estar em casa no pôr-do-sol.

A um ar de ansiedade e expectativa, como os preparativos para uma grande festa, ou a chegada de um parente distante. Apesar de sempre presente, neste dia fazemos um convite especial para que Jesus venha habitar conosco nestas próximas 24 horas. Ele é o convidado especial.

Na Sexta-feira procuramos deixar a casa em ordem e deixamos a refeição principal do sábado já pronta. Porquê? Porque tanto a mulher como o homem tem direito e o dever de descansar neste dia. Nada de ficar horas na cozinha, limpando casa, cuidando da louça.

Este é um dia especial. É muito melhor gastar alguns poucos minutos esquentando uma refeição do que passar duas ou três horas preparando-a.

Normalmente no Sábado nós nos abstemos de diversas coisas que desviam nossa atenção deste dia especial e roubam nosso tempo para estudar a sua palavra e meditar sobre a sua criação. Por isto é costume não assistir televisão (programas não evangelísticos), escutar rádio ou ir a festas.

Fica difícil pensar em Jesus ouvindo no Jornal Nacional que o governo adoptou tal medida económica, que morreram 5 em um acidente de carro ou conversando com os amigos sobre o jogo de futebol.

O Sábado é especial. Eu pessoalmente passo a sexta à noite com a minha família, lendo, escutando música sacra ou vendo algum filme sobre Jesus. Um noite agradável em família.

“Alegrei-me quando me disseram: Vamos a casa do Senhor!” Salmos 122:1

Jesus tinha o costume de ir à igreja aos Sábados. Então devemos imitá-l´O.

Devemos nos congregar, aprender mais sobre sua palavra, ensinar os novos na fé, enfim, nos reunirmos com nosso irmão e repartirmos com eles as bênçãos sabáticas.

Durante o Sábado, ensine os seus filhos sobre a razão deste dia. Passeie com eles pela natureza e ensine de que tudo foi feito por Deus.
Ensine a acreditar na criação.
Ensine a ser grato a Deus por tudo.
Ensine a amar o nosso Pai como Ele nos amou.

Não há regra para guardar o Sábado, há princípios. Deus Santificou e abençoou o Sábado.

O Sábado é para nosso refrigério, convívio familiar e louvor a Deus. Na dúvida, ore e pergunte a Jesus se Ele faria esta ou aquela coisa se estivesse no seu lugar.
Esta é a melhor regra a ser seguida.

Se deseja saber o endereço de uma igreja que guarda o Sábado perto de sua residência, PROCURE NESTE BLOG!
Peter P. Goldschmid, Sábado, o Selo de Deus, Capítulo 10.

O Poder da Veracidade

O lábio de verdade ficará para sempre, mas a língua mentirosa dura só um momento. Provérbios 12:19.

Há os que tão intimamente se relacionaram com a verdade que coisa alguma, nem mesmo o martírio e a morte os poderiam dela separar. Os que querem esquivar-se à verdade mediante o silêncio, temendo ofender a alguém, atestam uma mentira. Gracejar com a verdade, disfarçar, para agradar à opinião de alguém, significa o naufrágio da fé. Desprezemos a falsificação. Nunca, por uma palavra ou ato, ou pelo silêncio, atestemos uma mentira. …

Todos os que fazem afirmações inverídicas… servem àquele que foi mentiroso desde o princípio. Estejamos alerta contra a falsidade que manifesta-se naquele que a pratica. Digo a todos: Fazei da verdade vossa proteção. Sede fiéis a vossa fé. Ponde de lado toda a prevaricação e exagero. Não façais nunca uma declaração falsa. Por amor de vossa própria vida, e da de outros, sede verdadeiros em vossas palavras. Nunca faleis nem pratiqueis uma falsidade. A verdade, unicamente, suporta a repetição. A firme adesão à verdade é necessária à formação do caráter cristão. “Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça.” Efésios 6:14.

Aquele que profere mentiras vende o caráter em mercado barato. Suas falsidades podem parecer úteis em emergência. Poderá ele prosperar no comércio porque ganha pela falsidade aquilo que não poderia ganhar pela sinceridade no trato. Mas chegará afinal ao ponto em que não poderá confiar em ninguém. Mentiroso ele mesmo, não tem confiança na palavra dos outros.

