História do hino - Santo! Santo! Santo!

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 018

Santo! Santo! Santo!
Letra: Reginald Heber (1783-1826) – composta em 1826
Título Original: Holy, HoIy, Holy
Música: John Bacchus Dykes (1823-1876) – publicada em 1861 no Hymns Ancient and Modern (Hinos Antigos e Modernos)
Texto Bíblico: No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e as orlas do seu manto enchiam o templo. Ao seu redor havia serafins; cada um tinha seis asas; com duas cobria o rosto, e com duas cobria os pés e com duas voava. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos exércitos; a terra toda está cheia da sua glória. (Isaías 6:1-3)



Reginald Heber nasceu na Inglaterra, educou-se em Oxford, onde recebeu o prémio da Universidade por um poema latino. Aos vinte e quatro anos entrou para a obra do ministério em Hodnet. Mais tarde foi chamado para a diocese de Calcutá, onde trabalhou por três anos. Sua vida foi encurtada por afogamento em 1826.
Heber preservou sua pureza de vida e sua reverência, num mundo de vício e pecado. Alguém disse dele: “Se o seu coração fosse coberto apenas por um vidro, ninguém necessitaria temer ler os seus pensamentos, de tão puros que são.”
Esta é a razão porque podia aproximar-se de Deus com a mais sagrada frase: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus Todo Poderoso!” Lemos em “Early Writings”, (Primeiros Escritos): “As palavras Deus Todo Poderoso são juntadas e usadas por alguns em oração de maneira irrefletida e descuidada, o que Lhe é desagradável. Tais pessoas não possuem o senso de Deus ou da verdade, senão, não falariam tão irreverentemente do grande Deus, que breve irá julgá-los no último dia. Disse o anjo: “Não as associem, pois terrível é o Seu nome”. Os que compreendem a grandeza e a majestade de Deus tomarão o Seu nome nos lábios com santo temor”. Pág. 122
Este hino é a mais solene expressão de culto, e deveria ser cantado reverentemente.
A música de Dykes é apropriada, rica em harmonia e altamente expressiva. Ganharia muito se o cantássemos reverentemente e atentos como se estivéssemos na presença divida.

A Criação -Visão Bíblica

A Igreja Adventista do Sétimo Dia afirma a sua crença no relato bíblico da criação em oposição à explicação evolucionista acerca da origem dos seres vivos e do relacionamento do Homem com outras formas de vida. Os Adventistas do Sétimo Dia observam com grande interesse o crescente debate em torno da existência de um Design Inteligente na natureza e das evidências que apoiam esta visão. À luz do considerável interesse público sobre este tema, a Igreja aproveita a oportunidade para exprimir a sua confiança no registo bíblico.

Os Adventistas do Sétimo Dia acreditam que Deus é o Criador de todos os seres vivos e que a Bíblia apresenta uma narrativa fidedigna da Sua acção criadora. Acreditamos ainda que os acontecimentos bíblicos relatados em Génesis 1-11, entre os quais a criação singular do ser humano, são históricos e recentes, que os sete dias da criação são dias de 24 horas literais, formando uma semana literal, e que o dilúvio atingiu a natureza de forma global.

A crença na criação é basilar para o entendimento Adventista do Sétimo Dia sobre muito mais questões do que simplesmente a das origens. Os propósitos e a missão de Deus descritos na Bíblia, a responsabilidade humana na conservação do ambiente, a instituição do casamento e o significado sagrado do Sábado são assuntos que encontram o seu sentido na doutrina da criação.

Os Adventistas do Sétimo Dia reconhecem que o registo bíblico da criação não responde a todas as questões que podem ser colocadas sobre as origens. A nossa compreensão destes mistérios é limitada. Esperamos que o estudo contínuo da Bíblia e da natureza aprofunde o nosso conhecimento acerca do poder de Deus e fortaleça a nossa fé na Sua Palavra e na descrição da criação que esta contém. 

(Esta declaração fundamenta-se em numerosas passagens bíblicas que incluem: Salmos 19:1; Colossenses 1:16-17; Génesis 1-11; Salmos 139:14; Êxodo 20:8-11; Marcos 2:27; Romanos 8:20,21.)


Esta declaração foi aprovada e votada pelo Conselho Executivo da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia a 23 de Junho de 2010, e emitida na sessão da Conferência Geral de Atlanta, nos Estados Unidos da América, realizada entre 24 de Junho e 3 de Julho de 2010.

