Hino - A Doce História

A Doce História

Letra: Arabella Katherine Hankey (1834-1911)
Título Original: I Love to Tell the Story
Música: William Gustavus Fisher (1835-1912)
Texto Bíblico: Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:5)




Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral – cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado “A Velha, Velha História“, escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intituladas “A História Desejada“, com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada “A História Contada“, com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A srtª Hankey conta: – “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Certos versos foram selecionados da segunda parte para criar o hino “A Doce História”, cuja melodia foi composta por W. G. Fischer. Este hino tornou-se muito popular e foi traduzido para vários idiomas. Este e outros hinos da autora foram publicados periodicamente de diferentes formas, às vezes acompanhados por melodias compostas por ela mesma.
Muitos de seus hinos podem ser encontrados em um pequeno volume que ela publicou em 1870, intitulado De Coração para Coração. Muito poucos dos hinos compostos nos últimos cinqüenta anos têm sido tão caros aos corações das pessoas, moços ou idosos, quanto este cântico simples.
Fonte: CyberHymnal

Vivemos num "Tempo de Esperança"

A campanha de evangelização "Tempo de Esperança" termina no dia 1 de julho. Noite após noite o Pr. John Bradshaw tem transmitido mensagens de confiança, que têm tocado o coração das milhares de pessoas que assistem às conferências, nas diferentes congregações onde estão reunidas. 

Está agendado para o próximo domingo, data da última conferência, uma grande cerimónia baptismal.

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 054

A Doce HistóriaLetra: Arabella Katherine Hankey (1834-1911)

Título Original: I Love to Tell the Story
Música: William Gustavus Fisher (1835-1912)
Texto Bíblico: Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:5)



Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral – cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado “A Velha, Velha História“, escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intituladas “A História Desejada“, com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada “A História Contada“, com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A srtª Hankey conta: – “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Certos versos foram selecionados da segunda parte para criar o hino “A Doce História”, cuja melodia foi composta por W. G. Fischer. Este hino tornou-se muito popular e foi traduzido para vários idiomas. Este e outros hinos da autora foram publicados periodicamente de diferentes formas, às vezes acompanhados por melodias compostas por ela mesma.
Muitos de seus hinos podem ser encontrados em um pequeno volume que ela publicou em 1870, intitulado De Coração para Coração. Muito poucos dos hinos compostos nos últimos cinqüenta anos têm sido tão caros aos corações das pessoas, moços ou idosos, quanto este cântico simples.
Fonte: CyberHymnal

Congresso Nacional dos Ministérios da Mulher

Sob o tema “Viver + Mulher”, o departamento do ministério da mulher da UPASD organizou um congresso nacional. A Drª Denise Hochstrasser, responsável por este departamento na Divisão Inter-Europeia, foi a convidada especial.
Foi com um apelo que Jesus faz às mulheres, em forma de poema, que a Prª Maria da Luz Cordeiro, responsável pela área da família da UPASD, fez a abertura do congresso. A Drª Denise Hochstrasser, da Divisão Inter-Europeia, apelou a que as mulheres “comecem e terminem o dia com Deus”. Numa época de grande instabilidade e temor, a conferencista lembrou da promessa divina “não temas”, repetindo-a por diversas vezes ao longo do sermão.
Maria Rosa Nunes, responsável pelo departamento dos ministérios da mulher durante cinco anos aproveitou  o convite da Prª Maria da Luz para recordar todo o historial deste ministério, desde a sua implementação no nosso país em 1986, até aos dias de hoje.
A Prª Maria da Luz aproveitou ainda este evento para homenagear as antigas quatro antecessores deste departamento, desde logo Eunice Dias (1992-1997), Maria Rosa Nunes (1997-2002), Guida Esteves (2002-2007) e a Prª Hortelinda Gal (2007 a 2012).

Quem não come carne vive mais

Os vegetarianos vivem mais tempo do que as pessoas que consomem carne, é este o resultado de um estudo da Associação Médica Americana.
O estudo divulgado pela Revista de Medicina Interna da Associação Médica Americana, incidiu sobre 73.000 adventistas do sétimo dia vegetarianos e teve a duração de seis anos.
O estudo acompanhou os hábitos alimentares dos vegetarianos e dos carnívoros. De acordo com a investigação, no universo dos vegetarianos em estudo, ocorreram menos 12% de mortes ao longo dos seis anos abrangidos pelo estudo. Quem não come carne sofre ainda cerca de 19% menos de problemas de coração, em comparação com quem consome. Problemas de rins e diabetes também têm menos incidências nos vegetarianos.
Os nutricionistas que conduziram o estudo chamam a atenção para a necessidade de, ao seguir uma dieta vegetariana, se ter em consideração a presença de nutrientes suficientes na alimentação quotidiana. Entre os elementos indispensáveis estão a vitamina B12, cálcio, zinco e ferro.
DN | ad7news