Não há absolutamente outra salvaguarda contra o mal senão a verdade. Nenhum homem em cujo coração não habite a verdade, pode ficar firme pelo direito. Só há um poder capaz de nos tornar e manter firmes: é o poder de Deus, comunicado a nós pela graça de Cristo.

Unida a Cristo, a natureza humana torna-se verdadeira e pura. Cristo supre a eficácia, e o homem torna-se um poder para o bem. … A veracidade e a integridade são atributos de Deus, e quem possui essas qualidades possui um poder invencível.

Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais, pág. 182.

Projeto Reavivados por Sua Palavra


Uma viagem de descobrimento através da Bíblia

Os adventistas do sétimo dia, que somam mais de 17 milhões em todo o mundo, querem ressaltar a importância da leitura diária da Bíblia Sagrada nos lares. A leitura da Bíblia faz parte da comunhão diária com Deus, por isso o projeto Reavivados por Sua palavra: uma viagem de descobrimento através da Bíblia incentiva a todos que leiam, todos os dias, um capítulo da Bíblia Sagrada em todo o planeta.

O plano começa no dia 17 de abril de 2012 e vai terminar em 2015, quando os adventistas realizam sua assembleia mundial na cidade de San Antonio, nos Estados Unidos. Prepare-se para essa experiência de reavivamento espiritual. São 1.189 capítulos de inspiração divina para sua vida!

Já É Hora Despertar do Sono

“Deus fala. Ele nos ordena que fiquemos à parte e tenhamos comunhão com Ele”
Escrevendo aos cristãos romanos, o apóstolo Paulo advertiu: “Digo isto a vós outros que conheceis o tempo: já é hora de vos despertardes do sono; porque a nossa salvação está, agora, mais perto do que quando no princípio cremos. Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz” (Rm 13:11, 12).

Ao longo dos anos, tenho descoberto que Deus está constantemente tentando me despertar, sempre que eu começo a dormir espiritualmente. Creio que isso também é verdadeiro para todos os cristãos e para a igreja como um todo.

Até julho do ano passado, Janet e eu desfrutávamos nosso ministério liderando a Associação Central da Califórnia. Porém, durante a assembleia mundial da Igreja, realizada em Atlanta, fui chamado para me unir à equipe da Associação Ministerial. Depois de um intenso processo de busca ao Senhor em oração, aceitamos o convite que, de fato, representou um chamado ao despertamento em nossa vida e nosso ministério. Mas essa não foi a primeira experiência nesse assunto.

Primeiro despertamento
Cresci no lar de um pastor e uma professora adventistas. Meus pais amavam servir ao Senhor, mas eu aparentemente não conhecia Jesus nem tinha certeza da salvação, quando era adolescente. Enquanto eles cumpriam seu ministério, eu preferia ficar em casa vendo televisão. Minhas ações eram rebeldes e destrutivas. Fui expulso de três colégios adventistas, me envolvi com drogas e queria ser completamente livre de qualquer coisa que se relacionasse com igreja ou religião. Na juventude, frequentei uma faculdade pública, onde me juntei a outros rebeldes e fazíamos tudo o que queríamos.

Mas Deus tinha planejado um despertamento. Meus pais compreenderam que eu travava uma grande luta e pediam a todos quantos podiam que orassem pelo filho perdido. Num sábado à noite, depois de um dia inteiro experimentando droga, minha namorada e eu conversávamos sobre o quanto odiávamos as pessoas e porque não éramos felizes. Durante a conversa, num lance de lucidez, compreendemos que as únicas pessoas que se importavam conosco eram os cristãos adventistas.

Nossos pais enviaram um pastor (ex-alcoólatra) para conversar connosco. Batemos a porta em sua face, mas ele deixou o cartão de visita, dizendo: “Vocês precisarão de mim algum dia e, quando isso acontecer, podem chamar-me.” Naquela noite, lembramo-nos de tudo o que tínhamos aprendido na infância e concluímos que a única alegria real era o amor. Decidimos dar uma chance a Jesus. Que maravilhoso despertamento experimentamos!

