CD Jovem 2013 - Geração Esperança - Gente como Jesus

Brasília, DF...[ASN] "Geração Esperança - Gente como Jesus" é o tema 2013, que vai nortear os projetos, programas do Ministério Jovem da Igreja Adventista em oito países da América do Sul. Segundo pastor Areli Barbosa, líder sul-americano deste departamento, “queremos com isto envolver o jovem no programa do discipulado motivando jovens a seguirem o exemplo de Jesus, transformar pessoas”, diz.
Em 2013, o Ministério Jovem vai trabalhar em sintonia com as ênfases da Igreja: comunhão, relacionamento e missão. “Queremos que a juventude seja agente de transformação nas comunidades e através de seus relacionamentos possa levar pessoas a Jesus”, salienta pastor Areli. [Equipe ASN, da redação]

FOTO: Blog; De Olho Adventista
 
NOTA: Por enquanto não se sabe qual será o logo/imagem definida para 2013. Encontrei essa no blog; De Olho Adventista, mas não tenho certeza se essa imagem será a oficial.
Em breve divulgarei a multimídia do CD Jovem - 2013.
 
 
No blog Jovens Satus encontrei uma postagem interessante sobre os cds do Ministério Jovem e resolvi postar.
Pra quem não sabe o CD Jovem do ano de 2013 já está quase pronto! O Pr. Daniel Lütdke publicou em seu Twitter a capa do álbum do ano que vem que tem como título "Gente como Jesus".
Mas venhamos e convenhamos queridos irmãos: A arte tá com uma cara muito retrô! É ou não um CD Jovem? Bem a capa não é jovialmente cativante.
O CD do Ministério CD vem caindo de qualidade a cada ano, músicas e temas repetitivos. O álbum de 2011 veio com algumas músicas mornas, sendo empolgantes algumas músicas como "Incomum" e "Tu És o Meu Deus".
No CD desse ano a música que virou mania entre os jovens foi "Somos Teus", que é uma música que tem tudo a ver com o a nossa juventude (que não tem sido profundamente cativada pelas músicas que tem saído nos últimos anos).
No meu ponto de vista deve sim ser recuperado o vigor, a qualidade e o impacto que existia nos álbuns mais antigos como o do ano de 2005 (Fiel a Toda Prova).
O que resta é esperar o CD sair e orar pra que tenha um ótimo conteúdo, já que no fundo, se as músicas não forem tão legais as pessoas estarão as cantando mesmo assim depois de um período (risos), é sempre assim!
Edu Max
FONTE: Jovens Satus

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Calebes levam esperança para famílias enlutadas no RS

 



Esta segunda-feira, 28 de janeiro, foi de dor para as centenas de famílias das vítimas do incêndio que deixou pelo menos 231 mortos em Santa Maria (RS), cidade localizada a pouco mais de 300 km de Porto Alegre. Em meio ao clima de sofrimento, um grupo de jovens adventistas procurou levar palavras de esperança para as famílias enlutadas. Integrantes da Missão Calebe na região visitaram cemitérios da cidade e distribuíram cerca de mil livros "A Grande Esperança".
 
Na noite do último domingo, o grupo também foi até o Ginásio Esportivo Municipal, onde os corpos eram velados, a fim de confortar os parentes das vítimas com exemplares da obra.
Em parceria com administradores da Igreja Adventista na região, pastores adventistas, membros da igreja e integrantes do Clube de Desbravadores, foram praticadas também outras ações de solidariedade, como a entrega de 500 garrafas de água. "Ser calebe é ser relevante na comunidade", publicou no twitter o pastor Adriano Luz (@AdrianoLuzes), um dos voluntários.
 
Nesta segunda-feira, o líder de Jovens da Igreja Adventista para o Sul do Brasil, pastor Elmar Borges, também viajou para o interior do Rio Grande do Sul a fim de oferecer auxílio espiritual para famílias enlutadas e apoiar ações solidárias na região. Ao longo da semana, os integrantes do projeto Vida Por Vidas, continuarão a mobilizar voluntários para a doação de sangue.

Fonte: Portal da USB

Renascer para Servir


Cristo Jesus bate a porta da Sua igreja, Ele deseja entrar para a aconselhar, orientar e salvar (Apoc. 3:20). Essa é a triste realidade da última igreja de Deus descrita em Apocalipse, denominada Laodiceia. Que contraste! Cristo é chamado pelo apóstolo Paulo “o Cabeça da Igreja” (Efés. 4:15) e agora Ele simplesmente encontra-se do lado de fora a pedir para entrar. O que aconteceu com a igreja?

O fato é que existe um convite claro da parte de Deus, não para sair da igreja, mas para sair da condição de Laodiceia permitindo que Cristo, a cada dia, entre no coração. “Quando os cristãos dos últimos dias receberem o batismo do Espírito Santo e continuarem dia após dia a andar n´Ele, será vistos grande reavivamento e reforma. O caráter de Cristo será revelado em toda a sua perfeição através do Seu povo. A mensagem dos últimos dias enviada por Deus será proclamada com poder jamais visto. Muitos sinais se seguirão” (Dennis Smith, O Batismo do Espírito Santo, pag. 45).

“A nós hoje, tão certamente como aos primeiros discípulos, pertence a promessa do Espírito. Deus dotará hoje homens e mulheres com poder do alto, da mesma maneira que dotou aqueles que, no dia de Pentecoste, ouviram a palavra de salvação. Nesta mesma hora Seu Espírito e Sua graça se acham à disposição de todos quantos deles necessitam e Lhe pegarem na palavra.” Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 210.

Agora observe com atenção este texto inspirado: “Em visões da noite passaram perante mim representações de um grande movimento reformatório entre o povo de Deus. Muitos estavam louvando a Deus. Os enfermos eram curados, e outros milagres eram realizados. Viu-se um espírito de intercessão tal como se manifestou antes do grande dia de Pentecostes. Viam-se centenas e milhares visitando famílias e abrindo perante elas a Palavra de Deus. Os corações eram convencidos pelo poder do Espírito Santo, e manifestava-se um espírito de genuína conversão” (Testemunhos Para a Igreja, vol. 9, pág. 126).

Sendo assim podemos tirar algumas preciosas conclusões:
1.A igreja de Deus precisa humildemente renascer em Cristo – o reavivamento foi prometido e deve ser buscado por cada membro da igreja do Senhor Jesus;
2.O Espírito Santo é o grande agente responsável em reconduzir a igreja a Cristo;
3.O reavivamento e as reformas necessárias são fruto da ação do Espírito Santo;
4.O caráter de Cristo deve ser revelado entre o Seu povo – esse é o sonho de Deus;
5.Uma igreja que visita, ora, prega, testemunha, intercede e que trabalha pelo próximo é a grande necessidade para um mundo que jaz em trevas;
6.Deus deseja usar a Sua igreja como grande cooperadora na grande obra de salvar para a conclusão da comissão de Cristo;
7.A genuína conversão pela completa intimidade com Deus é o foco de Deus no coração do homem.

Chegou o momento da grande conclusão da obra do evangelho nesta terra. Cristo desperta e prepara a Sua igreja para viver o privilégio de participar deste grande evento. Os que resistirem ao chamado sairão da igreja de Deus para não mais voltar. Todos somos convidados a assumir um ministério pessoal. Cada cristão deve saber o que pode fazer de forma regular e organizada a participar do serviço do Senhor neste momento profético tão singular e de imenso privilégio.