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 021

Vigiar e Orar
Letra: Autor Desconhecido. Publicado no hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores.
Tradução: Alfredo Henrique da Silva (1872-1950), em 1913
Título Original: Desconhecido
Música: Sophia Zuberbühler (1833-1893)
Texto Bíblico: “Mas eu invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. De tarde, de manhã e ao meio-dia me queixarei e me lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55:16 e 17)
Eram 4 horas da manhã na primavera de 1967. Depois de pregar e comungar com os irmãos num pequeno lugarejo chamado Volta, entre Urucuí e Ribeirão Gonçalves, no centro-sul do Piauí, o Pr João Alves Feitosa, então Secretário-Executivo da convenção Batista Piauí-Maranhão, estava na sua rede pendurada no galpão da casa de palha de um dos membros da congregação. Toda a família havia se abrigado no único quarto da casa . O Pr Feitosa acordou ao som de uma música suave, um pouco à distancia. “Bem de manhã, embora o céu sereno pareça um dia calmo anunciar”, ele ouviu, Que maneira maravilhosa de acordar!
Percebeu que o pequeno grupo de irmãos estava num círculo, cantando este belo hino.
Embora estivesse muito cansado da sua longa viagem do dia anterior, num antigo ônibus sobre uma acidentada e empoeirada estrada, cheia de ondulações, o pastor apressou-se a se reunir a este corajoso grupo que começava cada dia num culto de louvor ao seu Salvador e Senhor e a orar para que Deus mandasse chuva àquele lugar. Desde então, o Pr. Feitosa não pode cantar este hino sem ver na sua mente e coração aquele pequeno grupo, no sul do Piauí, levantando sua voz nesta comovente oração.
O autor destas singelas palavras é desconhecido. O pastor Alfredo Henrique da Silva a traduziu, em 1913, do hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores. Sua versão está em quase todos os hinários evangélicos do Brasil, demonstrando seu valor.
A linda melodia VEILLE TOUJOURS (Vigie Sempre), escolhida para este hino, é de Sophia Zuberbühler (1833-1893). Não há outras informações biográficas disponíveis sobre esta compositora no momento.
Bibliografia: BRAGA, Henriqueta Rosa Fernandes. Música Sacra Evangélica no Brasil, Rio de janeiro, Livraria Kosmos Editora, 1961. p. 338

História do Hino - Vinde, Povo do Senhor


Vinde, Povo do Senhor

 Letra: Henry Alford (1870-1871) – publicada no hinário Psalms and Hymns (Salmos e Hinos), em 1844.
Título Original: Come, Ye Thankful People
Música: George Job Elvey(1816-1893)- composta em 1858
Texto Bíblico: Vinde, cantemos alegremente ao Senhor, cantemos com júbilo à rocha da nossa salvação. Apresentemo-nos diante dele com ações de graças, e celebremo-lo com salmos de louvor. Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois ele o fez, e as suas mãos formaram a serra terra seca. Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou. (Salmo 95:1-6)
Este hino de colheita apareceu na coleção de Henry Alford, “Psalms and Hymns” (Salmos e Hinos) em 1844. Foi escrito para o Festival Inglês de Colheita que corresponde ao Dia de Graças Americano, embora seja uma festa de data móvel que ocorre em diferentes dias nas várias vilas e cidades. Não há hino melhor para o tempo de colheita anual do que este.
Henry Alford foi um homem talentoso – Teólogo, erudito, poeta, escritor, artista e músico. Era filho de um homem do clero, tornou-se ministro também, e eventualmente tornou-se Reitor de Canterburry em 1857. Foi membro da comissão de Revisão do Novo Testamento, e entre os 50 livros que escreveu provavelmente o mais útil foi o seu “Testamento Grego”, em quatro volumes. Foi um devoto e um homem de Deus através da sua vida, cumprindo o voto que escreveu na sua Bíblia no seu décimo aniversário: “Neste dia, na presença de Deus e de minha própria consciência, renovo meu pacto com Deus e solenemente me determino a tornar-me Seu e fazer o Seu trabalho tanto quanto me seja possível”.
“St. George’s Windsor” foi composto por George J. Elvey e tem sido associado a este hino desde a sua edição original em “Hinos Antigos e Modernos” em 1861. A melodia foi publicada primeiramente em “A Selection of Psalms and Hymns”, (Uma Seleção de Salmos e Hinos) de Thorne em 1858 com outras palavras. Foi assim nomeado em honra à Capela de “St. George’s Windsor” onde muitos organistas famosos serviram, e muita música gloriosa foi ouvida.
Sir George J. Elvey foi um organista e compositor inglês, educado em Oxford, onde recebeu o grau de Doutor em Música, e foi condecorado em 1871, após escrever uma marcha de Festival para o casamento da Princesa Louise. Escreveu muitos trabalhos para a Igreja. Suas melodias para hinos demonstram equilíbrio de melodia e eficiente harmonia.