Seis meses depois de experimentar o amor e a aceitação de um grupo de irmãos em uma pequena igreja, matriculei-me no curso teológico da Universidade Andrews e, durante o período de estudos, procurei envolver-me no trabalho em favor de outros. Naquela Universidade, o Senhor me despertou para o poder da oração, a alegria da certeza da salvação, a força do ministério de pequenos grupos e outras atividades evangelísticas.

Segundo despertamento
Outro despertamento aconteceu no sudeste de Illinois, em meu primeiro distrito pastoral, composto por duas igrejas e um grupo. Na época, incentivado pelos líderes da Associação, plantei uma nova igreja. Jovem e animado, envolvido com pregação, visitação de membros, estudos bíblicos, escola, e tantas programações quantas me fosse possível assistir, algumas vezes, cheguei a cochilar ao volante. Tempos depois, fui chamado para outra Associação. Aquelas igrejas cresceram e o grupo se tornou igreja organizada. Mas, compreendi que eu não pastoreava de acordo com o modelo bíblico, ou seja, eu não treinava nem discipulava os membros.

Então, resolvi seguir o princípio do “sacerdócio de todos os crentes”, treinando e equipando a irmandade para o trabalho missionário. Compreender e ensinar sobre os dons espirituais representou grande despertamento para minha igreja e meu ministério. Quando fui designado pela Associação para treinar os irmãos em vários ministérios, alegremente aceitei. Durante cinco anos, Deus continuou abrindo meus olhos para novos aprendizados e orientações.

Terceiro despertamento
Na Pensilvânia, fui agraciado com um dos maiores chamados de Cristo ao despertamento. Ali trabalhei como secretário ministerial e diretor de Ministério Pessoal, secretário e presidente da Associação. Minha esposa e eu sabíamos que as pessoas estavam orando por nós, porque em todos os lugares elas nos falavam sobre isso. Certa ocasião, numa reunião campal, os irmãos foram incentivados a orar, no início do dia, para que os líderes recebessem o batismo do Espírito Santo.

Sem compreender plenamente o poder da oração intercessora, demorei algum tempo até me engajar no programa. Inicialmente, Janet sentiu a alegria do Espírito Santo no coração. Mas eu resistia, imaginando que, como presidente da Associação, eu era um líder muito espiritual e talvez não precisasse ser espiritualmente ajudado por outras pessoas. A realidade foi que, com o passar dos meses, a nova experiência de oração e amor que Janet vivia com o Senhor me incomodava e fazia-me sentir culpado.

Foi durante um encontro de oração que Deus, finalmente, captou minha atenção. Janet estava respondendo ao chamado do Espírito Santo e crescendo na nova experiência. Observando-a, certa manhã, lembrei-me de uma senhora que lhe havia causado mágoa. Silenciosamente perguntei a Deus: “Se ela está crescendo espiritualmente, por que ainda está magoada com aquela mulher?” Na manhã seguinte, veio a resposta: Impressionada por Deus, Janet chamou a mulher e, com palavras de graça que lhe foram dadas pelo Senhor, lhe ofereceu perdão. Quando vi e compreendi o que Deus tinha feito, meus muros de resistência caíram como os de Jericó. Aprendi a gastar mais tempo em oração. E Deus tem-nos mostrado novas e maravilhosas formas de adorar e orar, à medida que nos tornamos mais íntimos dEle e nEle nos alegramos.

A seguinte declaração de Ellen G.White tem-me dirigido em alguns dos mais produtivos e significativos tempos na minha jornada cristã e pastoral: “Em meio a essa corrida louca, Deus fala. Ele nos ordena que fiquemos à parte e tenhamos comunhão com Ele. ‘Aquietai-vos e sabei que Eu sou Deus.’

“Muitos, mesmo nas horas de devoção, deixam de receber a bênção da comunhão real com Deus… Com passos precipitados apertam-se ao atravessar o grupo dos que têm a adorável presença de Cristo, detendo-se possivelmente um momento no recinto sagrado, mas não para esperar conselho… E com seus fardos eles voltam a seus trabalhos. Esses trabalhadores nunca poderão alcançar maior êxito antes que aprendam o segredo da força. Devem dar a si mesmos tempo para pensar, orar e esperar de Deus a renovação da força física, mental e espiritual” (Educação, p. 260, 261).