Modo como os Adventistas do Sétimo Dia vêem o Catolicismo Romano

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Os Adventistas do Sétimo Dia consideram todos os homens e mulheres como seres semelhantes aos olhos de Deus. Rejeitam a intolerância contra qualquer pessoa, independentemente de raça, nacionalidade ou credo religioso. Para além disso, enquanto Adventistas do Sétimo Dia, temos o prazer de reconhecer que os cristãos sinceros podem encontrar-se em outras denominações, incluindo o catolicismo romano, trabalhando a nossa Igreja em conjunto com todas as agências e organismos que procuram aliviar o sofrimento humano de modo a eleva-los a Cristo perante o mundo.
Os Adventistas do Sétimo Dia procuram ter uma abordagem positiva perante as outras crenças religiosas. A nossa principal missão é pregar o evangelho de Jesus Cristo no contexto da breve vinda de Cristo, e não apontar falhas a outras denominações.
As crenças dos Adventistas do Sétimo Dia estão enraizados nos ensinos bíblicos apostólicos e, portanto, compartilham muitas das doutrinas essenciais do Cristianismo, comuns aos seguidores de outras igrejas cristãs. No entanto, possuímos uma identidade específica enquanto movimento. A nossa convincente mensagem quer para cristãos quer não-cristãos, é comunicar a esperança com principal foco na qualidade de vida que é completa em Cristo.
Uma vez que os adventistas se relacionam com o catolicismo romano, em particular, quer o passado quer o futuro surgem no nosso pensamento. Nós não podemos apagar ou ignorar o registo histórico de intolerância grave e até perseguição por parte da Igreja Católica Romana. O sistema católico romano de governo da igreja, com base em ensinamentos extra-bíblicos, tais como a primazia papal, resultou em graves violações da liberdade religiosa, uma vez que a Igreja era aliada do Estado.
Os Adventistas do Sétimo Dia estão convencidos da validade das visões proféticas da Bíblia, segundo as quais a humanidade vive agora perto do fim dos tempos. Os adventistas crêem, com base em previsões bíblicas, que pouco antes da segunda vinda de Cristo nesta terra passará por um período de turbulência sem precedentes, com o sábado do sétimo dia como sendo um ponto focal. Nesse contexto, esperamos que as religiões do mundo - incluindo os organismos de grandes cristãos como atores-chave - se alinharão às as forças de oposição a Deus e ao sábado. Mais uma vez a união entre a Igreja e o Estado vai resultar em opressão religiosa generalizada.
Culpar as violações passadas de princípios cristãos em uma denominação específica não é uma representação precisa quer da História ou do que concerne as profecias bíblicas. Reconhecemos que, por vezes o Protestantismo, incluindo Os Adventistas do Sétimo Dia, tem manifestado preconceito. Se, ao expor sobre o que a Bíblia ensina, Os Adventistas do Sétimo Dia não conseguem expressar o amor perante os que se dirige, então não exibem um cristianismo autêntico.
Os adventistas procuram ser justos no trato com os outros. Assim, enquanto permanecermos cientes do registo histórico e continuamos a manter os nossos pontos de vista sobre os eventos do fim dos tempos, reconhecemos algumas mudanças positivas no catolicismo recente, salientando a convicção de que muitos católicos romanos são nossos irmãos e irmãs em Cristo.

Esta declaração foi gravada a 15 de abril de 1997, pela Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia. Comitê Administrativo (ADCOM) e divulgado pelo Gabinete do Presidente, Robert S. Folkenberg.

PROTEÇÃO DA NATUREZA E DO AMBIENTE

Protecao-natureza
O mundo onde vivemos é um dom de amor da parte do Deus Criador, «Aquele que criou os céus, e a terra, e o mar e as fontes das águas» (Apocalipse 14:7; 11:17, 18). Nesta obra de criação Deus incluiu os seres humanos, numa relação intencional com Ele próprio, com as outras pessoas e com o mundo circundante. Portanto, como Adventistas do Sétimo Dia, entendemos que a preservação e o cuidado da natureza estão intimamente relacionadas com o nosso serviço para Ele.
Deus reservou o Sábado do sétimo dia como um memorial e testemunho perpétuo do Seu acto criador e da fundação do mundo. Repousando nesse dia, os Adventistas do Sétimo Dia reforçam o sentido especial da relação com o Criador e com a Sua criação. A observância do Sábado sublinha a importância da nossa integração com o ambiente total.
A decisão humana de desobedecer a Deus quebrou a ordem original da criação, resultando numa desarmonia estranha aos Seus propósitos. Por isso o nosso ar e as nossas águas estão poluídos, as florestas e a vida selvagem saqueadas, e os recursos naturais explorados. Por reconhecermos que os seres humanos fazem parte da criação divina, a nossa preocupação com o ambiente estende-se à saúde e ao estilo de vida pessoal. Advogamos uma maneira de viver saudável e rejeitamos o uso de substâncias como tabaco, álcool e outras drogas que danificam o corpo e consomem os recursos da terra; e somos apologistas de um regime alimentar vegetariano simples.
Os Adventistas do Sétimo Dia defendem a existência de relações de respeitosa cooperação entre todas as pessoas, reconhecendo a nossa origem comum e a nossa dignidade humana como um dom do Criador. Uma vez que a miséria humana e a degradação ambiental estão inter-relacionadas, empenhamo-nos em melhorar a qualidade de vida de todos os povos. O nosso objectivo é um desenvolvimento sustentado dos recursos, simultaneamente com a satisfação das necessidades humanas. O verdadeiro progresso no sentido de cuidar do nosso ambiente depende tanto do esforço pessoal como da cooperação entre todos. Aceitamos o desafio de trabalhar para a restauração do desígnio geral de Deus. Movidos pela fé em Deus, empenhamo-nos em promover a cura, quer pessoal quer ambiental, decorrente de vidas integradas e dedicadas a servir a Deus e à humanidade. Neste empenhamento, reafirmamos a nossa mordomia relativamente à criação de Deus, e acreditamos que a restauração total só se completará quando Deus fizer novas todas as coisas.
Esta declaração foi aprovada e votada pelo Conselho Administrativo da Conferência Geral dos Adventistas do Sétimo Dia na sessão do Concílio Anual em Silver Spring, Maryland, E.U.A., a 12 de Outubro de 1992. 