Oito servos de Deus ordenados ao ministério pastoral

O corpo pastoral português está mais rico com a consagração de oito novos ministros do culto. Os pastores Augusto Fernandes, Dário Santos, Luís Paulo Fonseca, Rúben Martins, Samuel Aires, Sidónio Lança, Teófilo Lopes e Vitor Pancha foram este Sábado consagrados pela UPASD.
“Só consigo comparar o dia de hoje com o dia do meu casamento”, confidencia-nos à chegada o Pr. Rúben Martins. Juntamente com o Pr. Teófilo Lopes, também ele consagrado hoje, um dos dois pastores filhos de pastores dos oito consagrados na Igreja de Lisboa central. O pai, Pr. Daniel Martins, não usa a palavra orgulho para descrever o que sente pelo seu filho num momento como este. Prefere antes dizer que sente “uma alegria imensa pelo percurso espiritual” do filho.
Às 16h00 em ponto, no dia dedicado ao Jejum e Oração, a Igreja estava cheia. Mais de que a consagração destes “novos” oito pastores, é um dia de celebração e agradecimento a Deus. Um a um vão sendo apresentados pelos “padrinhos”. O Pr. José Eduardo Teixeira, ex-presidente da UPASD, traçou o percurso profissional e familiar do Pr. Augusto Fernandes e do Pr. Luís Paulo Vasconcelos. Por seu lado o Pr. Dário Santos foi apresentado pelo seu tio, Pr. Júlio Carlos Santos, que recordou que no dia da apresentação do Dário na Igreja, há mais de três décadas, o pastor responsável pela cerimónia, na altura, vaticinou que aquele bebé ainda viria a ser pastor. Acertou. Os pastores Rúben Martins e Teófilo Lopes foram apresentados pelos pais, os pastores Daniel Martins e Amílcar Lopes. O Pr. Graça traçou o perfil profissional peculiar do Pr. Sidónio Lança e o Pr. Jorge Machado mostrou o reconhecimento que sentia por ter sido escolhido para apresentar o Pr. Vitor Pancha. Finalmente o Pr. Samuel Aires foi apresentado por um amigo de décadas, o Pr. Jorge Duarte.
Os níveis de espiritualidade sentidos na sala foram aumentando, à medida que se aproximava o ponto alto da cerimónia, o momento da imposição de mãos. Um a um, todos os pastores  presentes na sala se ajoelharam no púlpito da Igreja e impuseram as mãos sobre os oito pastores recém consagrados. A oração de ordenação foi do presidente da UPASD, Pr. António Rodrigues.
Esta cerimónia de ordenação ao ministério pastoral, ficou ainda marcada por um momento de ação de graças aos pastores eméritos e pelo reconhecimento a estes homens por terem dedicado a vida à obra de Deus.
ad7|news

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 168

Histórias de Hinos

A Última Hora
Letra e Música: João Diener (1889-1963)
Título Original: A Última Hora
Texto Bíblico: Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã. Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o bem desta terra; mas se recusardes, e fordes rebeldes, sereis devorados à espada; pois a boca do Senhor o disse. (Isaías 1:18-20)

 

O autor deste comovente convite, João Diener, nasceu em 24 de setembro de 1889, próximo a Moscou na Rússia. Sua família era evangélica, de origem letã. Chegou ao Brasil em agosto de 1897, instalando-se no Estado de São Paulo, onde trabalhou como operário numa fábrica de tecelagem.
Este, seu hino mais célebre, foi escrito em 1911, de uma forma inesperada. Henriqueta Rosa Fernandes Braga conta que João Diener estava trabalhando na tecelagem e pensava na mensagem proferida pelo missionário pioneiro batista. A. B. Deter no dia anterior. Seu trabalho tornou-se mecânico, enquanto aflorava em sua mente uma melodia nunca ouvida antes, mas muito clara. Repetiu a melodia várias vezes e, em sua casa, trabalhou a letra que surgira na fábrica. Durante um período de desemprego, Diener foi amparado pelo missionário Deter e sua família e continuava a morar com eles. Ele pediu a Edith, filha de 13 anos do missionário, que lhe auxiliasse ao piano, e na partitura, enquanto ele compunha “voz por voz” a harmonia desta linda melodia. João Diener cantou-a pela primeira vez na Igreja Batista do Alto da Serra, em São Paulo, num culto em que pregou o missionário William Buck Bagby.
O Pr. Francisco Cid, missionário da Junta de Missões Mundiais (da Convenção Batista Brasileira) na Argentina, escreve em O Jornal Batista uma história comovente da influência mais dramática deste hino:
Certo domingo à tarde, vagueava um homem nas ruas da cidade de São Paulo. Depois de haver bebido durante o dia, se recostou para dormir num dos bancos da Praça Princesa Isabel, a mesma onde fica a primeira Igreja Batista. Passadas algumas horas, ele despertou. Já era noite. De longe lhe vinha aos ouvidos o cântico de um hino! E era seu hino!
Lá na Igreja, o pastor havia terminado a pregação e anunciou o hino final do culto. O hino era A Última Hora. Este homem, separado da família e longe de Deus, ainda trôpego e um tanto ébrio, se levantou daquele lugar frio e de abandono e marchou em direção ao templo. Quando entrou, o Pr. Tertuliano Cerqueira se aproximava da porta, e daquele homem desalinhado e com forte cheiro de bebida alcoólica o cumprimentou e disse: “…Que mensagem de Deus tem este hino! “
O pastor lhe respondeu: “Eu sei que o compositor foi alguém inspirado por Deus. ” Diener lhe disse, então: “Eu escrevi esse hino! “
Em seguida, mostrou ao pastor a sua identificação. Depois, o pr. Tertuliano levou Diener à sua casa, ouviu sua comovedora história e a manifestação daquele coração, que naquela noite havia se arrependido.
João Diener reconstruiu o seu lar, que estava desfeito, reconciliando-se com sua mulher. Voltou a cantar o seu hino, tornou-se outra vez regente do coro da igreja, e foi fiel ao Senhor até a sua partida, no ano 1963.
Bibliografia: Cid, Francisco. A Última Hora, O Jornal Batista, Rio de janeiro, ANO XC, junho de 1990

Monumento com os 10 mandamentos é inaugurado em praça pública



monumento dos dez mandamentos
Tavares, RS... Desde o dia 28 de abril os 10 mandamentos bíblicos estão visíveis a todos os moradores da cidade de Tavares, no Rio Grande do Sul. O monumento com o decálogo foi inaugurado na principal praça da cidade com a presença da comunidade adventista local e de autoridades públicas, como o presidente da Câmara Municipal e alguns vereadores.