Se desejamos reavivamento e reforma, devemos investir tempo com Jesus e permitir que Ele habite em nós. Reavivamento e reforma de nossas igrejas tem início com nossa ligação com Cristo Jesus. Como em Atos 6, quando focalizarmos a oração e o ministério da Palavra, a igreja
florescerá.

Despertamento hoje
Certamente, desejamos disponibilizar treinamento nas áreas do ministério e desenvolver recursos para os pastores. Entretanto, nossa prioridade máxima é a ligação com Jesus.

Individualmente e em equipe, estamos tomando tempo para orar, pedindo que Deus nos dirija. Sabemos que essa experiência de oração e comunhão produzirá pastores e líderes com tanto poder como nunca imaginamos nem sonhamos. Há também o “Projeto 777”, que nos incentiva a orar sete dias por semana, às sete horas (da manhã ou da tarde), para que o Espírito Santo nos capacite, bem como nossos líderes, familiares e igrejas. Participe desse projeto, junte-se aos milhares de pastores que, em todo o mundo, estão comprometidos com a vida de oração. Lembre-se da promessa de Jesus: “Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre
a Terra, concordarem a respeito de qualquer coisa, que, porventura, pedirem, ser-lhes-á concedida por Meu Pai, que está nos céus” (Mt 18:19).

“Portanto, meus amados irmãos, sede firmes inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1Co 15:58).

Jerry N. Page – Secretário ministerial da Associação Geral da IASD. Publicado na Revista Ministério

A Posição da Igreja Adventista sobre a Comercialização de Jóias?

A posição adventista sobre a comercialização de jóias fundamenta-se em dois princípios básicos: o primeiro é o compromisso adventista com a recomendação bíblica de abstenção do uso de jóias. O Manual da Igreja Adventista do Sétimo Dia (revisto em 2005), pág. 177, declara que “nas Escrituras é ensinado com clareza que o uso de jóias é contrário à vontade divina. ‘Não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso’, é a admoestação do apóstolo Paulo (I Tim. 2:9). O uso de ornamentos de jóias é um esforço para atrair a atenção, em desacordo com o esquecimento de si mesmo que o cristão deve manifestar”.

Angel M. Rodríguez, diretor do Instituto de Pesquisas Bíblicas da Associação Geral, trata com muita propriedade este assunto no seu livro O Uso de Jóias na Bíblia (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2002).

Richard M. Davidson, diretor do Departamento de Antigo Testamento da Universidade Andrews, reconhece que houve ocasiões na história bíblica em que o povo de Deus sucumbiu ao uso de jóias. Mas, em períodos de especial consagração, Deus pediu que o Seu povo se desfizesse das jóias e adornos como um símbolo exterior de dedicação interior da vida a Ele. Foi assim, por exemplo, na dedicação de Jacob e a sua família em Betel (Gén. 35:1-4); na reconsagração dos israelitas após a idolátrica adoração do bezerro de ouro, no deserto do Sinai (Êxo. 33:5 e 6); e também na recomendação às mulheres cristãs no período do Novo Testamento (I Tim. 2:9 e 10; I Ped. 3:3-5). Já no livro do Apocalipse aparece um marcante contraste entre a grande meretriz “vestida de púrpura e de escarlata, adornada de ouro, de pedras preciosas e de pérolas” (Apoc. 17:4; cf. 2 Reis 9:30), de um lado, e a mulher pura “vestida do sol” (Apoc. 12:1) e a grande multidão dos glorificados “vestidos de vestiduras brancas, com palmas nas mãos” (Apoc. 7:9), do outro. Consequentemente, os adventistas entendem ser seu dever abster-se das jóias.