ELLEN WHITE UMA VEZ MAIS TINHA RAZÃO

Açúcar causa dependência como álcool e cigarro, diz médico

Açúcar é veneno. Do mais natureba, o mascavo, até o suco de fruta ou o famigerado xarope de milho, o açúcar está por trás de doenças cardíacas, diabetes e câncer. E deveria ser proibido para menores de 21 anos, como o álcool e o cigarro.
É com essas declarações polêmicas que o americano Robert Lustig, endocrinologista pediátrico da Universidade da Califórnia em San Francisco, ganhou fama internacional nos últimos anos.
Divulgação
O endocrinologista pediátrico Robert Lustig afirma que açúcar deveria ser proibido para menores de 21 anos
 
Sua palestra "Açúcar: a verdade amarga" teve mais de 900 mil acessos no YouTube. Há duas semanas, suas teses foram tema da reportagem de capa da revista do "New York Times". Abaixo, os principais trechos da entrevista que ele concedeu à Folha, por telefone.
Folha - O senhor defende que as pessoas eliminem totalmente o açúcar da dieta?
Robert Lustig - Não, eu não sou um "food nazi". Eu como açúcar, mas muito pouco.
Nosso corpo tem uma capacidade muito limitada para metabolizar o açúcar e nós vivemos muito acima dela. Não precisamos de frutose para viver. Nosso corpo ficaria muito bem sem nenhuma frutose [açúcar refinado, a sacarose é composta de 50% de frutose e 50% de glicose].
Qual é o máximo de frutose que deveríamos ingerir?
Não temos certeza. Mas uma estimativa é 50 g por dia. Meus estudos mostram as similaridades entre frutose e álcool. Eles são metabolizados da mesma forma, no fígado. E nós sabemos qual é o limite de toxicidade para o álcool: 50 g. A epidemia de obesidade começou quando o consumo de frutose ultrapassou os 50 g por dia [ou 100 g de açúcar, o mesmo que duas latas e meia de refrigerante].
A Associação Cardiológica Americana publicou uma orientação, em agosto de 2009, da qual eu sou coautor, dizendo que o consumo atual de açúcar nos EUA é de 22 colheres de chá por dia. Deveríamos reduzir isso para nove colheres no caso de homens e seis no caso de mulheres.
Qualquer açúcar é ruim, não importa se é mascavo ou xarope de milho?
Todos são igualmente ruins.
Deveríamos substituí-los por adoçantes artificiais?
Adoçantes artificiais são uma questão complicada. Não fizemos todos os testes para saber o que os adoçantes fazem no organismo.
Segundo uma linha de estudos, uma vez que a língua sente o sabor doce, o cérebro se prepara para a entrada do açúcar no sangue. Se ele não entra, o cérebro fica confuso, o que pode levar a um aumento no consumo de açúcar. Há estudos ligando o consumo de adoçantes a obesidade e doença cardíaca.
Qual a alimentação que os pais devem dar a seus filhos?
Crianças devem comer comida de verdade.
Mas isso inclui suco de fruta natural...
Não, suco de fruta, mesmo natural, não é comida de verdade. Deus fez suco de fruta? Não. Deus fez fruta. Qual é a diferença entre a fruta e o suco? Fibras. A fibra é a parte boa da fruta, e o suco, a má. Sempre que há frutose na natureza, há muita fibra --há uma exceção, o mel, mas este é policiado pelas abelhas.
 
As fibras limitam a velocidade da absorção dos carboidratos e das gorduras do intestino para a corrente sanguínea. Quanto mais rápido a energia sai do intestino e vai para o fígado, maiores as chances de danificar o órgão.
Quando o senhor diz que crianças devem comer comida de verdade, isso inclui um sorvete no fim de semana?
Sim. Quando eu era pequeno, sobremesa era uma vez por semana. Hoje, é uma vez por refeição. Esse é o problema. Eu tenho duas filhas pequenas e é isso que faço. Se é dia de semana e elas querem sobremesa, ganham uma fruta. Uma bola de sorvete, só no fim de semana. Elas seguem as regras e não ficam sonhando com doces.
 
O senhor propõe que a venda de doces e refrigerantes seja proibida para menores, como cigarros e álcool.
Sim. Refrigerantes não têm valor nutritivo, não fazem nenhum bem às crianças. Se os pais quiserem que seus filhos tomem refrigerante, que comprem para eles.
Não é exagero comparar açúcar a álcool e cigarros?
Não. Cigarros e álcool causam dependência, e açúcar também. Nos refrigerantes, tanto a cafeína como o açúcar causam dependência. Sal e gordura causam hábito, mas não dependência.
Como o senhor explica os efeitos nocivos do açúcar?
Quatro alimentos foram associados à doença metabólica crônica: gorduras trans, aminoácidos de cadeia ramificada [soja], álcool e frutose.
A frutose, quando é metabolizada, libera substâncias tóxicas chamadas espécies reativas de oxigênio [radicais livres], que levam a danos nas células no longo prazo, envelhecimento e, potencialmente, câncer.
Fonte: Folha Online
Nota: Estas descobertas são surpreendentes quando comparadas as declarações de Ellen White uma vez que, já alertava sobre os perigos do uso excessivo do açúcar. Para os que ainda não acreditam em sua inspiração, gostaria que o leitor lê-se com carinho e atençao, sem preconceito. Lembrando que, as desclarações de Ellen White a respeito ultrapassam mais de 100 anos. Observe o que ela escreveu:
"Sento-me com freqüência à mesa de irmãos e irmãs, e vejo que eles usam grande quantidade de leite e açúcar. Isso obstrui o organismo, irrita os órgãos digestivos, e afeta o cérebro. Tudo quanto embaraça o ativo funcionamento do maquinismo vivo, afeta muito diretamente o cérebro. E segundo a luz que me foi dada, o açúcar, quando usado abundantemente, é mais prejudicial que a carne. Estas mudanças devem ser feitas com prudência, e o assunto deve ser tratado de tal maneira a não desgostar e suscitar preconceito por parte das pessoas a quem queremos ensinar e ajudar" (Testimonies, vol. 2, págs. 369 e 370).
"O açúcar obstrui o organismo. Entrava o trabalho dos órgãos" (Testimonies, vol. 2, págs. 368 e 369).
"Em geral, usa-se demasiado açúcar no alimento. Bolos, pudins, massas folhadas, geléias e doces são causa ativa de má digestão. Especialmente nocivos são os cremes e pudins em que o leite, ovos e açúcar são os principais elementos. Deve-se evitar o uso abundante de leite e açúcar juntos" (Ciência do Bom Viver, p. 302).
"Alguns usam leite com grande quantidade de açúcar no mingau, pensando que estão com isto praticando a reforma de saúde. Mas o açúcar e o leite combinados são responsáveis pela produção de fermentação no estômago, sendo, pois, prejudiciais" (Christian Temperance and Bible Hygiene, pág. 57).
"O livre uso de açúcar em qualquer forma tende a obstruir o organismo, e não raro é causa de doença" (Conselhos Sobre Regime Alimentar, p. 197).
"Pães e bolachas doces, raramente temos em nossa mesa. Quanto menos comidas doces comermos, melhor; elas causam perturbações no estômago, e produzem impaciência e irritabilidade nos que se habituam a usá-las" (Carta 363, 1907).

"É bom deixar fora o açúcar nas bolachas que se fazem. Alguns gostam mais das bolachas mais doces, mas estas são nocivas aos órgãos digestivos" (Carta 37, 1901).
"Açúcar não é bom para o estômago. Causa fermentação, e isto obscurece o cérebro e ocasiona mau humor" (Manuscrito 93, 1901).

Revista Adventista destaca a expectativa da volta de Jesus

A esperança nutrida por milhões de cristãos é o tema que define os artigos da Revista Adventista de novembro. A matéria de capa explora como a expectativa da volta de Jesus esteve presente nos escritos dos discípulos de Cristo e nos principais movimentos religiosos posteriores, como a Reforma Protestante e o adventismo. O pastor e jornalista Vanderlei Dorneles argumenta que o único impeditivo para que essa promessa bíblica se cumpra é o despertamento espiritual dos cristãos e uma consequente evangelização mundial.