DECLARAÇÃO DA IASD SOBRE A HOMOSSEXUALIDADE

Homossexualidade
A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece que cada ser humano tem valor aos olhos de Deus. Esforçamo-nos por estar ao serviço de todos os homens e de todas as mulheres no espírito de Jesus. Acreditamos também que, pela graça de Deus e com o encorajamento da comunidade da fé, um indivíduo pode viver de acordo com os princípios da Palavra de Deus. Os Adventistas do Sétimo Dia crêem que a intimidade física só é legítima dentro das relações conjugais que unem um homem e uma mulher. Este foi o desígnio de Deus no momento da criação. A Escritura declara. “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á a sua mulher, e serão os dois uma só carne”. (Gén.2:24).Toda a Escritura confirma este modelo de heterossexualidade. Não prevê qualquer adaptação a uma actividade ou relação homossexual. Todo o acto sexual fora do casamento heterossexual é proibido (Lev. 20:7-21; Rom. 1:24-27; I Cor. 6:9-11). Jesus Cristo definiu claramente o desígnio divino na criação: “Não leste que no princípio o Criador os fez macho e fêmea, e disse: Portanto deixará o homem pai e mãe, e se unirá a sua mulher, e serão os dois uma só carne? Assim já não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem”. (Mat. 19:4-6). Por estas  razões os Adventistas opõem-se às práticas e às relações homossexuais. Os Adventistas do Sétimo Dia esforçam-se por seguir o ensino e o exemplo de Jesus. Ele confirmou a dignidade de todos os seres humanos e abriu os braços com compaixão às pessoas e às famílias que sofriam as consequências do pecado. Ofereceu um ministério de afeição e de palavras de consolo às pessoas que lutavam, fazendo sempre distinção entre o Seu amor pelos pecadores e o Seu claro ensino sobre as práticas do pecado.
(Este Declaração foi votada no Conselho Anual do Conselho Executivo da Conferência Geral em 3 de Outubro de 1999) 