Um segundo princípio básico que fundamenta a posição adventista sobre a comercialização de jóias é que não devemos produzir e/ou comercializar aquilo que não usamos por estar em desacordo com os ensinos bíblicos. Por exemplo, nunca deveríamos produzir e/ou vender drogas e bebidas alcoólicas que nós mesmos não devemos consumir. Da mesma forma, não devemos fabricar ou comercializar jóias e ornamentos dos quais somos aconselhados a nos abster. É certo que Ellen White aconselha que “aqueles que têm braceletes e usam ouro e adornos, fariam melhor se tirassem esses ídolos de sua pessoa e os vendessem, mesmo que fosse por muito menos do que deram por eles” (citado em O Uso de Jóias na Bíblia, pág. 150). Mas esse conselho é que a pessoa se desfaça das suas jóias, sem nenhuma conotação de comercialização de jóias.

Existem, porém, aqueles que argumentam que essa é uma questão meramente cultural, e a única forma de subsistência disponível para eles. Mas o argumento cultural é desfeito, em grande parte, pelo simples fato de a abstinência de jóias ser enfatizada tanto no Antigo como no Novo Testamento, bem como no Espírito de Profecia (ver “Declarações de E. G. White Sobre Jóias e Adorno Pessoal”, em O Uso de Jóias na Bíblia, págs. 148-154). Como esses escritos foram produzidos em diferentes contextos culturais, mas são unânimes em recomendar a abstinência do uso de jóias, entendemos que tal abstinência é um princípio universal que transcende às diferentes culturas.

Por sua vez, a argumentação de que a comercialização de jóias é a única forma de subsistência para algumas famílias acaba refletindo a teoria existencialista de que “os fins justificam os meios”. Como adventistas do sétimo dia, devemos reconhecer que nem todas as atividades comerciais são condizentes com a fé que professamos. O exercício da religião exige, por vezes, renúncia e sacrifício. Portanto, recomendamos que, como cristãos adventistas, não produzamos nem comercializemos tudo aquilo que também não devemos consumir ou usar, incluindo a questão de jóias.

Texto de autoria do Dr. Alberto Timm publicado na Revista do Ancião (abril – junho de 2007).

Esperança nas grandes cidades através da internet

Em 2013 o projeto de evangelismo nas grandes cidades da Igreja Adventista do Sétimo Dia também vai contar com a força da Internet.

A Administração da IASD na América do Sul, em parceria com a Rede Novo Tempo de Comunicação lançaram hoje, em Hong Kong no fórum mundial de Internet, o desafio: alcançar 100 milhões de pessoas nas grandes cidades pela Internet!

Para isso, contaremos com a ajuda do nosso super time de evangelistas na web. Se você ainda não faz parte deste time, curta nossa página no Facebook CLICANDO AQUI e aceite este desafio com a gente! Siga nosso perfil no Twitter também e fique por dentro de todas as novidades em tempo real: @evangelismoweb
Vamos fazer diferença na Internet? Com o Espírito Santo, 100 milhões de pessoas é muito pouco!

De Maçom a Adventista (Testemunho)

A Fé dos Homens

As diversas confissões religiosas existentes em Portugal!

Um espaço dedicado às diferentes religiões reconhecidas em Portugal e instituídas através de uma Igreja própria.
Uma produção da responsabilidade da Artémis, Logomedia e Neva, este programa diário integra as participações de Aliança Evangélica Portuguesa, Igreja Ortodoxa, Igreja Adventista do 7º Dia, Comunidade Islâmica de Lisboa, Comunidade Bahai de Portugal, Igreja Vetero-Católica, Igreja Católica Ortodoxa, Igreja Católica Romana, Comunidade Hindu de Portugal, entre outras.

ADRA NORTE REALIZA I EDIÇÃO DA CAMINHADA SOLIDÁRIA

A Coordenação Regional Norte da ADRA (Associação para o Desenvolvimento, Recursos e Assistência) realizou, no passado Domingo, dia 13 de maio, a I Edição da Caminhada Solidária com o objetivo de angariar fundos para apoiar a Associação Protetora da Criança (APC) de Valadares.

A iniciativa foi apadrinhada pela ex-atleta olímpica Aurora Cunha e pelo apresentador da RTP, Hélder Reis, que divulgou o evento no programa Praça da Alegria.

A caminhada teve forte adesão em termos de participantes e contou com a presença de cerca de mil pessoas que fizeram um percurso de 7, 5 Km entre Miramar e Espinho, começando com um aquecimento patrocinado pela Academia FFitness. À chegada, todos os participantes tiveram direito a um rastreio de saúde gratuito, efetuado por voluntários do Projeto AGIR, numa parceria com a Delegação ADRA de Canelas.