Em outro artigo, a revista discute o falso reavivamento provocado pelo sensacionalismo sobre a data da volta de Jesus. A matéria alerta para o perigo de basear a fé e o entusiasmo na brevidade do cumprimento dos sinais do tempo do fim e de perder de vista o mais importante, o preparo para se encontrar com quem a Bíblia promete que vem: Jesus.
Na entrevista principal deste mês, por sua vez, o leitor vai entender como a Rede Novo Tempo de Comunicação tem atraído a atenção de milhares de pessoas para a mensagem bíblica e como as igrejas adventistas estão se organizando para ser uma extensão da emissora. O entrevistado é o pastor Arilton Oliveira, gerente da Escola Bíblica da Novo Tempo.
Na seção de reportagens, a revista traz o balanço da campanha evangelística inédita e exclusiva para internet realizada a partir de Brasília e da esperada reunião de editores das duas publicadoras adventistas sul-americanas. O leitor ainda vai saber como foi a participação da Novo Tempo e Casa Publicadora Brasileira na maior feira de produtos evangélicos da América Latina; o congresso de jovens que reuniu 8 mil pessoas em Foz do Iguaçu, PR; e os resultados do Batismo da Primavera.
A Revista Adventista é o órgão geral dos adventistas no Brasil há mais de cem anos e pode ser adquirida em uma das 12 livrarias da Casa Publicadora Brasileira, nas sedes administrativas da Igreja Adventista, pelo telefone 0800-9790606 ou pelo site www.cpb.com.br. E você pode seguir a revista pelo perfil www.twitter.com/rev_adventista e acessar gratuitamente seu acervo histórico no endereço www.revistaadventista.com.br, bem como baixar o PDF desta edição: http://migre.me/bEL5L. [Equipe ASN, Wendel Lima].

Novo Tempo inaugura estúdios e homenageia patrono da Comunicação Adventista

Festa. Uma verdadeira festa. No dia em que completa 91 anos, o filantropo Milton Soldani Afonso foi condecorado como patrono da comunicação adventista. Em companhia da esposa Arlete e dos filhos Carlos, Neide, Paulo e Celso, e outros 12 membros da família, o doutor Milton recebeu as mais altas honras pelo apoio que concede há anos à Igreja Adventista, em especial à área de comunicação.

O evento, realizado nesta quarta-feira, teve a participação de autoridades civis e da alta liderança da Igreja, entre eles o diretor mundial de comunicação, Williams Costa Jr., o presidente da Hope Channel, Brad Thorp, o diretor da Rádio Adventista Mundial, Dowell Chow, além do presidente da Igreja Adventista na América do Sul, Erton Kohler, o diretor de comunicação na América do Sul, Edson Rosa, e o diretor geral da Rede Novo Tempo de Comunicação, Antonio Tostes.
Ao abrir as comemorações, Tostes fez menção “não apenas ao apoio (de Milton)”, mas à sua “influência e exemplo”. Já o pastor Erton Kohler enfatizou a diferença que um homem pode fazer na sociedade, lembrando que “grande parte das pessoas que vêm à Igreja na América do Sul o faz através da Rádio, TV e Internet”, ministérios apoiados por grandes quantias de dinheiro vinda do empresário e dono da Golden Cross, Milton Afonso.
Kohler destacou o papel visionário de Milton e o comparou ao personagem bíblico Calebe, que por sua fidelidade a Deus possuiu a terra prometida. Erton também destacou que, enquanto a maioria dos empresários investe apenas nos próprios negócios e na aquisição de propriedades, Milton Afonso fez diferente. “Foi um homem usado por Deus”, que “investia na causa de Deus”.
A festa serviu também para a inauguração do prédio Milton Soldani Afonso, onde vão funcionar seis estúdios, num espaço de 5 mil m², com capacidade para produzir cerca de oito vezes o que é feito hoje.
Quem também manifestou palavras de apreço ao novo patrono da comunicação adventista foi o pastor Williams Costa Jr. Em referência às novas instalações, o representante da liderança mundial disse que elas servirão para pregar “a maravilhosa mensagem da volta de Jesus”.
O diretor da Rádio Mundial Adventista, Dowell Chow, lembrou aos cerca de 350 presentes no Auditório Milton Souza a importância do trabalho do doutor Milton para as comunicações em nível mundial.
Antes da exibição do documentário O menino que vendia doces e entregava sonhos, sobre a vida do empresário, Milton expressou palavras simples e profundas, que sintetizam sua obra: “Meu coração está prestes a explodir. Eu não fiz nada, apenas coloquei as minhas mãos e Deus colocou o seu poder”.
O filme completo, que conta a vida do menino pobre que sempre gostou de ajudar ao próximo, vai ser exibido no dia 27 de dezembro pela TV Novo Tempo.
Márcio Basso Gomes, da Novo Tempo
Milton Afonso (esq.) é condecorado pelo pastor Erton Kohler (foto: Tiago Ramos/Chapolin)

A IGREJA ADVENTISTA BATIZOU ANGUS T. JONES

A Igreja Adventista do Sétimo Dia realçou que apresenta as boas-vindas aos novos conversos em resposta à atenção da comunicação social em torno dos comentários de um ator de comédia Norte-americano sobre a sua filiação religiosa e as suas opiniões pessoais sobre o programa.
Num comunicado à imprensa, um porta-voz da Divisão Norte-Americana da denominação afirmou que a Igreja Adventista acolhia o ator Angus T. Jones "de braços abertos". Jones é um ator de 19 anos de idade e um dos protagonistas da série ‘Two and a Half Men’ (Dois Homens e Meio), um programa popular transmitido pela rede de televisão CBS. No passado mês de junho tornou-se membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia por meio do batismo.
Jones foi alvo de atenção da comunicação social, quando um vídeo dele, que criticava o conteúdo do programa, tornou-se amplamente divulgado. O vídeo foi gravado por Christopher Hudson, um indivíduo cujo ministério não está afiliado à Igreja Adventista.
George Johnson, um porta-voz da Igreja Adventista na América do Norte, referiu que as perguntas sobre Hudson devem ser dirigidas diretamente a ele e à sua organização.
Fonte: Adventist News Network

Coro Adventista

 Recebeu três prémios na competição Mundial para Coros

2012/07/20 | de Oakwood pessoal / ANN; Fotos cedidas Universidade Oakwood
Nos 7º Jogos Mundiais para Coros, o Aeolians Oakwood ganhou o primeiro prémio na categoria "Espiritual", superando 15 outros coros. Este coro adventista, constituído por 42 membros, ganharam também uma das medalhas de ouro em duas outras categorias: "Música das Religiões" e "Musica Contemporanea.

A Igreja Remanescente


Falar em Igreja remanescente pode soar um tanto estranho para alguns. Remanescente quer dizer aquilo que sobrou, resto. A ideia de igreja remanescente está intimamente ligada a todos os outros segmentos da igreja cristã ao longo dos séculos e desde o seu estabelecimento por Jesus.
João relata o seguinte em Apocalipse 1:10 e 11: “Eu fui arrebatado em espírito no dia do Senhor, e ouvi detrás de mim uma grande voz, como de trombeta, que dizia: O que vês, escreve-o num livro, e envia-o às sete igrejas que estão na Ásia: a Éfeso, e a Esmirna, e a Pérgamo, e a Tiatira, e a Sardes, e a Filadélfia, e a Laodiceia.”
O que segue nos capítulos dois e três de Apocalipse são as mensagens para as igrejas dessas 7 cidades. Esses lugares não eram fictícios, eram reais. Essas igrejas e comunidades realmente existiram. E cada mensagem está composta de elementos intimamente relacionados com o modo de vida desses cristãos que viviam no primeiro século de nossa era. Os estudiosos da Bíblia também afirmam que cada igreja representa um período da igreja cristã ao longo da sua existência.
Assim sendo, a igreja de Éfeso representa a igreja cristã do ano 31 ao ano 100 da nossa era. Esmirna do ano 100 ao 323. Pérgamo, de 323 a 538; Tiatira, de 538 até 1517; Sardes de 1517 até 1798; Filadélfia de 1798 a 1844 e, finalmente, Laodiceia, de 1844 até ao fim dos tempos. Desta forma toda a história da igreja cristã está coberta. Cada fase mencionada assinala algum acontecimento marcante. É interessante ressaltar também que as mensagens dadas para cada uma das igrejas, além do aspecto local e profético, são válidas para todos os cristãos em todos os tempos.
 