O CASAMENTO SEGUNDO A BÍBLIA

Casamento
Os assuntos relacionados com o casamento só poderão ser devidamente observados através do prisma do ideal divino para o matrimónio. O casamento foi divinamente estabelecido no Éden e confirmado por Jesus Cristo para ser ao mesmo tempo monogâmico e heterossexual, uma união vitalícia de amor e companheirismo entre um homem e uma mulher. Na culminação da Sua actividade criadora, Deus formou os seres humanos, macho e fêmea, à Sua própria imagem, e instituiu o casamento, uma união baseada, física, emocional e espiritualmente, na aliança entre os dois sexos, a que a Escritura se refere falando de "uma só carne." Decorrendo da diversidade dos dois géneros humanos, a unidade do casamento reflecte de um modo singular a unidade na diversidade da Divindade. A união heterossexual no casamento é, em toda a Escritura, exaltada como um símbolo do laço entre a Divindade e a humanidade. É um testemunho humano do abnegado amor de Deus e da Sua aliança com o Seu povo. A harmoniosa relação entre um homem e uma mulher no casamento provê um microcosmo de unidade social que é respeitado como um ingrediente nuclear das sociedades estáveis. Além disso, o Criador destinou a sexualidade no casamento não apenas a servir um propósito de unidade mas também a assegurar a propagação e a perpetuação da família humana. No propósito divino, a procriação resulta do mesmo processo com o qual está entrelaçada e pelo qual o marido e a mulher podem encontrar alegria, prazer e complemento físico. É a um marido e a uma esposa, cujo amor lhes deu a possibilidade de se conhecerem mutuamente num profundo laço sexual, que uma criança pode ser confiada. O seu filho é uma encarnação viva da unidade que existe entre eles. A criança em crescimento floresce num ambiente de amor e união conjugal em que ela própria foi concebida, e tem o benefício de uma relação com cada um dos seus progenitores.
A união monogâmica no casamento de um homem e uma mulher é confirmada como o fundamento divinamente ordenado da família e da vida social, e o único locus de expressão genital ou sexual íntima correlacionada.
Contudo, o estado matrimonial não é o único plano de Deus para a satisfação das necessidades relacionais humanas ou para o conhecimento da experiência familiar. O celibato e a amizade entre pessoas solteiras também cabem dentro do desígnio divino. O companheirismo e o apoio de amigos assume importância em ambos os testamentos bíblicos. A comunhão da Igreja, a família de Deus, está à disposição de todos independentemente da sua relação matrimonial. A Escritura, no entanto, estabelece uma sólida demarcação, quer social quer sexual, entre tais relações de amizade e o casamento.
A Igreja Adventista do Sétimo Dia adere sem reservas a esta visão bíblica do casamento, acreditando que qualquer rebaixamento deste ponto de vista é em idêntica proporção um rebaixamento do ideal celeste. Pelo facto de o casamento ter sido corrompido pelo pecado, a pureza e a beleza do casamento tal como foi designado por Deus precisam de ser restauradas. Através de uma apreciação da obra redentora de Cristo e da obra do Seu Espírito no coração humano, o propósito original do casamento pode ser recuperado e a deleitosa e saudável experiência do casamento realizada por um homem e uma mulher que juntam as suas vidas na aliança matrimonial.
Esta declaração foi aprovada e votada pelo Conselho Administrativo da Conferência Geral em 23 de Abril de 1996. 

Odette Ferreira recebe doutoramento Honoris Causa em Leis

O primeiro título “Honoris Causa” concedido por uma universidade adventista americana (La Sierra University) a uma mulher europeia, distingue a portuguesa Odette Ferreira.

Odette Ferreira
Odette Ferreira tem um longo percurso académico. Filha de um pastor missionário, foi professora durante muitos anos em diversos países Europeus, assim como na África, no Médio Oriente e nos Estados Unidos da América. Desenvolveu um importante trabalho no ensino de línguas em instituições de ensino adventistas e não adventistas, e ainda, na Organização das Nações Unidas. Possui o grau de ... (continua)

Documento Oficial da IASD sobre a Guarda do Sábado

A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ezeq. 20:12, 20), cuja observância é pertinente a todos os seres humanos em todas as épocas e lugares (Is 56:1-7; Mc 2:27). Quando Deus “descansou” no sétimo dia da semana da criação, Ele também “santificou” e “abençoou” esse dia (Gén 2:2, 3), separando-o para uso sagrado e transformando-o em canal de bênçãos para a humanidade. Aceitando o convite para deixar de lado os seus “próprios interesses” durante o sábado (Is 58:13), os filhos de Deus observam este dia como uma importante expressão da justificação pela fé em Cristo (Hb 4:4-11).


A observância do sábado é enunciada em Isaías 58:13, 14 nos seguintes termos: “Se desviares o pé de profanar o sábado e de cuidar dos teus próprios interesses no Meu santo dia; se chamares ao sábado deleitoso e santo dia do Senhor, digno de honra, e o honrares não seguindo os teus caminhos, não pretendendo fazer a tua própria vontade, nem falando palavras vãs, então, te deleitarás no Senhor.” Com base nesses princípios, a Igreja Adventista do Sétimo Dia reafirma neste documento o seu compromisso com a fidelidade à observância do sábado.

Vida de santificação. A verdadeira observância do sábado fundamenta-se numa vida santificada pela graça de Cristo (Ez 20:12, 20); pois, “a fim de santificar o sábado, os homens precisam ser santos” (O Desejado de Todas as Nações, p. 283).
 A Igreja Adventista do Sétimo Dia reconhece o sábado como sinal distintivo de lealdade a Deus (Êx 20:8-11; 31:13-17; Ez 20:12, 20) e crescimento espiritual. Como “um elo de ouro que nos une a Deus” (Testemunhos Para a Igreja, v. 6, p. 352), o sábado provê um contato mais próximo com Deus. Como tal, não devemos permitir que outras atividades, por mais nobres que sejam, enfraqueçam a nossa comunhão com Deus nesse dia.