O valor angariado nesta iniciativa solidária ultrapassou os 2.700 euros e reverterá totalmente a favor da APC. Esta instituição de cariz social, fundada em 1953, alberga 30 crianças desfavorecidas. A sua ação centra-se na intervenção especializada com crianças e jovens em situação de perigo imediato, proporcionando-lhes um ambiente que se assemelhe a um Modelo Familiar e possibilitando-lhes a sua reintegração na sociedade. A APC de Valadares encontra-se neste momento com um projeto ambicioso, com um custo estimado em 200 mil euros, para construir um Jardim Infantil que venha a dar melhores condições às crianças que acolhem.

João Martins, diretor executivo da ADRA Portugal, referiu que ?é magnífico ver como tanta gente, num domingo de manhã, se quis juntar a nós com o objetivo de apoiar uma causa social tão nobre?. ?Certamente que os bons momentos que aqui foram passados ficarão na memória de todos os participantes?, acrescentou.

A Coordenação Regional Norte da ADRA tem desenvolvido várias ações de apoio aos mais desfavorecidos da região e organizado eventos de divulgação e angariação de fundos que servem para sustentar os seus projetos e os de outras organizações.

ADRA PROMOVE A DIVULGAÇÃO DE PRESENTES DE ESPERANÇA

A ADRA Portugal está a promover, este ano, a divulgação de alguns materiais que preparou para serem vendidos como Presentes de Esperança. Estes têm o duplo objectivo de, por um lado, promoverem a Instituição e, por outro, serem um meio para a angariação de fundos que possibilite manter o apoio às actividades levadas a cabo no país.

Os Presentes de Esperança reflectem uma imagem positiva e transmitirão, certamente, alegria a quem os receber.

Todos têm implícita a alusão às acções que a ADRA realiza no alívio do sofrimento daqueles com quem trabalha.

A organização humanitária preparou um catálogo que contém as possibilidades de compra e os preços de cada artigo.

Se desejar adquirir algum destes produtos, entre em contacto com a ADRA através do correio electrónico info@adra.org.pt ou pelo telefone 213580535.

Ajude a ADRA a “Mudar o Mundo, Uma Vida de Cada Vez!”

CONGRESSO MUNDIAL DE LIBERDADE RELIGIOSA ABRE COM APELO PARA EVITAR A ORIENTAÇÃO DA SOCIEDADE SECULAR

 Fotografia de Ansel Oliver/ANN
Ao dirigir a palavra a cerca de 900 delegados e convidados no Sétimo Congresso Mundial da Associação Internacional para a Liberdade Religiosa (IRLA), que se realizou na República Dominicana, Denton Lotz, um notável pastor batista e presidente da IRLA (na sigla em inglês), resumiu o objetivo deste evento de três dias: "Hoje, estamos aqui reunidos porque acreditamos que a liberdade religiosa é fundamental para todos os direitos humanos".

Este ponto de vista, infelizmente, não é partilhado em muitas partes do mundo, algo que, segundo Lotz, torna estas sessões ainda mais importantes.
"Compete-nos trabalhar em conjunto para que vivamos em harmonia e concórdia", referiu Lotz a uma plateia constituída por líderes cristãos, muçulmanos, judeus e de outras comunidades. "Não necessitamos de guerras religiosas".

Fotografia de Ansel Oliver/ANN 

A violência contra os cristãos continua a ser um problema evidente, de acordo com um vídeo apresentado na sessão de abertura, que exibiu as sentenças de morte pronunciadas (mas que ainda não foram levadas a cabo) contra cristãos no Paquistão e Irão, sob acusação de "blasfémia", e os assassínios dos paquistaneses Salman Tasser, governador da província de Punjab, e Shahbaz Bhatti, ministro das Minorias Religiosas. Foi igualmente referida a extrema repressão religiosa observada na Coreia do Norte.

Embora o tema central do congresso,"Secularismo e Liberdade Religiosa - Conflito ou Parceria", possa parecer muito distante dos territórios onde a perseguição é ativa, Lotz apresentou uma visão diferente: "A maioria das pessoas no mundo sofre com a falta de liberdade religiosa. Setenta por cento do mundo vive em locais de repressão religiosa", salientou.