A interpretação profética do Apocalipse fortalece o fato de que estamos vivendo no período final da história da igreja cristã. Somando isso aos sinais que marcam a brevidade da volta do Senhor Jesus a esta Terra, cremos que realmente estamos a viver num período muito especial.
Diante de todo esse contexto, voltemos a falar no tema do remanescente. Apocalipse 12:17 diz que “o dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao restante da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus e tem o testemunho de Jesus Cristo.” A inclusão da palavra “resto”, aqui neste verso, está ligada à grande ação perseguidora ocorrida na Idade Média, onde se registam os mais terríveis crimes praticados contra a humanidade. Em linguagem profética, o dragão representa a Satanás. A mulher simboliza a igreja. A intenção satânica era destruir da face da terra o segmento fiel do cristianismo. Na verdade essa página escura da história regista as horríveis barbaridades cometidas contra fiéis inocentes.
Em todas as fases da Igreja, Deus teve sempre um remanescente que manteve acesa a chama da verdade ensinada por Jesus e por Sua palavra. Isto é importante. Um movimento religioso não pode ter e não tem um fim em si mesmo. A igreja não é o objetivo final. Ela é um instrumento que, puro e verdadeiro, nos conduzirá à vida eterna. E se for um movimento falso, nos levará à destruição.
O remanescente mencionado na Bíblia tem algumas características especiais. Primeiramente, conforme Apocalipse 12:17, eles são aqueles contra quem Satanás investe de maneira especial. O inimigo de Deus fica furioso ao ver pessoas viverem de acordo com a vontade do Senhor. Em segundo lugar, são aqueles que fazem parte da semente da mulher, ou seja, da igreja pura e verdadeira que se manteve fiel ao longo dos séculos desde a sua fundação. Em terceiro, é dito no texto bíblico que o remanescente é composto por pessoas que guardam os mandamentos de Deus.
 
A obediência aos santos princípios do Eterno é marca inconfundível daqueles que pertencem ao povo de Deus. Esses mandamentos estão claramente identificados em Êxodo no capítulo 20. E ao longo de toda a Bíblia, Velho e Novo Testamento, os dez mandamentos da Santa Lei são confirmados.
Há uma tendência de se alterar aquilo que o Senhor ordenou. Porém, a maior implicância recai sobre o quarto mandamento, ou seja a guarda do sábado como dia de repouso dedicado exclusivamente para Deus. Os demais mandamentos são defendidos enquanto o quarto é atacado duramente. Porém, não devemos esquecer que o remanescente valoriza e respeita TODOS os mandamentos.
Uma quarta característica do remanescente é o testemunho de Jesus. Apocalipse 19:10 nos ajuda a entendermos isso. O texto diz que o testemunho de Jesus é o espírito de profecia. Assim, junto com o remanescente, deve estar um guia profético que se harmonize com toda a revelação da Bíblia.
Perceba também que as características do remanescente são confirmadas em Apocalipse 14:12: “Aqui está a paciência dos santos, aqui estão os que guardam os mandamentos de Deus e a fé de Jesus.”
 
A Bíblia não aponta para nenhum título ou nome de igreja, denominando esta ou aquela congregação como sendo a verdadeira. A palavra de Deus, no entanto, apresenta claras características que auxiliarão o crente sincero a buscar a igreja que realmente preencha essas qualidades. Esta é mais uma prova da capacidade de escolha do ser humano.
Amigo querido, Deus tem um plano que em breve vai ser completado e somente aqueles que lhe forem fiéis serão levados para a vida eterna. Estamos nós entre estes? O nosso desejo é que você e eu possamos estar entre aqueles que serão achados fiéis por ocasião da volta do Senhor Jesus a esta Terra.
Pr. Montano de Barros

Ecumenismo: Devem os Cristãos Unir-se aos Católicos?


Desde o alvorecer do novo milénio estamos testemunhando o maior impulso rumo à unidade ecuménica que o mundo já viu. A Igreja Católica Romana está freneticamente construindo pontes para todas as denominações cristãs.
 
Mediante os dedicados esforços do Papa João Paulo II, o Vaticano está instando todos os professos cristãos a “voltarem para casa”, isto é, Roma. [N.R.: O atual papa, Bento XVI, tem ressaltado a sua intenção de não só prosseguir nos esforços de união dos cristãos que inspiraram seu antecessor, como garante ser esta uma prioridade de seu pontificado].
 
Diálogos e acordos têm sido iniciados e criados para buscar a unidade mediante crenças comuns. Um exemplo disso é a “Declaração Sobre a Doutrina da Justificação” assinada em 1999 entre luteranos e católicos-romanos. Nessa declaração, Roma emprega palavras equívocas e ambíguas para afirmar a concordância sobre a doutrina da “justificação pela fé somente” enquanto, ao mesmo tempo, conserva o anátema sobre todos quantos crêem nessa doutrina.
 
Não devemos ser enganados. Roma não alterou sua posição sobre coisas que realmente importam! Em vez disso, continua a tirar vantagem de professos cristãos a que falta o discernimento ou que não se dispõem a lutar por sua fé. A chave para o sucesso desse esforço pela unidade tem sido um compromisso de “amar uns aos outros e tolerar as crenças uns dos outros”.
 
A proposta para todos os cristãos ignorarem suas diferenças doutrinárias em favor da unidade passa inteiramente por alto o fato de que os católicos-romanos, ortodoxos e muitas igrejas protestantes pregam um falso evangelho que nega a suficiência de Jesus Cristo e Sua obra redentora completada [na cruz].
 
Esse movimento ecuménico tem propiciado terreno fértil para reedificar a torre de Babel religiosa. Multidões estão sendo influenciadas por evangelhos pervertidos, doutrinas de demónios e falsos mestres. Muitos mais estão sendo persuadidos por evangélicos de grande destaque a unirem-se nessa cruzada.
 
Não é de admirar que a Igreja Católica Romana tenha sido a força propulsora por detrás desse movimento ecuménico. Desde o fim do Concílio Vaticano II, em 1965, Roma tem estado cortejando os que outrora chamava de “heréticos” passando a chamá-los de “irmãos separados”. Não sendo mais capaz de forçar as pessoas a se submeterem aos seus papas sob ameaça de morte e perseguição, o Vaticano mudou sua estratégia para ganhar o mundo. Apresentando uma nova face de amor e preocupação para com esses “irmãos separados”, a ICR agora lhes oferece a “plenitude da salvação” mediante o retorno à “única igreja”.
 
Com tantos professos cristãos unindo-se às fileiras ecuménicas, há evidência do espírito do anticristo em operação preparando o terreno para essa religião universal. Impulsionando o movimento estão líderes eclesiásticos que negligenciam advertir suas congregações sobre a grande apostasia e crescente engano durante os últimos dias.
 
Em lugar de os líderes eclesiásticos odiarem tudo quanto é falso, muitos estão tolerando falsas doutrinas e evangelhos falsificados (Salmo 119: 104, 128). Em lugar de líderes eclesiásticos denunciarem as doutrinas prevalecentes e agentes de comprometimento muitos os estão tolerando.
 