Preparação para o sábado. Antes do pôr-do-sol da sexta-feira (cf. Lv 23:32; Dt 16:6; Ne 13:19), as atividades seculares devem ser interrompidas (cf. Ne 13:13-22); a casa deve estar limpa e arrumada;

Luanda para Cristo


Recebemos este email dos três jovens portugueses participantes no projeto "Luanda para Cristo".
"A Igreja tem por missão proporcionar aos seus jovens momentos e espaços de crescimento, de partilha e de testemunho. Todos os anos, são enviados jovens adventistas a vários lugares do mundo, com a missão de pregar o evangelho. Vários são também os Ministérios de Apoio que, associados à estrutura da Igreja, contribuem para esta experiência espiritual e de vida única. Nesta perspectiva, os jovens adventistas em Portugal, nomeadamente, aqueles que estão a frequentar o Ensino Superior, foram convidados a integrar um grupo de pregadores que com o suporte dos Ministérios de Apoio - Share Him, Quiet Hour e Amazing Facts – estão a participar no projecto “Luanda para Cristo” na capital de Angola. Vários foram os candidatos que após um processo de selecção dirigido pelos Departamentos de Evangelismo e Educação da UPASD, constituíram uma equipa de 6 jovens universitários.  Nem sempre os planos de Deus são os planos dos homens e por isso, também existiu um segundo processo de selecção: o da obtenção de visto. Deus permitiu que as jovens Madalena Rascão da Igreja da Amadora e Neusa Cachinhama da Igreja de Lisboa-Alvalade acompanhadas pelo Departamental de Educação e Presidente da AUA – Associação de Universitários Adventista, Tiago Alves vivessem esta experiência.
Entre os dias 12 e 27 de julho estes jovens estarão a apresentar em Igrejas diferentes a série de conferências do programa Share Him “Verdade para hoje e Esperança para amanhã”. Ore por este projecto e pelos 3 jovens portugueses e 14 brasileiros envolvidos no mesmo. Os desafios têm sido muitos mas pela graça de Deus a Verdade tem sido pregada ao povo Luandense. Brevemente este grupo dará mais notícias. Que Deus te acompanhe e que proporcione também as oportunidades para O servires."
por Madalena, Neusa e Tiago | ad7news

Vigiar e Orar

Letra: Autor Desconhecido. Publicado no hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores.
Tradução: Alfredo Henrique da Silva (1872-1950), em 1913
Título Original: Desconhecido
Música: Sophia Zuberbühler (1833-1893)


Texto Bíblico: as eu invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. De tarde, de manhã e ao meio-dia me queixarei e me lamentarei; e ele ouvirá a minha voz. (Salmo 55:16 e 17)

Eram 4 horas da manhã na primavera de 1967. Depois de pregar e comungar com os irmãos num pequeno lugarejo chamado Volta, entre Urucuí e Ribeirão Gonçalves, no centro-sul do Piauí, o Pr João Alves Feitosa, então Secretário-Executivo da convenção Batista Piauí-Maranhão, estava na sua rede pendurada no galpão da casa de palha de um dos membros da congregação. Toda a família havia se abrigado no único quarto da casa . O Pr Feitosa acordou ao som de uma música suave, um pouco à distancia. “Bem de manhã, embora o céu sereno pareça um dia calmo anunciar”, ele ouviu, Que maneira maravilhosa de acordar!
Percebeu que o pequeno grupo de irmãos estava num círculo, cantando este belo hino.
Embora estivesse muito cansado da sua longa viagem do dia anterior, num antigo ônibus sobre uma acidentada e empoeirada estrada, cheia de ondulações, o pastor apressou-se a se reunir a este corajoso grupo que começava cada dia num culto de louvor ao seu Salvador e Senhor e a orar para que Deus mandasse chuva àquele lugar. Desde então, o Pr. Feitosa não pode cantar este hino sem ver na sua mente e coração aquele pequeno grupo, no sul do Piauí, levantando sua voz nesta comovente oração.
O autor destas singelas palavras é desconhecido. O pastor Alfredo Henrique da Silva a traduziu, em 1913, do hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores. Sua versão está em quase todos os hinários evangélicos do Brasil, demonstrando seu valor.
A linda melodia VEILLE TOUJOURS (Vigie Sempre), escolhida para este hino, é de Sophia Zuberbühler (1833-1893). Não há outras informações biográficas disponíveis sobre esta compositora no momento.
Bibliografia: BRAGA, Henriqueta Rosa Fernandes. Música Sacra Evangélica no Brasil, Rio de janeiro, Livraria Kosmos Editora, 1961. p. 338

Colportagem Contra a Crise

Nove jovens estudantes deixaram as merecidas férias de Verão para experimentar o grande desafio da colportagem missionária. No total, percorreram centenas de quilómetros a pé pelas ruas do concelho de Vila Nova de Gaia, ouvindo inúmeros “não, obrigado”, até finalmente alcançarem um “sim”, recompensador de todo o esforço.
Curso de colportagem jovem
 