De acordo com o líder da Igreja Adventista na região, pastor Cláudio Rocha, a placa desperta a curiosidade dos moradores que circulam diariamente pelo local. “As pessoas passam olhando e perguntam do que se trata. Dessa forma elas estão sendo despertadas para conhecerem melhor as crenças da Igreja Adventista”, esclarece o pastor.

Além de Tavares, as cidades de Viamão, Taquara e Rio Grande também possuem o mesmo monumento na praça central de cada município.

Congresso de Universitários em Aveiro

Uma das maiores provas de fé que os estudantes adventistas enfrentam diariamente é o choque cultural com o ambiente secularizado das universidades. É a pensar neste desafio diário que a AUA procura reunir, de três em três anos, os universitários adventistas em congresso.

Este ano, entre 19 e 21 de Abril, a cidade e a Igreja Adventista de Aveiro acolheram mais de 200 jovens que, para além de participarem no congresso para estabelecerem laços e fortalecerem a fé, também vieram para ouvir o Prof. Rodrigo Silva apresentar as descobertas
arqueológicas que comprovam a veracidade histórica da Bíblia.
O Prof. Rodrigo Silva, de origem brasileira, é doutorado em teologia bíblica e pós-doutorado em arqueologia bíblica. Autor de diversos livros sobre arqueologia, é ainda conferencista, professor universitário e apresentador na TV Novo Tempo e no Canal Discovery.

Tu És Fiel, Senhor

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 035
Letra: Thomas Obediah Chisholm (1866-1960)
Título Original: Great is Thy Faithfunlness
Música: William Marion Runyan (1870-1957)
Texto Bíblico: A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade. (Lamentações 3:22 e 23)
O poema deste hino foi escrito em 1923 por Thomas Obediah Chisholm. Chrisholm nasceu em 29 de julho de 1866, na cidade de Franklin, Kentucky, EUA. Teve sua educação básica em uma pequena escola rural, e tornou-se professor desta escola aos 16 anos. Quando tinha 21 anos, tornou-se editor associado de um jornal semanal, o The Franklin Favorite.
Em 1893 tornou-se cristão, sob o ministério do Dr. Henry Clay Morrison (futuro presidente do Colégio Asbury, em Wilmore, Kentucky). Persuadido pelo Dr. Morrison, Chrisholm mudou-se para Louisville e tornou-se editor do Penecost Herald. Foi ordenado como ministro metodista em 1903 e serviu como pastor por pouco tempo em Scottsville, Kentucky.
Com a saúde debilitada, mudou-se com sua família para uma fazenda, perto de Winona Lake, Indiana. Tornou-se então um vendedor de seguros, mudando-se para Vineland, Nova Jersey, em 1916.
Em 1953 instalou-se no Lar Metodista para Idosos em Ocean Grove, Nova Jersey, onde morreu em 29 de fevereiro de 1960.
Chrisholm escreveu mais de 1.200 poemas, dos quais 800 foram publicados e muitos foram musicados.
De acordo com Chrisholm, não houve uma circunstância especial que o levou a escrever este hino – somente a sua experiência e a verdade bíblica. Este hino apareceu pela primeira vez na colectânea Songs of Salvation and Service (Cânticos de Salvação e Serviço), compilada por William M. Runyan, em 1923. Runyan escreveu a música especialmente para este poema. Em 1956 no Baptist Hymnal (Hinário Batista), foi publicado o seguinte comentário:
“Este poema em particular possuía tal apelo, que orei muito fervorosamente, para que a minha melodia pudesse conduzir a sua mensagem de uma maneira apropriada e digna, e a história subsequente de seu uso indica que Deus respondeu a esta oração.”
Fonte: http://cyberhymnal.org
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O homem lia com cuidado as várias poesias que tinha diante de si. Elas lhe foram enviadas por um amigo, para que ele, sentindo a devida inspiração, escrevesse músicas para acompanhá-las.
 
Uma das poesias logo chamou a sua atenção. “Esta poesia tinha tal apelo, que orei com todo o fervor
A cena descrita transcorreu em 1923. O compositor era o Rev. William Marion Runyan, metodista norte-americano. Sem dúvida, hoje podemos dizer: a música do compositor faz exatamente o que ele tão ardentemente desejou. .
Runyan nasceu no dia 21 de Janeiro de 1870, em Marin, Estado de Nova York. Tinha grande inclinação para a música. Iniciou os seus estudos de música quando tinha 5 anos, e aos 12 já servia como organista da igreja. Quando tinha 14 anos seu pai, que era pastor metodista, mudou-se, com a família para o Estado de Kansas.
Apesar do seu grande talento musical, Deus tinha outros planos para Ruhyan. Aos 21 anos de idade, foi consagrado ao ministério pastoral. Serviu como pastor e evangelista entre os metodistas por 32 anos.
Por causa de um problema de surdez, Runyan deixou o pastorado em 1923, para assumir responsabilidades na Universidade John Brown, trabalhando também como redator da revista Cristian Workers’ Magazine (Revista do Obreiro Cristão) e como compilador de hinários.
 