Tragicamente, muitos púlpitos estão também incrivelmente silenciosos com respeito às numerosas advertências bíblicas contra o estar em jugo com incrédulos. Como sub-pastores do rebanho que lhes foi confiado, os pastores devem advertir suas ovelhas dos perigos da unidade ecuménica. Jesus e Seus discípulos nunca toleraram a unidade sem o fundamento da verdade bíblica. Vez após vez líderes religiosos dedicados, com suas próprias agendas, foram vigorosamente repreendidos:
• Jesus não deu as mãos a líderes religiosos que bloqueavam o acesso do reino dos céus aos homens (Mateus 23:13).
• Paulo não se uniu aos judaizantes que somente desejavam acrescentar a circuncisão ao evangelho (Gálatas 1).
• Judas recusou cooperar com aqueles que se introduziam sorrateiramente para perverter a graça de Deus (Judas 4).
• João não buscou estabelecer unidade com aqueles que “saíram do nosso meio, entretanto não eram dos nossos” (I João 2:19).
• Pedro nunca deu as mãos a falsos mestres que haviam abandonado a rota certa e se desviado, seguindo o caminho de Balaão (II Pedro 2:15).
• O autor de Hebreus nunca se uniu com aqueles que negligenciavam tão grande salvação (Hebreus 2:3).

PRAY 4 TOGO!


 

John Graz, um dos homens que mais promove a liberdade religiosa no mundo, agora promove, o movimento da libertação do pastor António Monteiro e do empresário Bruno que foram presos e condenados de forma injusta no Togo."Pedro [Pr. António Monteiro e Bruno], pois, era guardado na prisão; mas a igreja fazia contínua oração por ele a Deus." Atos 12:5

Presidente adventista apela para que o dia 1º. de dezembro seja de oração e jejum

O presidente mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Ted N. C. Wilson, apelou hoje para que 1º. de dezembro seja designado Dia Internacional de Oração e Jejum para obter apoio para a libertação de dois adventistas atualmente presos no Togo, país do Oeste Africano.


Wilson e executivos de topo da Igreja que votaram no dia de ênfase em reunião administrativa em 20 de novembro, disseram que o evento vai aumentar a conscientização sobre a situação de Antonio dos Anjos Monteiro, diretor de Escola Sabatina e Ministério Pessoal para a União Missão da Igreja, com sede em Lomé, e Bruno Amah, um adventista leigo e empresário em Lomé.
Advogados adventistas e ativistas de direitos humanos têm pedido a libertação de ambos os homens desde que foram detidos em março por conspiração para cometer assassinato. Um homem togolês acusou Monteiro e Amah como conspiradores numa alegada rede de tráfico de sangue, mas uma busca policial na casa de Monteiro e na sede local da Igreja não produziu provas. Desde então, as autoridades locais reconheceram a inocência de ambos.
Os esforços diplomáticos para assegurar a libertação de ambos devem continuar. Hoje dirigentes da Igreja criaram um grupo de trabalho para supervisionar os esforços liderados por John Graz, diretor de Relações Públicas e Liberdade Religiosa para a Igreja Adventista a nível mundial. Os líderes da Igreja estão buscando obter o apoio de membros em todo o mundo para aumentar a conscientização através de uma campanha por mídia social para promover o dia 1º. de dezembro como Dia de Oração.
“Estes são membros da Igreja inocentes, falsamente acusados, e estamos suplicando ao Senhor a Sua intervenção, para que possam se reunir com suas famílias e continuar o seu trabalho”, disse ele.

Centros de Influência

Alcançar as pessoas nos grandes centros urbanos é um grande desafio, as pessoas sempre são muito ocupadas e quase nunca tem tempo para ouvir a palavra de Deus.

Centros de Influência - Notícias Adventistas - Pr. Edison Choque

Nesta edição do ASNTV, o pastor Edison Choque, líder de Missão Global da Igreja Adventista na América do Sul, fala sobre o papel dos centros de influência no projeto Esperança para Grandes Cidades.

A Posição da Igreja Adventista em Relação às Outras Igrejas Cristãs


A fim de evitar males-entendidos ou atritos nas nossas relações com outras igrejas e organizações religiosas cristãs, apresentamos as seguintes diretrizes:
1. Reconhecemos aquelas agências que exaltam a Cristo diante das pessoas como parte do plano divino para a evangelização do mundo e temos em alta estima os homens e mulheres cristãos de outras denominações que estão empenhados em ganhar almas para Cristo.
2. Quando a obra fora da nossa divisão nos põe em contato com outras sociedades e organismos religiosos cristãos, o espírito de cortesia cristã, franqueza e justiça deve prevalecer em todas as ocasiões.
3. Reconhecemos que a verdadeira religião baseia-se na consciência e na convicção. Portanto, deve ser nosso constante propósito que nenhum interesse egoísta ou vantagem temporal atraia qualquer pessoa para a nossa comunhão e que nenhum vínculo retenha qualquer membro a não ser a convicção de que deste modo é encontrada a verdadeira comunhão com Cristo.
Se a mudança de convicção levar um membro da nossa igreja a não se sentir em harmonia com a fé e a prática adventistas, reconhecemos não somente o seu direito mas também a sua responsabilidade de mudar, sem opróbrio, a sua filiação religiosa, conforme às suas crenças. Esperamos que outros organismos religiosos atuem no mesmo espírito de liberdade religiosa.
4. Antes de admitir membros de outras organizações religiosas como membros da nossa igreja, deve ser exercido cuidado para verificar se os candidatos são movidos a mudar a sua filiação religiosa por convicção religiosa em consideração à sua relação pessoal com Deus.
5. Uma pessoa sob censura de outra organização religiosa por transgressão claramente confirmada dos princípios morais ou do caráter cristão não será considerada candidata aceitável para ser membro da Igreja Adventista até que haja evidência de arrependimento e reforma.
6. A Igreja Adventista não pode limitar a sua missão a áreas geográficas restritas, devido à sua compreensão do mandato da comissão evangélica. Na providência de Deus e no desenvolvimento da Sua obra em prol da humanidade, organismos denominacionais e movimentos religiosos têm surgido de vez em quando para dar ênfase especial a diferentes fases da verdade do evangelho.
Na origem e surgimento do povo adventista, foi posta sobre nós a responsabilidade de enfatizar o evangelho da segunda vinda de Cristo como um acontecimento iminente. Isso requer a proclamação das verdades bíblicas no contexto da mensagem especial de preparação conforme descrita na profecia bíblica, principalmente em Apocalipse 14:6-14.
Esta mensagem comissiona a pregação do “evangelho eterno a toda nação e tribo e língua e povo”, chamando para ela a atenção de todas as pessoas, em toda a parte. Qualquer restrição que limite o testemunho a áreas geográficas específicas torna-se, portanto, uma redução da comissão ‘ evangélica. A Igreja Adventista também reconhece o direito de outras crenças religiosas operarem sem restrições geográficas.
Este é o texto do regulamento no 75 do Livro de Regulamentos da Associação Geral.

A Posição da Igreja Adventista Quanto ao Cigarro


O cigarro é a maior causa evitável de morte no mundo. É um conceito ético universal de que a prevenção é melhor do que a cura. No que concerne ao fumo, muitos países defrontam-se com um paradoxo ético: conquanto muitas décadas de pesquisa tenham apresentado incontestável evidência dos danos causados à saúde pelo cigarro, a indústria do fumo ainda floresce, frequentemente com apoio tácito ou aberto do governo. A ética do fumar torna-se ainda mais séria pelas alarmantes revelações acerca dos óbitos e riscos à saúde causados pelo fumar indirectamente ou “de segunda mão”. Uma questão séria de ética internacional é a exportação de cigarros para os países em desenvolvimento, principalmente cigarros com mais elevados teores de elementos letais do que o admissível em qualquer outro lugar.
Por mais de um século, a Igreja Adventista tem advertido os seus jovens e o público em geral quanto à natureza viciante e destruidora da saúde que é própria do cigarro. Os cigarros constituem um risco mundial à saúde por causa da combinação do hábito associado à ganância económica da indústria do fumo e de outros segmentos do mercado.
Os adventistas crêem que a ética da prevenção requer planos públicos de acção que reduzam o fumo, tais como:
1. Proibição uniforme de toda propaganda de cigarro.
2. Leis protegendo as crianças e os jovens que estão sendo alvo da indústria do fumo.
3. Leis mais estritas proibindo fumar em lugares públicos.
4. Uso mais agressivo e sistemático dos meios de comunicação a fim de educar os jovens quanto aos riscos do cigarro.
5. Impostos substancialmente mais altos sobre cigarros.
6. Regulamentos exigindo que a indústria do fumo pague pelos custos do cuidado da saúde associados ao uso de seus produtos. Iniciativas como estas salvariam milhões de vidas por ano.
Esta declaração foi aprovada e votada pela Comissão Administrativa da Associação Geral para ser divulgada pelo gabinete do então presidente Robert S. Folkenberg durante o Concílio Anual em São José, Costa Rica, de 1o a 10 de Outubro de 1996.