Pela primeira vez, em seis anos, o curso de iniciação à colportagem realizou-se no Norte do país. Num ano marcado pelo desgaste da crise financeira provocado nas famílias, seria de esperar que os resultados da venda porta-a-porta fossem

Hino - A Doce História

A Doce História

Letra: Arabella Katherine Hankey (1834-1911)
Título Original: I Love to Tell the Story
Música: William Gustavus Fisher (1835-1912)
Texto Bíblico: Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:5)




Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral – cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado “A Velha, Velha História“, escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intituladas “A História Desejada“, com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada “A História Contada“, com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A srtª Hankey conta: – “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Certos versos foram selecionados da segunda parte para criar o hino “A Doce História”, cuja melodia foi composta por W. G. Fischer. Este hino tornou-se muito popular e foi traduzido para vários idiomas. Este e outros hinos da autora foram publicados periodicamente de diferentes formas, às vezes acompanhados por melodias compostas por ela mesma.
Muitos de seus hinos podem ser encontrados em um pequeno volume que ela publicou em 1870, intitulado De Coração para Coração. Muito poucos dos hinos compostos nos últimos cinqüenta anos têm sido tão caros aos corações das pessoas, moços ou idosos, quanto este cântico simples.
Fonte: CyberHymnal

Vivemos num "Tempo de Esperança"

A campanha de evangelização "Tempo de Esperança" termina no dia 1 de julho. Noite após noite o Pr. John Bradshaw tem transmitido mensagens de confiança, que têm tocado o coração das milhares de pessoas que assistem às conferências, nas diferentes congregações onde estão reunidas. 

Está agendado para o próximo domingo, data da última conferência, uma grande cerimónia baptismal.

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 054

A Doce HistóriaLetra: Arabella Katherine Hankey (1834-1911)

Título Original: I Love to Tell the Story
Música: William Gustavus Fisher (1835-1912)
Texto Bíblico: Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e esmagado por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. (Isaías 53:5)



Arabella Katherine Hankey nasceu em Clapham, Londres, Inglaterra em 1834. Era ativa na Escola Dominical e no trabalho da desde seus primeiros anos. A evidência de seu profundo interesse e solicitude pelos outros pode ser vista imediatamente. Por exemplo, antes de atingir os vinte anos de idade, Kate dirigiu uma grande classe bíblica para moças. Afeiçoou-se tão profundamente às suas alunas que por mais de cinqüenta anos manteve contato com muitas delas. Muitas vieram de grandes distâncias para assistir ao seu funeral – cinqüenta anos depois de haver lecionado para elas.
A letra deste hino é parte de um longo poema intitulado “A Velha, Velha História“, escrito em 1866. A primeira parte é um poema de cinqüenta estrofes, intituladas “A História Desejada“, com data de 29 de janeiro de 1866. A segunda parte é intitulada “A História Contada“, com data de 18 de novembro de 1866. A autora contraiu uma grave enfermidade pouco antes de compor o poema e passou os longos dias de convalescença escrevendo o poema.
A srtª Hankey conta: – “Escrevi a primeira parte perto do fim de janeiro de 1866. Estava adoentada naquele tempo, justamente me restabelecendo de uma severa enfermidade, e a primeira estrofe indica realmente meu estado de saúde, pois estava completamente fraca e cansada. Quando escrevei a primeira parte, eu o pus de lado, e apenas no mês de novembro do mesmo ano completei o poema todo.”
Certos versos foram selecionados da segunda parte para criar o hino “A Doce História”, cuja melodia foi composta por W. G. Fischer. Este hino tornou-se muito popular e foi traduzido para vários idiomas. Este e outros hinos da autora foram publicados periodicamente de diferentes formas, às vezes acompanhados por melodias compostas por ela mesma.
Muitos de seus hinos podem ser encontrados em um pequeno volume que ela publicou em 1870, intitulado De Coração para Coração. Muito poucos dos hinos compostos nos últimos cinqüenta anos têm sido tão caros aos corações das pessoas, moços ou idosos, quanto este cântico simples.
Fonte: CyberHymnal

Congresso Nacional dos Ministérios da Mulher

Sob o tema “Viver + Mulher”, o departamento do ministério da mulher da UPASD organizou um congresso nacional. A Drª Denise Hochstrasser, responsável por este departamento na Divisão Inter-Europeia, foi a convidada especial.
Foi com um apelo que Jesus faz às mulheres, em forma de poema, que a Prª Maria da Luz Cordeiro, responsável pela área da família da UPASD, fez a abertura do congresso. A Drª Denise Hochstrasser, da Divisão Inter-Europeia, apelou a que as mulheres “comecem e terminem o dia com Deus”. Numa época de grande instabilidade e temor, a conferencista lembrou da promessa divina “não temas”, repetindo-a por diversas vezes ao longo do sermão.
Maria Rosa Nunes, responsável pelo departamento dos ministérios da mulher durante cinco anos aproveitou  o convite da Prª Maria da Luz para recordar todo o historial deste ministério, desde a sua implementação no nosso país em 1986, até aos dias de hoje.
A Prª Maria da Luz aproveitou ainda este evento para homenagear as antigas quatro antecessores deste departamento, desde logo Eunice Dias (1992-1997), Maria Rosa Nunes (1997-2002), Guida Esteves (2002-2007) e a Prª Hortelinda Gal (2007 a 2012).