De 1931 a 1944, ele serviu no Instituto Bíblico Moody, em Chicago. Foi nesse Instituto que o hino Tu És Fiel, Senhor, tornou-se muito conhecido, tornando-se um dos prediletos dos alunos daquela instituição. Quando o Dr. Houghton, presidente da mesma, faleceu, o hino foi entoado por todos os presentes ao culto fúnebre.
Em 1923, quando Thomas Chisholm enviou aquelas poesias a William Runyan, este, compositor de quase 300 hinos, já havia feito umas 20 ou 25 músicas para acompanhar poesias de Chisholm, seu colega e grande amigo.
Thomas Obediah Chisholm nasceu no Estado de Kentucky, no dia 29 de julho de 1966. Nasceu em circunstancias humildes e teve de instruir-se por si mesmo. Apesar de só completar o curso primário por esforço próprio, mais tarde se tornou professor. Com 21 anos já era redator auxiliar do jornal local.
Com 27 anos, Chisholm se converteu durante uma série de conferências evangelísticas. Mais tarde, foi consagrado ao ministério pela igreja Metodista, mas o seu estado de saúde bastante precário proibiu que desenvolvesse muitas atividades. Por esta razão, ele deixou o pastorado.
Chisholm escreveu em total de aproximadamente 1.200 poesias. Faleceu no Lar Metodista de Ocean Grove, Estado de Nova Jersey, em 29 de fevereiro de 1960.
O hino Tu És Fiel, Senhor foi publicado pela primeira vez em 1923, num hinário intitulado Songs of Salvation(Cânticos de Salvação) da autoria de Runyan.
O nome da melodia, dado pela família de Runyan, é FAITHFULNESS (Fidelidade).


Um Testemunho
O Pr. Arthur Francis White, pastor batista aposentado de 88 anos de vida estava acamado no hospital. Sofrera uma queda muito brutal, que lhe fizera muito mal. Duas das suas quatro filhas revezavam-se ao seu lado. Anne, sua querida esposa de 58 anos, estava doente em casa, sem condições de estar com ele. (Havia de segui-lo para espera da volta de Jesus 4 meses mais tarde) .
Numa hora quando sua filha Hellen White Brock estava ao seu lado, o Pr Arthur pediu: “Helen, cante comigo, Tu és Fiel, Senhor”. O Pr. Arthur possuía uma linda e possante voz de tenor. Uma de suas maiores alegrias era cantar o louvor de Cristo, a quem ele conhecera e amara desde menino, e servia fielmente há longos anos.
Helen nunca foi solista, mas cantava um contralto muito afinado no coro, e, quando necessário, regia o coro com eficiência, embora fosse mais uma instrumentista. Naquele momento, entretanto, começou o hino que ambos amavam e conheciam de cor. O pastor, com voz fraca, uniu-se a ela. Em alguns minutos, com a voz falhando, o Pr. Arthur pediu: “Continue, Helen, não posso, mais”. E assim Helen continuou a cantar este grande hino, enquanto seu pai, olhos fechados, apreciava. De repente, Helen notou que seu pai, um sorriso ainda nos lábios, parecia ter dormido. Percebeu que ele não estava mais ali. Partira para estar guardado em Cristo Jesus, esperando o dia da volta Daquele a quem ele amara e servira toda sua vida.
Este hino continuou a ser o hino da família de Helen e Ursus Brock e de suas filhas, Margaret, Edith e Mary. Foi escolhido por Ursus para fazer parte do seu próprio culto memorial, muitos anos mais tarde. Tem sido o testemunho de Edith e Dewey Mulholland por mais de 40 anos de serviço missionário no Brasil, 23 no Piauí e o restante no Distrito Federal: verdadeiramente Deus é Fiel!
 
Bibliografia: Rosa, Joaquim de Paula, Apresentação, Hinário Para o Culto Cristão, JUERP, 1990, p, VII.
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Dos hinos cristãos escritos nos anos mais recentes, um, em particular, sobressai como a luz de um farol, devido à sua mensagem, vinda do Pai celestial que continuamente sustenta e cuida dos Seus filhos.
Este hino,”Tu és fiel”, foi escrito por um pregador que depois se tornou repórter de um jornal, Thomas O. Chisholm, de Vineland, Nova Jersey; e a música foi composta por William M. Runyan.
Muitos hinos têm sido escritos motivados por alguma experiência particular, porém, observando a vida do sr. Chisholm, chegamos à conclusão de que este hino foi o resultado de uma experiência do “dia a dia” da fidelidade de Deus para com Ele.
 