Os Adventistas do Sétimo Dia e o Seguro de Vida


Histórico sobre o Assunto


Desde seus primeiros anos, os adventistas do sétimo dia têm discutido sobre a participação ou não de membros da igreja em planos de seguro contra perda, com atenção dada ao seguro de vida.
Apesar de a igreja como um todo não ter tomado uma posição, muito menos fez disso um teste de disciplina, muitos membros creram que a igreja desencorajou ou não aprovou o fato de ter seguro de vida como sendo incompatível com o tipo de confiança na providência que marca o cristão dedicado. Ministros têm incluído frequentemente em suas apresentações públicas testemunhos contra seguros e têm encorajado os crentes, tanto antigos com novos, a abandonarem seguros já existentes.
Muitos pioneiros adventistas, apesar de saberem que a Bíblia não aborda diretamente o assunto de seguros, pediu que nenhum tipo de seguro fosse feito por cristãos. Por exemplo, em 1860 Roswell F. Cottrell, autor e líder proeminente, citou esses textos da Bíblia como apoio para a sua posição:
“Quem fica por fiador de outrem sofrerá males” (Pv 11:15). “Não toqueis em coisas impuras” (2 Co 6:17). “Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação” (Sl 146:3). “O Senhor os ajuda e os livra dos ímpios e os salva, porque nele buscam refúgio” (Salmos 37:39, 40). “Feliz o homem que em ti confia” (Sl 84: 12).
Apesar de concordar com a posição geral de Cottrell, James White tinha reservas sobre a aplicação do texto e expressa sua preocupação quanto às consequências através das seguintes palavras:
Quanto ao seguro, dizemos [no vol. XV no 23], ‘Com respeito ao seguro não temos nada a declarar no momento. Até agora não asseguramos nossos próprios prédios e se a igreja concordar em não assegurar os bens da igreja, seremos processados.’ Por isso as fortes razões do Irmão RFC são um lado da principal questão em debate. Mas esperamos que todos considerarão cuidadosamente suas evidências e conexões, para que vejam por si mesmos a quantidade de testemunhos diretamente contra o seguro. A verdade prevalecerá.” – Ibid
Enquanto a discussão anterior entre os líderes adventistas tratava de seguro de todos os tipos, os riscos envolvidos os levaram posteriormente a aceitar o princípio do seguro de bens contra fogo, tempestade e roubo. A mudança de atitude surgiu por volta de 1860, quando a igreja estava consentindo na incorporação legal a fim de manter os bens da igreja. Naquela época o risco de incêndio era muito ameaçador, porque o aquecimento era produzido por fogões à carvão ou à lenha e a luz era de lâmpadas à óleo.
A aceitação de Ellen White com respeito ao seguro de proteção aos bens é ilustrado em suas cartas. Em 1880 ela escreveu ao seu filho, W. C. White, “Quero que você providencie para que a casa em Healdsburg seja assegurada. Fale com Lucinda sobre isso. Estou preocupada com isso” (Carta 17, 1880). Quatro anos mais tarde ela escreveu, “Irmão Palmer diz que escreveu-lhe sobre o seguro. Se a casa não está no seguro isso deve ser feito imediatamente” (Carta 53, 1884).
Este conselho estava em harmonia com suas repetidas instruções de que todos os passos deveriam ser tomados para salvaguardar as propriedades. Enquanto ela ainda estava viva, seu filho, W. C. White, respondeu a uma inquirição com respeito a seguro contra fogo:
Não encontramos nos escritos da Mamãe nenhuma condenação da prática do seguro em nossas propriedades contra fogo. Mamãe sempre considerou isso muito diferente de seguro de vida. Ela mantém seus imóveis corretamente assegurados, e tem encorajado algumas de nossas instituições a fazer o mesmo. – Carta de W. C. White em 5 de agosto de 1912.
Ellen G. White e o Seguro de Vida
No entanto, o seguro de vida foi visto sob uma luz diferente. De um modo geral, os que assumiram uma posição contra o seguro de vida, o fizeram como uma resposta às declarações de Ellen White, iniciando com o seu artigo de duas páginas, “Seguro de Vida,” publicado primeiramente em 1867 em Testimony no 12. Por ser sua mais antiga e mais extensa discussão sobre o assunto, é reproduzida de maneira completa aqui:
Foi me mostrado que os adventistas observadores do sábado não devem meter-se em seguros de vida. Isto é um comércio com o mundo, que o Senhor não aprova. Os que participam nesses empreendimentos estão se unindo ao mundo, enquanto Deus chama Seu povo para sair dele e ser separado. O anjo disse, ‘Cristo lhe comprou através do sacrifício de Sua vida. Ou não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo que está em vós, o qual tendes da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço. Agora pois glorificai a Deus no vosso corpo e no vosso espírito, que é de Deus.’ ‘Porque estais mortos, e suas vidas estão escondidas com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é sua vida, aparecer, então vós também aparecereis com Ele em glória.’ Aqui está o único seguro de vida que o céu aprova.
O seguro de vida é uma praxe mundana que leva nossos irmãos a se envolverem e abandonarem a simplicidade e pureza do evangelho. Cada um desses desvios enfraquece a nossa fé e diminui nossa espiritualidade. Disse o anjo: ‘Mas vocês são uma geração escolhida, um sacerdócio real, uma nação santa, um povo peculiar; Que ele mostrasse os louvores a Ele que nos chamou das trevas para a Sua maravilhosa luz.’ Como povo pertencemos ao Senhor de maneira especial. Cristo nos comprou.
Anjos de extremo poder estão ao nosso redor. Nem um pardal cai sem que o nosso Pai celestial note. Até mesmo os cabelos da nossa cabeça estão contados. Deus tem feito provisões para Seu povo. Ele cuida do Seu povo de maneira especial, e estes não deveriam desconfiar de Sua providência, participando de empreendimentos do mundo. Deus tem a intenção de que preservemos a nossa simplicidade e santidade peculiar como um povo. Os que se envolvem nessas praxes mundanas, investem meios que pertencem ao Senhor, que Ele nos confiou para usar em Sua causa. Porém poucos receberão algum retorno do seguro de vida, e sem as bênçãos de Deus mesmo estes terão prejuízo em vez de benefício.
Satanás está constantemente apresentando tentações ao povo escolhido de Deus para atrair suas mentes do solene trabalho de preparação para as cenas do futuro. Ele é no sentido mais profundo da palavra um enganador, um habilidoso charmoso. Ele encobre seus planos e com coberturas de luzes emprestadas do céu. Ele tentou a Eva a comer do fruto proibido, fazendo-a crer que teria muitas vantagens por causa disso.
Satanás leva seus agentes a introduzir varadas invenções e direitos de patentes e outros empreendimentos, para que os guardadores adventistas do sábado que têm pressa de ficar ricos, caiam em tentação, tornem-se seduzidos, e embrenhando-se em muitas tristezas. Ele está bem alerta, empenhado diligentemente em levar o mundo ao cativeiro. Através da força do mundanismo, ele mantém um alegre estímulo para atrair os imprudentes que professam crer na verdade de unir-se aos mundanos. A lascívia no olhar, o desejo de emoção e diversão por prazer, é uma tentação e uma armadilha ao povo de Deus.
Satanás tem muitas tramas subtis e redes perigosas, que aparentam inocência, mas com as quais está se preparando habilidosamente para enfeitiçar o povo de Deus. Há shows alegres, diversões, leituras frenológicas e uma variedade interminável de empreendimentos que surgem constantemente, planejados para levar o povo de Deus a amar ao mundo e as coisas que há no mundo.
Através da união com o mundo, a fé se enfraquece, e recursos que poderiam ser investidos na causa da presente verdade são transferidos para as fileiras do inimigo. Através desses diferentes canais Satanás está habilidosamente desperdiçando as posses do povo de Deus, e por causa disso a indignação do Senhor esta sobre eles.” – Testimonies, vol. 1, pp.549-551.