 Dirigindo-se a uma audiência composta, entre outros, por adventistas do sétimo dia, menonitas, católicos, batistas, mórmones e cientologistas, John Graz, o secretário-geral da IRLA, afirmou que o congresso mundial é um evento multifacetado: "Este congresso é sobre a liberdade religiosa, mas não é um evento religioso", comentou Graz. "Estamos todos aqui reunidos. Representamos diferentes confissões, religiões e Igrejas. Somos diferentes, mas respeitamo-nos mutuamente".

Sob o tema "Secularismo e Liberdade Religiosa - Conflito ou Parceria", oradores e delegados procuraram avaliar os desafios de um mundo que se mostra cada vez mais hostil à diversidade de expressão religiosa no âmbito público. Embora defenda a separação entre Igreja e Estado, Lotz fez um apelo para que a religião evite seguir a orientação de uma sociedade secular.

"Quando a religião se torna secular, creio que o maior desafio para a liberdade religiosa é consentir que o secularismo defina aquilo em que uma religião deve acreditar", disse Lotz aos delegados. "Quando permitimos que a secularização da nossa fé transcenda o transcendente, ela perde o seu significado", acrescentou.

Segundo Lotz, "A religião morre quando não está centrada em Deus, mas unicamente na autonomia humana. A religião prospera quando se concentra em Deus".

Num comunicado lido aos delegados, o presidente do país, Leonel Fernandez Reyna, deu "as mais cordiais boas-vindas à República Dominicana, uma terra de liberdade. A República Dominicana é um lugar de liberdade para cristãos, muçulmanos, judeus e pessoas de outras religiões".

Fonte: Adventist News Network



A Grande Esperança e a Ruína Social


Leio na Imprensa local que o “Projeto A Grande Esperança” irá distribuir 170 milhões de livros em todo o mundo (42 milhões no Brasil e 800 mil em Mato Grosso do Sul). Diz o comunicado da Igreja Adventista do Sétimo Dia, responsável pela iniciativa, que a distribuição da obra escrita pela norte-americana Ellen Gold White, vem para fazer frente à situação que o mundo atualmente se encontra, onde tudo parece “caminhar para ruína social, moral, econômica”, oferecendo alento e dizendo que “com certeza tudo terminará bem se nos mantivermos firmes ao lado do nosso Salvador Jesus” (1).

É interessante notar como a humanidade nos momentos de crise sempre recorre a Deus em suas diversas denominações para depositar n’Ele suas esperanças. Desde os primórdios até os dias atuais, desde as confissões mais céticas até as mais fervorosas, o catecismo é o mesmo. É interessante notar também que a maioria das religiões não coloca no centro de suas preocupações e debates, de maneira crítica e holística, o contexto de desajuste que os homens vêm construindo e praticando no decorrer da história, contra si e o meio-ambiente, e que, nos momentos atuais, assume proporções assustadoras.

O que vemos na verdade é que cada vez mais há o distanciamento entre os ensinamentos divinos e a realidade. Não mais mensura-se a fidelidade ou infidelidade humana ao projeto de salvação oferecido por Deus através de seu filho Jesus Cristo, na nossa cultura, a partir das ações praticadas. Achamos que tudo acontece num plano superior, predefinido, fora do alcance do homem e onde não há como sua pequenez penetrar. E nem faz por onde. Esse pensamento popularizou-se, cumpre lembrar, após a Reforma protestante, que influenciou as ideias de tantos pensadores contemporâneos, como é o caso da profetisa e precursora do movimento Adventista sabatista, Ellen Gould White (1827-1915).