A história começou em 1941. Dois homens estavam revendo a lista de membros dos Gideões, quando viram, de repente, um nome que lhes era familiar. Descobriram que era o nome do sr. Thomas O. Chisholm e com a seguinte anotação ao lado: “Cancelado por falta de pagamento”.
Eles se lembraram de que o sr. Chisholm era o autor de um hino que muito impressionou o missionário John Stam, que fora martirizado. Este mesmo hino fora o tema da vida de Stam durante os seus estudos no Instituto Bíblico Moody, quando se preparava para o serviço missionário e que, finalmente, levou-o a entregar a sua vida, juntamente com a da sua querida esposa, a fim de que outros pudessem ter vida …
Os dois homens ficaram sensibilizados com o achado. Pensaram que eles mesmos é que deviam pagar a dívida ao sr. Chisholm.
 
Ao mesmo tempo que o Senhor estava tocando também no coração de um homem de negócios, na cidade de Nova Iorque, o qual não podia dormir porque passava-lhe pela mente o pensamento de que o sr. Chisholm, a quem ele não conhecia pessoalmente, mas apenas através dos hinos sacros que escreveu, estava em grande aperto financeiro. Mas, como poderia fazer chegar a ele qualquer importância em dinheiro? Não sabia onde ele morava!
“Estou certo de que o procurador Jacob Stam sabe do seu endereço”, pensou ele. “Pedirei a ele para levar este dinheiro ao st. Chisholm”.
Assim fez, mas a história não termina aqui. Pela primeira vez em sua vida a família Chisholm estava enfrentando uma necessidade desesperada que, do ponto de vista humano, jamais poderia ser solucionada.
Naquela noite, quase como simples crianças, eles levaram aquele problema à presença do Pai celestial, não sabendo, contudo, que o Senhor já havia respondido. Na manhã seguinte o correio trouxe ao casal Chisholm uma única carta – era do sr. Jacob Stam – e dentro se encontrava a importância de que necessitavam, enviada pelo homem de negócios de Nova Iorque, que jamais conheceram!
Alguém poderia dizer que foi uma coincidência; mas devemos dizer como disse o sr. Chisholm: “Foi a fidelidade de Deus! ” Pois, numa carta escrita em 1949, ele disse: “Estou próximo dos meus oitenta e três anos de idade, mas a força do alto tem sido sempre suprida, juntamente com o cumprimento da Sua promessa: “O meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades ( Filipenses 4.19).
 
Não somente o suprimento das necessidades, mas as ocasiões desse suprimento, têm assinalado os marcos do Seu cuidado providencial, cada dia, cada momento”.

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 013

 
Louvamos-te, ó Deus
Letra: William Panton Mackay (1837-1885) – composta em 1863
Título Original: Revive Us Again
Música: John Jenkins Husband(1760-1825) – composta em 1815. Nome da melodia: Revive Us Again
Texto Bíblico: Louvai ao Senhor. Louvai, servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, desde agora e para sempre. (Salmo 113:1 e 2)
O Pastor escocês, Dr. William Panton Mackay, escreveu este hino em 1863 e o revisou em 1867. Baseou-se em dois textos: no Salmo 85.6 – “Não tornarás a vivificar-nos, para que o teu povo se regozije em ti?” e na oração de Habacuque: “Aviva, ó Senhor, a tua obra no meio dos anos” (Habacuque 3.2). A última estrofe que diz “Ó vem nos encher de celeste fervor…” expressa a

Identificando o reavivamento verdadeiro do falso.



Penso que não há duvida de que estamos vivendo no “final do tempo do fim”. Quando olhamos atentamente para a profecia bíblica e a comparamos com os dias em que vivemos, concluímos facilmente (à luz de Mateus 24) que Jesus está muito perto de cumprir a promessa do Seu segundo retorno. Sendo assim, devemos compreender que o momento é muito delicado e precisamos nos prevenir contra os enganos.
Jesus afirmou em certa ocasião que nos últimos dias, ou seja, nos dias de hoje, sinais e maravilhas serão operados com tanta subtileza que “se possível, enganarão os próprios eleitos do Senhor” (Mateus 24:24). O Comentário Bíblico Adventista também declara: “Ao nos aproximarmos do fim do tempo, a falsidade estará tão mesclada com a verdade, que somente os que