Uma leitura cuidadosa nos habilita a ver as cinco razões dadas por Ellen White para opor-se ao seguro de vida:
1. Sobrecarrega excessivamente os crentes com o mundo.
2. Encoraja um espírito mundano e secular contrários à simplicidade e sinceridade do serviço cristão.
3. Diminui o senso da providência de Deus.
4. Representa uma negação à verdadeira mordomia para com Deus por desviar seus fundos em aventuras arriscadas na esperança de ganho.
5. Manifesta ganância como a especulação em direitos de patentes e invenções.
Baseado numa análise de Ellen White é óbvio que ela considera a participação em seguro de vida tanto uma ameaça à experiência espiritual como deficiente porque é uma aventura especulativa.
Após seu artigo inicial de 1867, Ellen White fez somente referências ocasionais ao seguro de vida em seus escritos. Sua mais recente declaração principal foi dirigida a N. D. Faulkhead, um proeminente trabalhador na Austrália, que além do seu profundo envolvimento com a Maçonaria, fez um seguro no valor de 200 libras. Ellen White, ao instar-lhe a romper sua conexão com a Maçonaria, também o aconselhou a cancelar seu seguro de vida. Respondendo ao seu apelo, Faulkhead escreveu: “Também vi sabedoria em seu testemunho concernente ao seguro de vida. Eu tinha um seguro em um dos escritórios da cidade, e com a ajuda de Deus eu o descontinuei também.” – N. D. Faulkhead para Ellen G. White, 18 de setembro de 1893.
A irmã White escreveu-lhe em resposta dizendo:
“Sua carta foi recebida e lida com profundo interesse. Estou muito agradecida ao nosso bondoso Pai celestial que deu-lhe força através de Sua graça para se libertar da Maçonaria….Alegro-me também que você se desfez do seguro de vida….
A certeza do céu é o melhor seguro de vida que você pode ter. O Senhor prometeu Sua guarda neste mundo, e no mundo porvir Ele prometeu nos dar a vida imortal.” – Carta 21, 1893.
As várias subsequentes referências de Ellen White sobre o seguro de vida não refletem nenhuma explanação filosófica adicional, mas há vários usos metafóricos do termo “seguro de vida,” frequentemente relacionado à convicção encontrada em 2 Pedro 1:10, 11. Ela escreveu por exemplo:
“Ninguém precisa perder o sono devido a documentos de seguro de vida. Seu direito como herdeiro de Deus, e co-herdeiro com Jesus Cristo é de uma herança incorruptível, imaculada e que não se desvanecerá.” – Ms 63, 1899.
Uma revisão das declarações de Ellen White leva-nos à conclusão de que o seguro de vida como era praticado na sua época, era contrário aos princípios cristãos, tanto do ponto de vista espiritual como administrativo sobre os bens do Senhor.
Práticas de Seguro no Final do Século 19
O período após a Guerra Civil foi uma fase de rápida expansão e inovações tecnológicas nos Estados Unidos. Essa época foi descrita corretamente como um período de oportunismo crescente e especulação completamente não regulada pelo governo. Práticas de monopolização e a industrialização se concentravam no acúmulo de vastas fortunas pessoais, quase que sem imposto. O esquema para enriquecer rapidamente era muito comum, geralmente resultando na perda do investimento. Foi um tempo bem caracterizado pela famosa sátira de P. T. Barnum, “Os trouxas nunca acabarão.”
A inexperiente indústria de seguros estava totalmente envolvida no espírito da época, um espírito imergido na essência do alto risco. Embora grupos de ações de seguro subcapitalizações prometessem rápido enriquecimento, faliam frequentemente sem aviso prévio, deixando suas apólices sem valor. Ao as companhias tratarem com seus clientes, eram frequentemente injustas e muitas vezes cometiam fraude. Seguros de vida feitos sob o nome de pessoas totalmente estranhas eram impostas ao público, que era encorajado a investir na esperança de lucrar da morte do assegurado.
Os abusos de tal sistema levou o público a exigir regulamentos do governo. No início de 1906, leis reguladoras federais e estaduais foram designadas para limitar fraudes e exigir das companhias de seguro o cumprimento de práticas corretas.
As companhias de seguros atuais, reguladas intensamente pela lei e agencias governamentais, diferem em aspectos importantes daquelas do final do século 19. O conselho de Ellen White contra investimentos em seguros de vida deve ser entendido no contexto e nas práticas de sua época, para compreendermos propriamente o significado de suas palavras.
Provisão para o Tempo de Necessidade
Ambas, as Escrituras e os escritos de Ellen White eleva a um mandato divino a responsabilidade cristã de proteger e prover para os seus entes queridos. Em ambas, fé e prática, a Bíblia atribui uma responsabilidade primária a tal cuidado de parentes próximos. Baseado na autoridade do quinto mandamento “Honra teu pai e tua mãe…,” o apóstolo Paulo salienta a importância deste princípio de maneira enfática. Ele escreveu:
“Mas se alguma viúva tiver filhos, ou netos, aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família, e a recompensar seus pais; porque isto é bom e agradável diante de Deus…. Mas, se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família, negou a fé, e é pior do que o infiel” (1 Tim. 5:4, 8).
Jesus reforçou o mesmo princípio, referindo-se a isto como o “mandamento de Deus” (Mat.15:6).
Repetidamente Ellen White enfatizou a importância de planejar para as necessidades futuras. Exemplos de tal conselho incluem o seguinte:
“Poderias ter hoje capital para usar em caso de emergência e ajudar a causa de Deus, se tivesse economizado como devias. Cada semana uma parte de teu salário deve ser reservado e de maneira alguma tocado, salvo no caso de real necessidade para devolver ao Doador como oferta a Deus. …
Os recursos que tens conseguido não têm sábia e economicamente gastos, de maneira a deixar margem para, no caso de vires a ficar doente, não ficar tua família privada dos meios para o seu sustento.” – O Lar Adventista, pp. 395, 396.
“Se você e sua esposa tivessem entendido ser um dever que Deus lhe deu negar seus gostos e desejos, e fazer provisões para o futuro, em vez de meramente viver o presente, ….sua família poderia ter tido conforto na vida.” – Testimonies, vol. 2, p. 432.
Através de sua vida Ellen White promoveu como deveres cristãos práticas como diligência, trabalho honesto, exercício da previdência, auto-negação e generosa benevolência para a causa do Senhor. Ela encorajou a aquisição de posses de qualidade e o cuidado delas. Falou
 em favor de compra de casas onde isto é possível e aprovou o acúmulo de reservas razoáveis para uso em necessidades. Ela considerava que tais reservas estivessem disponíveis não somente para necessidades pessoais, mas também para expandir a obra de Deus e atender àqueles fora da família que estivessem em dificuldades. Ela via favoravelmente a aquisição de uma casa modesta, mas confortável, para a aposentadoria, e falou do respeito próprio que resultaria de se haver planejado para o futuro. (Ver Testimonies, vol. 7, pp. 291, 292.)
Conclusão:
Procurando entender os ensinamentos das Escrituras e os escritos de Ellen White sobre o seguro de vida, muitos adventistas têm-se concentrado nos seus avisos contra o seguro, negligenciando seus testemunhos que visam também fazer provisões para tempos de necessidade. O efeito tem sido privar os membros de benefícios dessa natureza que um planeamento prudente pode suprir.