No curso de uma linha etéria e nefelibática, essa corrente de pensamento adentra com sabedoria o campo da metafísica e da alma humana: “discutem algumas das questões que mais interessam a todos nós, como: razão do sofrimento, a verdadeira paz, a vida após a morte e a vitória final do amor de Deus”. Em que pese este seja o tema mais abordado pelos animadores da fé nos templos de tijolos ou virtuais que tomam de assalto nossa sala, sobretudo aos finais de semanas ou nas madrugadas, observa-se uma dicotomia gritantemente avassaladora.
Verifica-se um sistemático distanciamento entre os apelos do Espírito e as necessidades da Carne, tal qual nos fala a Epístola de Paulo aos Gálatas 5,13-26. Os desvios que a humanidade vem praticando e que tem resultado em desesperança e descrédito, pouco se fala ou se faz para transformar essa realidade – social, política e económica — de pecado e desajuste com os ditames da fé bíblica. O livro de Ellen White, restauracionista que é, busca fazer a sua parte: oferece aos cristãos pela via suave, um caminho, uma direção. Tudo no esforço de “mostrar a mão de Deus guiando os cristãos ao longo da história” (2). Algo como se houvesse um “conflito cósmico sendo travado na terra entre o bem (Deus) e o mal (Satanás)”, embate que acontece independentemente dos homens.

Isso, entretanto, soa tão distante e irreal que nos põe em dúvida se esse é o caminho mais acertado, homens de ciência que somos. Mas, para Ellen Gould Harmon, que é o nome verdadeiro da “irmã White”, não havia dúvida nas suas convicções de fé. Descrita como “uma das figuras mais vibrantes e fascinantes da história da religião americana” (3), tornou-se a autora feminina mais traduzida de não-ficção na história da literatura, bem como o mais traduzido autor de não-ficção americana de ambos os sexos. Escreveu mais de 5 mil artigos e 40 livros. Outros estudos seus tratam de teologia, evangelização, vida cristã, educação e saúde, tendo sido uma defensora do vegetarianismo. Promoveu também a criação de escolas e centros médicos.
O portal Vikipédia traz uma longa biografia da escritora dando destaque para as experiências visionárias, que começaram aos 17 anos e se prolongou durante o resto de sua vida em diversas ocasiões, sendo-lhe “revelado”, no seu entendimento, o poder de Deus. Sua vontade era que o mundo fosse “contagiado” pela mensagem do segundo advento de Cristo à Terra para buscar aqueles que servem ao único Deus. Isto precisa ser proclamado em cada igreja em nossa terra” –dizia. “Os cristãos precisam saber disso, e não colocar os homens onde Deus deveria estar, para que eles não sejam mais adoradores de ídolos, mas sim do Deus vivo. Existe idolatria nas nossas igrejas” denunciava.

Fátima e Mediugórie, no universo católico são exemplos de cristãos que tiveram visões e presenciaram aparições divinas semelhantes, revelando ao mundo um último apelo de conversão à Deus. Numa região convertida ao catolicismo e duramente perseguida pelo domínio turco entre 1478 e 1878, a mãe de Jesus em sua aparição a seis jovens croatas, revelou-lhes uma dezena de segredos sobre acontecimentos que sobrevirão, em breve, à humanidade. Após a realização do 10º segredo, segundo as videntes, “o poder de Satanás será destruído e um Novo Pentecostes marcará o início de um Novo Tempo” (4). O apelo à conversão interior, percebe-se, está muito presente quando os homens encontram-se em dificuldades extremas.

Ainda que as religiões pouco possam contribuir para mudar os contextos sociais, políticos e económicos da sociedade atual, sobre os alertas e verdades advindas da Sabedoria superior, vindas do Pai Celestial e destinadas a seus filhos amados, elas são mais do que necessárias, porque moldam o interior do homem. São sinais de esperança e estímulo para aqueles — revolucionários, como Francisco, Padre Pio, Tereza de Calcutá, Camilo Torres, entre outros –, que lutaram por transformações nas estruturas do seu tempo. Lutaram para que os homens do nosso tempo interfiram em defesa dos mais fracos em face do opressor. Serve também de alento à hierarquia das igrejas, missionários, pastores, padres, rabinos, bispos e diáconos, para que arrisquem mais suas vidas na proclamação dos valores do Evangelho da Justiça e da Solidariedade, prenúncio da vida Eterna, e ajudem a orientar o homem, em concretum, no curso de seus dias, até que Ele venha.
*Carlos Alberto dos Santos Dutra
http://dutracarlito.com/artigos.html
fonte
ps: Publicado na íntegra
José Carlos Costa