Declaração de Consenso sobre os Cuidados face à Morte

Para as pessoas cujas vidas são guiadas pela Bíblia, a realidade da morte é reconhecida como parte da condição humana atual, afetada pelo pecado (Génesis 2:17, Romanos 5, Hebreus 9:27). Há "um tempo de nascer, e tempo de morrer" (Eclesiastes 3:2). Embora a vida eterna seja um dom que é concedido a todos os que aceitam a salvação por meio de Jesus Cristo, os fiéis cristãos adventistas aguardam a segunda vinda de Jesus para a realização completa da imortalidade (João 3:36, Romanos 6:23, 1 Coríntios 15:51-54). Enquanto espera a 2ª volta de Jesus, os cristãos adventistas podem ser chamados a cuidar dos moribundos e de enfrentar pessoalmente a sua própria morte.
A dor e o sofrimento afligem cada vida humana. Traumas físicos, mentais e emocionais são universais. No entanto, o sofrimento humano não tem valor expiatório ou meritório. A Bíblia ensina que nenhuma quantidade ou intensidade do sofrimento humano pode expiar o pecado. O sofrimento de Jesus Cristo é suficiente. A Escritura exorta os crentes a não desesperar nas aflições, instando-os a aprender a obediência (Hebreus 5:7-8), a paciência (Tiago 1:2-4), e resistência nas tribulações (Romanos 5:3). A Bíblia também atesta o poder para enfrentar todas as contrariedades na confiança em Jesus Cristo (João 16:33) e ensina que o ministério do sofrimento humano é um importante dever cristão (Mateus 25:34-40). Este foi o exemplo e o ensinamento de Jesus (Mateus 9:35, Lucas 10:34-36), e esta é a Sua vontade para nós (Lucas 10:37). O crente adventista é convidado a olhar por  antecipação para um novo dia em que Deus vai acabar com o sofrimento para sempre (Apocalipse 21:4).
A evolução da medicina moderna contribuíram para a complexidade das decisões sobre os cuidados a ter face à morte. Em tempos passados, pouco poderia ser feito para prolongar a vida humana. Mas o poder da medicina de hoje para evitar a morte gerou difíceis questões morais e éticas. O que leva a algumas restrições e cuidados à fé cristã sobre o uso de tal poder? Quando se deve adiar o momento da morte e dar lugar ao objetivo de aliviar a dor no final da vida? Quem pode apropriadamente tomar estas decisões? Quais os limites, se houver, deve o amor cristão dar lugar a ações destinadas a acabar com o sofrimento humano?
Tornou-se comum discutir tais questões, sob o título de eutanásia. Muita confusão existe com relação a esta expressão. O significado original e literal do termo era "a boa morte". Agora, o termo é usado

A Proibição da Venda de Armas a Civis


Triste realidade do dia a dia
Automáticas ou semi-automáticas de estilo militar armas estão a tornanr-se cada vez mais disponíveis a civis. Nalgumas áreas do mundo, é relativamente fácil adquirir tais armas. Elas mostram-se não só na rua, mas nas mãos de jovens na escola. Muitos crimes são cometidos através do uso destes tipos de armas. Elas são feitas para matar pessoas. Eles não têm uso legítimo de lazer.
 
Os ensinamentos e o exemplo de Cristo constituem a guia para o cristão de hoje. Cristo veio ao mundo para salvar vidas, não para destruí-las (Lucas 9:56). Quando Pedro sacou a sua arma Jesus disse-lhe: "Mete a tua espada no seu lugar ... Todos os que tomarem a espada à espada morrerão" (Mateus 26:52). Jesus não se envolveu com nenhum tipo de violência.
 
O argumento apresentado por alguns de que a proibição de armas de assalto limita os direitos das pessoas e que as armas não cometem crimes, mas sim as pessoas. Embora seja verdade que a violência e as tendências criminais de usar armas de fogo, também é verdade que a disponibilidade de armas leva à violência. A oportunidade para os civis de adquirir por compra armas de assalto entre estas, automáticas ou semi-automática só aumenta o número de mortes resultantes de crimes humanos. A posse de armas por civis nos Estados Unidos aumentou 300% nos últimos quatro anos. Durante o mesmo período, houve um aumento vertiginoso de ataques armados resultantes em mortes.
 
Na maior parte do mundo tais armas não podem ser adquiridas por qualquer meio legal. A Igreja vê com alarme a relativa facilidade com que podem ser adquiridas em algumas áreas. A sua disponibilidade só pode abrir a possibilidade de novas tragédias.
 
A busca da paz e da preservação da vida devem ser os objetivos dos cristãos. O mal não pode ser combatido com o mal, mas deve ser superado com o bem. Os Adventistas do sétimo dia, como outras pessoas de boa vontade, desejam cooperar na utilização de todos os meios legítimos de reduzir e eliminar, se possível, as causas do crime. Além disso, com a segurança pública e o valor da vida humana em mente, a venda de armas de assalto com qualquer tipo de armas deve ser rigorosamente controlado. Isso reduziria o uso de armas por pessoas com distúrbios mentais e criminosos, especialmente aqueles envolvidos em atividades de drogas e gangues.
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Esta declaração pública foi lançada pela presidência da Conferência Geral, Neal C. Wilson, após consulta com os 16 vice-presidentes mundiais da Igreja Adventista do Sétimo Dia, em 5 de julho de 1990, na sessão da Conferência Geral em Indianapolis, Indiana.