Sob as atuais condições, a perguntas fundamentais são: As apólices de seguro oferecem um método para suprir as necessidades de emergência que são compatíveis com os princípios cristãos? Podem elas ajudar a resolver as crises surgidas pela deficiência ou morte do provedor sem enfraquecer a fé ou o comprometimento da confiança na providência de Deus? Podem elas auxiliar a cumprir a responsabilidade dada por Deus de proteger os sobreviventes inocentes de tragédias deste perigosos mundo? Podem elas preencher a lacuna criada pelos reduzidos laços familiares deste mundo moderno à medida em que o individualismo aumenta e os programas governamentais desfazem os antigos vínculos?
Uma comissão de estudo da Associação Geral e o Ellen G. White Estate conduziram uma detalhada pesquisa do seguro de vida, resumida em um relatório de 50 páginas publicado em 1957. Suas proposições, baseadas em cuidadosa investigação, provêem uma sólida interpretação dos princípios envolvidos, e devem ser levados em consideração para se chegar à uma conclusão. Estes princípios incluem o seguinte:
1. O Espírito de Profecia aconselha sem hesitação e ensina decididamente que o cristão deve fazer provisões para os “maus dias”. Devemos reconhecer que virá o tempo onde o salário será reduzido ou cessado; e olhando para o futuro, devemos se possível, ter uma quantidade razoável de propriedade e dinheiro em reserva para suprir tais necessidade a fim de que “a caridade dos outros não venha sobre nós.”
2. É apropriado ter a segurança de um modesto lar próprio e um investimento financeiro moderado – dinheiro no banco, investido na obra do Senhor, ou em outro investimento seguro.
3. É adequado nos beneficiarmos da proteção oferecida pelo seguro de incêndio e de automóveis.
4. Em qualquer provisão que fizer para o futuro, o cristão tem de estar sempre ciente do cuidado especial e amoroso de Deus sobre seus filhos, e não se esquecer das necessidades da obra de Deus.
5. A família e a igreja têm responsabilidade para com os membros em tempo de necessidade e de luto. O cristão deve partilhar o fardo do seu próximo para que ninguém sofra.
6. A extensão da provisão que deve ser feita para os dias de necessidade e como isso deve ser efetuado fica a critério do indivíduo para resolver cuidadosamente e com oração, com o coração entregue a Deus, e com a determinação que o cumprimento dessas responsabilidades, cada passo será dado em harmonia com a vontade de Deus.
7. Os conselhos dados sobre o seguro de vida pelo Espírito de Profecia na década de 1860 foram dados num período em que seguro de vida era descontrolado, e muitas vezes lidado por interesses de “caloteiros”, como um jogo desonesto num esquema de rápido enriquecimento.
8. Apesar dos conselhos do Espírito de Profecia entre os anos de 1867 e 1909 terem continuado a ser consistentes em desencorajar seguro de vida, deve ser reconhecido que nos Estados Unidos tal seguro ficou sob o controle de leis bancárias estaduais somente a partir de 1906. Até 1910 algumas companhias ainda estavam envolvidas em práticas duvidosas e frequentemente desonestas. Entretanto, após 1909, não houve declarações de Ellen White sobre seguros de vida.
9. Vários planos de poupança e seguro que hoje são definidos como “seguro de vida”, protegidos por leis estaduais decretadas cuidadosamente, e sujeitas à inspeção rigorosa de autoridades estaduais, são geralmente consideradas seguros investimentos e mais sólidas do que muitos outros investimentos.
10. Na maioria dos assim chamados planos de seguro, como são escritos hoje, o princípio de reservar algo para dias de necessidade e também de partilhar o fardo com o próximo está sendo executado. O círculo atinge além da família ou igreja, um grande número de pessoas, equilibrando assim as responsabilidades e minimizando as despesas.
11. Seguro de saúde é também outra maneira de nivelar o que pode ser altas despesas. Nesse caso também um grande número de pessoas dividem as responsabilidades uns dos outros.
12. Seguro para funerais provê um meio onde os gastos agora relacionados com a morte é provido de maneira certa e segura através do pagamento adiantado por um período de anos.
13. Institutos funerários, no qual um grande número de pessoas participam seja por dívida ou taxa por ocasião da morte de um membro são uma maneira de dividir sistematicamente os gastos de tal maneira que levamos as cargas uns dos outros. Através de um plano bem organizado fazemos a provisão apropriada para uma despesa que tem de ser paga.
14. O INSS é reconhecido pela igreja como um plano onde o empregador e o empregado se unem em economizar sistematicamente que estará à disposição em tempo de necessidade, seja na aposentadoria ou morte.
15. Esses diferentes planos proporcionam exatamente para os membros leigos o que a denominação (IAJA) – introduzido pelo Espírito de Profecia – tem fornecido por muitos anos para ministros e outros funcionários da denominação. Esse é um plano, no qual uma percentagem regular da folha de pagamento de várias organizações de trabalho é acumulada num fundo centralizado que é para ser desembolsado em pagamentos mensais ao aposentado ou ao trabalhador incapacitado ou suas viúvas, em situações de dificuldade, para gastos extras com médico e funeral.
16. Apesar de oficialmente não encorajar nem desencorajar seus membros quanto a diferentes tipos de seguro, a igreja adventista do sétimo dia através de votos da Comissão da Conferência Geral em Concílio Anual aprovou formalmente planos de seguridade social e de benefício para sobreviventes.
17. Na escolha do método empregado para prover “um capital para usar em caso de emergência” (O Lar Adventista, p. 395), seja qual for o método, um cuidado especial deve ser tomado em buscar e seguir os conselhos dos mais experientes em quem se pode confiar para obter uma direção segura.
18. Independente da reserva que o provedor faça em preparo para o dia de adversidade financeira ou renda reduzida, ele deve guardar-se cautelosamente contra atitudes que podem leva-lo ao amor ao dinheiro, ou a colocar sua confiança naquilo que ele criou com suas próprias mãos, prejudicando assim, uma íntima comunhão com seu Criador e Redentor.
19. O Senhor, através dos conselhos do Espírito de Profecia, nos deu muitos conselhos e directrizes sobre a nossa responsabilidade financeira de mordomia, deixando claro nossas obrigações para com Deus, com nossa família, nossos irmãos da igreja e nosso próximo. Esses conselhos devem ser cuidadosamente estudados, reestudados e absorvidos, para que acumulemos tesouro no céu, e não sejamos seduzidos pelos enganos de Satanás.
Recomendado:
1. Advertir todos os crentes, especialmente aqueles que tem a responsabilidade financeira da família, efetuar uma reserva bem planejada para situações de emergência que podem afetar eles próprios e suas famílias.
2. Assegurar-se de que os seguros de vida não têm nenhum conflito com os princípios cristãos como meios legítimos de prover para tempos de necessidade.
3. Ponderar que as decisões quanto à extensão de como o seguro será usado para contribuir para o planeamento financeiro da família é uma questão de consciência pessoal, e que a igreja não deve tomar qualquer posição oficial nesse aspecto.
4. Aconselhar que o ato de economizar para o futuro não dá qualquer direto ao exercício da ganância.
5. Recomendar àqueles que planejam assegurar o futuro, evitarem que motivos egocêntricos venham a ser parte de seu planeamento.
6. Educar os membros da igreja através do ministério da mordomia referente a sólidos princípios em planeamento financeiro familiar.
7. Não tomar qualquer medida como igreja quanto a estabelecer ou promover qualquer forma de seguro de vida em comum para os membros.
Aprovado pelos oficiais da Conferência Geral, 1985.