Quem não come carne vive mais

Os vegetarianos vivem mais tempo do que as pessoas que consomem carne, é este o resultado de um estudo da Associação Médica Americana.
O estudo divulgado pela Revista de Medicina Interna da Associação Médica Americana, incidiu sobre 73.000 adventistas do sétimo dia vegetarianos e teve a duração de seis anos.
O estudo acompanhou os hábitos alimentares dos vegetarianos e dos carnívoros. De acordo com a investigação, no universo dos vegetarianos em estudo, ocorreram menos 12% de mortes ao longo dos seis anos abrangidos pelo estudo. Quem não come carne sofre ainda cerca de 19% menos de problemas de coração, em comparação com quem consome. Problemas de rins e diabetes também têm menos incidências nos vegetarianos.
Os nutricionistas que conduziram o estudo chamam a atenção para a necessidade de, ao seguir uma dieta vegetariana, se ter em consideração a presença de nutrientes suficientes na alimentação quotidiana. Entre os elementos indispensáveis estão a vitamina B12, cálcio, zinco e ferro.
DN | ad7news

Histórias de Hinos do Hinário Adventista – Nr. 021

Vigiar e Orar
Letra: Autor Desconhecido. Publicado no hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores.
Tradução: Alfredo Henrique da Silva (1872-1950), em 1913
Título Original: Desconhecido
Música: Sophia Zuberbühler (1833-1893)
Texto Bíblico: “Mas eu invocarei a Deus, e o Senhor me salvará. De tarde, de manhã e ao meio-dia me queixarei e me lamentarei; e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55:16 e 17)
Eram 4 horas da manhã na primavera de 1967. Depois de pregar e comungar com os irmãos num pequeno lugarejo chamado Volta, entre Urucuí e Ribeirão Gonçalves, no centro-sul do Piauí, o Pr João Alves Feitosa, então Secretário-Executivo da convenção Batista Piauí-Maranhão, estava na sua rede pendurada no galpão da casa de palha de um dos membros da congregação. Toda a família havia se abrigado no único quarto da casa . O Pr Feitosa acordou ao som de uma música suave, um pouco à distancia. “Bem de manhã, embora o céu sereno pareça um dia calmo anunciar”, ele ouviu, Que maneira maravilhosa de acordar!
Percebeu que o pequeno grupo de irmãos estava num círculo, cantando este belo hino.
Embora estivesse muito cansado da sua longa viagem do dia anterior, num antigo ônibus sobre uma acidentada e empoeirada estrada, cheia de ondulações, o pastor apressou-se a se reunir a este corajoso grupo que começava cada dia num culto de louvor ao seu Salvador e Senhor e a orar para que Deus mandasse chuva àquele lugar. Desde então, o Pr. Feitosa não pode cantar este hino sem ver na sua mente e coração aquele pequeno grupo, no sul do Piauí, levantando sua voz nesta comovente oração.
O autor destas singelas palavras é desconhecido. O pastor Alfredo Henrique da Silva a traduziu, em 1913, do hinário francês Psaumes et Cantiques (Salmos e Cânticos), que, como muitos hinários da época, não registravam os autores. Sua versão está em quase todos os hinários evangélicos do Brasil, demonstrando seu valor.
A linda melodia VEILLE TOUJOURS (Vigie Sempre), escolhida para este hino, é de Sophia Zuberbühler (1833-1893). Não há outras informações biográficas disponíveis sobre esta compositora no momento.
Bibliografia: BRAGA, Henriqueta Rosa Fernandes. Música Sacra Evangélica no Brasil, Rio de janeiro, Livraria Kosmos Editora, 1961. p. 338