Controlo de Natalidade: Uma Declaração de Consenso dos Adventista do Sétimo Dia

As tecnologias científicas de hoje permitem um maior controlo da fertilidade humana e na reprodução do que era anteriormente possível. Essas tecnologias tornam possível a relação sexual com a expectativa de gravidez e parto bastante reduzido. Casais cristãos têm um potencial de controlo da fertilidade, que gera questões com amplas implicações religiosas, médicas, sociais e políticas. Oportunidades e vantagens de gerir os novos recursos, assim como desafios e desvantagens. Uma série de questões morais devem ser consideradas. Os cristãos que, em última análise devem fazer as suas próprias escolhas pessoais sobre estas questões devem ser informados, a fim de tomar decisões baseadas em princípios bíblicos.
Entre as questões a serem consideradas há a questão da adequação da intervenção humana nos processos naturais biológicos da reprodução humana. Se qualquer intervenção for apropriada, surge em norma as seguintes questões, quando e como devem ser tratadas. Outras preocupações relacionadas incluem:
• Probabilidade de imoralidade sexual no uso de métodos de controlo de natalidade;
• Questões de género relacionadas à dominância dos privilégios e prerrogativas sexuais de homens e mulheres;
• Questões sociais, incluindo o direito de uma sociedade invadir a liberdade pessoal no interesse da sociedade em geral e da carga de apoio económico e educacional para os mais desfavorecidos, e
• Questões de manejo relacionados ao crescimento da população e do uso dos recursos naturais.
Uma declaração de considerações morais sobre o controlo de natalidade deve ser definido no contexto mais amplo dos ensinamentos bíblicos sobre casamento, sexualidade, paternidade, e o valor das crianças - e uma compreensão da inter-relação entre essas questões. Com a consciência da diversidade de opiniões dentro da Igreja, os seguintes princípios baseados na Bíblia são os estabelecidos para educar e orientar na tomada de decisões.
1. Uma administração responsável. Deus criou os seres humanos à Sua própria imagem, masculino e feminino, com capacidade de pensar e de tomar decisões (Is 1:18; Josué 24:15, Deut 30:15-20). Deus deu aos seres humanos o domínio sobre a terra (Gén 1:26, 28). Esse domínio requer supervisão e cuidados com a natureza. A mordomia cristã também requer assumir a responsabilidade para a procriação humana. A sexualidade, como um dos aspectos da natureza humana sobre o qual o indivíduo tem mordomia, deve ser expressa em harmonia com a vontade de Deus (Êxodo 20:14; Gén 39:9;
Lev 20:10-21, 1 Coríntios 6:12-20).
 
2. Finalidade procriativa. A perpetuação da família humana é um dos propósitos de Deus para a sexualidade humana (Gén 1:28). Embora se possa inferir que os casamentos são geralmente destinados a produzir descendentes, a Escritura nunca apresenta a procriação como uma obrigação de todos os casais, a fim de agradar a Deus. No entanto, a revelação divina coloca um alto valor nas crianças e expressa a alegria encontrada na paternidade (Mat. 19:14, Sal 127:3). Os filhos devem ser portadores do sentido da criação e ajudar os pais a entenderem Deus,  desenvolverem a compaixão, carinho, humildade e altruísmo
(Sl 103:13, Lucas 11:13).
3. Propósito unificador. Sexualidade serve a um propósito unificador no casamento, que é ordenada por Deus e distingue-se da finalidade procriativa (Gn 2:24). A sexualidade no casamento destina-se a incluir alegria, prazer e deleite (Eclesiastes 9:9; Prov 05:18, 19). Deus quer que os casais desfrutem da comunhão sexual além da procriação (1 Coríntios 7:3-5), uma comunhão que forja laços fortes e

Bíblia Sagrada continua sendo o livro mais vendido do mundo

 Nos últimos 50 anos, a Bíblia ocupa o primeiro lugar entre os livros mais vendidos do mundo. Wycliffe Global Alliance revelou que pelo menos 3,9 bilhões de pessoas têm uma Bíblia disponível em sua língua nativa. Mas você sabe como ela é produzida? Existe uma Sociedade Bíblica presente em vários países, formada por pessoas de diversas denominações cristãs. Tudo para garantir a veracidade das traduções dos originais. E o mais interessante é a transformação que a Palavra de Deus pode causar na vida das pessoas. Basta conhecer o conteúdo da Bíblia através de um estudo sistemático e aplicar as orientações nela contidas que sua vida nunca mais será a mesma.



 

Declaração sobre Abuso e Violência Doméstica


Os Adventistas do sétimo dia afirmam a dignidade e o valor de cada ser humano e denunciam todas as formas de abuso físico, sexual, emocional e violência familiar.
Nós reconhecemos a extensão global do problema e os sérios efeitos a longo prazo sobre a vida de todos os envolvidos. Acreditamos que os cristãos devem responder à violência e abuso na família, tanto dentro da igreja como na comunidade. Levamos a sério os relatos de abuso e violência, achamos que são suficientemente pertinentes para serem apresentados e debatidos na presente assembleia internacional. Acreditamos que, ficar indiferente e insensíveis é tolerar, perpetuar e potencialmente estender tal comportamento.
Nós aceitamos as nossa responsabilidade de cooperar com outros serviços profissionais, para ouvir e atender os que sofrem abuso e violência familiar, para destacar as injustiças, e para falar em defesa das vítimas. Nós vamos ajudar pessoas em necessidade de identificar e acessar o leque de serviços disponíveis em termos profissionais.
Quando se alteram atitudes e comportamentos abra-se a possibilidade de perdão e um novo começo, vamos fornecer um ministério de reconciliação. Vamos ajudar as famílias em luto por causa de relacionamentos que não podem ser restaurados. Vamos abordar as questões espirituais que afligem as pessoas maltratadas, procurando compreender as origens do abuso e violência familiar, bem como desenvolver melhores formas de evitar o ciclo repetitivo.
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Esta declaração foi aprovada e votada pelo Comité Administrativo da Conferência Geral dos adventistas do sétimo dia (ADCOM) e foi apresentado pelo Gabinete do Presidente, Robert S. Folkenberg, na sessão da Conferência Geral em Utrecht, Países Baixos, 29 de junho-julho 8, 1995.