História do Hino - Vinde, Povo do Senhor


Vinde, Povo do Senhor

 Letra: Henry Alford (1870-1871) – publicada no hinário Psalms and Hymns (Salmos e Hinos), em 1844.
Título Original: Come, Ye Thankful People
Música: George Job Elvey(1816-1893)- composta em 1858
Texto Bíblico: Vinde, cantemos alegremente ao Senhor, cantemos com júbilo à rocha da nossa salvação. Apresentemo-nos diante dele com ações de graças, e celebremo-lo com salmos de louvor. Porque o Senhor é Deus grande, e Rei grande acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são suas. Seu é o mar, pois ele o fez, e as suas mãos formaram a serra terra seca. Oh, vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou. (Salmo 95:1-6)
Este hino de colheita apareceu na coleção de Henry Alford, “Psalms and Hymns” (Salmos e Hinos) em 1844. Foi escrito para o Festival Inglês de Colheita que corresponde ao Dia de Graças Americano, embora seja uma festa de data móvel que ocorre em diferentes dias nas várias vilas e cidades. Não há hino melhor para o tempo de colheita anual do que este.
Henry Alford foi um homem talentoso – Teólogo, erudito, poeta, escritor, artista e músico. Era filho de um homem do clero, tornou-se ministro também, e eventualmente tornou-se Reitor de Canterburry em 1857. Foi membro da comissão de Revisão do Novo Testamento, e entre os 50 livros que escreveu provavelmente o mais útil foi o seu “Testamento Grego”, em quatro volumes. Foi um devoto e um homem de Deus através da sua vida, cumprindo o voto que escreveu na sua Bíblia no seu décimo aniversário: “Neste dia, na presença de Deus e de minha própria consciência, renovo meu pacto com Deus e solenemente me determino a tornar-me Seu e fazer o Seu trabalho tanto quanto me seja possível”.
“St. George’s Windsor” foi composto por George J. Elvey e tem sido associado a este hino desde a sua edição original em “Hinos Antigos e Modernos” em 1861. A melodia foi publicada primeiramente em “A Selection of Psalms and Hymns”, (Uma Seleção de Salmos e Hinos) de Thorne em 1858 com outras palavras. Foi assim nomeado em honra à Capela de “St. George’s Windsor” onde muitos organistas famosos serviram, e muita música gloriosa foi ouvida.
Sir George J. Elvey foi um organista e compositor inglês, educado em Oxford, onde recebeu o grau de Doutor em Música, e foi condecorado em 1871, após escrever uma marcha de Festival para o casamento da Princesa Louise. Escreveu muitos trabalhos para a Igreja. Suas melodias para hinos demonstram equilíbrio de melodia e eficiente harmonia.

Oito servos de Deus ordenados ao ministério pastoral

O corpo pastoral português está mais rico com a consagração de oito novos ministros do culto. Os pastores Augusto Fernandes, Dário Santos, Luís Paulo Fonseca, Rúben Martins, Samuel Aires, Sidónio Lança, Teófilo Lopes e Vitor Pancha foram este Sábado consagrados pela UPASD.
“Só consigo comparar o dia de hoje com o dia do meu casamento”, confidencia-nos à chegada o Pr. Rúben Martins. Juntamente com o Pr. Teófilo Lopes, também ele consagrado hoje, um dos dois pastores filhos de pastores dos oito consagrados na Igreja de Lisboa central. O pai, Pr. Daniel Martins, não usa a palavra orgulho para descrever o que sente pelo seu filho num momento como este. Prefere antes dizer que sente “uma alegria imensa pelo percurso espiritual” do filho.
Às 16h00 em ponto, no dia dedicado ao Jejum e Oração, a Igreja estava cheia. Mais de que a consagração destes “novos” oito pastores, é um dia de celebração e agradecimento a Deus. Um a um vão sendo apresentados pelos “padrinhos”. O Pr. José Eduardo Teixeira, ex-presidente da UPASD, traçou o percurso profissional e familiar do Pr. Augusto Fernandes e do Pr. Luís Paulo Vasconcelos. Por seu lado o Pr. Dário Santos foi apresentado pelo seu tio, Pr. Júlio Carlos Santos, que recordou que no dia da apresentação do Dário na Igreja, há mais de três décadas, o pastor responsável pela cerimónia, na altura, vaticinou que aquele bebé ainda viria a ser pastor. Acertou. Os pastores Rúben Martins e Teófilo Lopes foram apresentados pelos pais, os pastores Daniel Martins e Amílcar Lopes. O Pr. Graça traçou o perfil profissional peculiar do Pr. Sidónio Lança e o Pr. Jorge Machado mostrou o reconhecimento que sentia por ter sido escolhido para apresentar o Pr. Vitor Pancha. Finalmente o Pr. Samuel Aires foi apresentado por um amigo de décadas, o Pr. Jorge Duarte.
Os níveis de espiritualidade sentidos na sala foram aumentando, à medida que se aproximava o ponto alto da cerimónia, o momento da imposição de mãos. Um a um, todos os pastores  presentes na sala se ajoelharam no púlpito da Igreja e impuseram as mãos sobre os oito pastores recém consagrados. A oração de ordenação foi do presidente da UPASD, Pr. António Rodrigues.
Esta cerimónia de ordenação ao ministério pastoral, ficou ainda marcada por um momento de ação de graças aos pastores eméritos e pelo reconhecimento a estes homens por terem dedicado a vida à obra de Deus.
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